O manguebeat e a superação do fosso entre o nacional e o jovem na música popular
doi:10.5007/2176-8552.2011n11p25

Idelber Avelar

Resumo


Este artigo analisa o movimento musical e cultural Mangue Beat a partir de uma de suas marcas registradas, o diálogo entre gêneros estrangeiros marginais ao panteão do pop rock internacional (heavy metal, hip hop, raggamuffin) e gêneros brasileiros tidos como regionais e não canonizados no panteão da música nacional (coco, maracatu, ciranda, embolada). O emblema do movimento, a parabólica fincada na lama, combina as raízes na realidade local com a atenção permanente aos fluxos globais. A tese do artigo é que o Mangue Beat supera o fosso entre música popular e música jovem aberto a partir da crise do potencial contestatário e emancipatório da MPB no período de transição à democracia.


Palavras-chave


Manguebeat; Globalização; Hibridismo; MPB; Cânone musical

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outra travessia, eISSN 2176-8552, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

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