Um mundo metafísico nos trópicos

Else Ribeiro Pires Vieira

Abstract


A fonte torna-se a estrela inatingível e pura que, sem se
deixar contaminar, contamina, brilha para os artistas dos
países da América Latina... ilumina os movimentos das mãos,
mas ao mesmo tempo torna os artistas súditos do seu
magnetismo superior..
Silviano Santiago, Uma literatura nos trópicos Afastando-me do discurso crítico em torno das influências e do caráter tributário a ele inerente, sobre o qual nos adverte Santiago já em ensaio de 1971,1 afastando-me, igualmente, de Polarizações hierarquizadas como fonte/alvo, situando-me na fronteira fluida do transformar de escritas/reescritas e nela privilegiando áreas de permeabilidade entre os discursos e o seu jogo relacional, ofereço, neste texto, reflexões em torno da poesia metafísica inglesa traduzida entre
1978 e 1991 na sua interseção com outras produções textuais brasileiras no período de início da abertura política, gestação e nascimento da Nova República2 .
Traduzir a Inglaterra, ler o Brasil. O que se traduz? Quem se traduz? Por que se traduz? Como se traduz?

Keywords


English Language; English



DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Copyright (c) 1998 Else Ribeiro Pires Vieira

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