Ramos da aorta abdominal de Aotus azarae infulatus

Autores

  • Bianca Mendonça Faria Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Érika Branco Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA
  • Ana Rita Lima Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2016v29n2p69

Palavras-chave:

Morfologia, Primatas, Vascularização abdominal

Resumo

O gênero Aotus é encontrado na América do Sul, sendo conhecido como um animal de hábitos noturnos. A morfologia destes é pouco conhecida, mesmo sendo utilizados em pesquisas biomédicas. Assim, objetivou-se identificar os ramos colaterais da aorta abdominal de duas fêmeas e um macho de Aotus azarae infulatus, comumente conhecido como macaco-da-noite. Evidencializaram-se os vasos, que foram corados com látex Neoprene e contraste radiopaco. Os animais foram fixados com solução aquosa de formaldeído a 10% por via intramuscular e intracavitária, dissecados e radiografados. Observou-se que a artéria celíaca se dividiu em três ramos subjacentes, artéria gástrica, hepática e esplênica. As artérias renais esquerdas e direitas se originaram de um tronco comum em dois animais (animal 1 e 2), enquanto a artéria adrenal em um dos animais derivou-se do tronco celíaco e da artéria renal (animal 2). Em um animal a artéria mesentérica caudal deu origem individual à artéria retal cranial, artéria sigmoide e artéria cólica esquerda (animal 3). Nos três animais a aorta abdominal, na porção final do abdômen, se bifurcou, apresentando a artéria ilíaca externa e interna, de ambos os lados, e em seguida a artéria sacral mediana. Essas variações anatômicas precisam ser identificadas e relatadas, já que a prática clínica e cirúrgica nesses indivíduos são frequentes para o veterinário.

Biografia do Autor

Bianca Mendonça Faria, Universidade Federal Rural da Amazônia

Discente do curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia, Laboratório de Pesquisa Morfológica Animal (LaPMA), Instituto da Saúde e Produção Animal (ISPA)

Érika Branco, Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA

Instituto de Saúde e Produção Animal da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia, Anatomia Animal

Ana Rita Lima, Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA

Instituto de Saúde e Produção Animal da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural da Amazônia, Anatomia Animal

 

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Publicado

2016-05-11

Edição

Seção

Artigos