Discursos sobre leitura e interatividade em reformas gráfico-editoriais de jornais impressos em tempos de tecnologias digitais

Ana Elisa Ferreira Ribeiro

Resumo


 

Este artigo discute, com base em teorias críticas da comunicação e fundamentado especialmente em Dominique Wolton e Lucien Sfez, a utilização do conceito de “interatividade” como argumento de venda na mudança gráfica de jornais impressos. Os casos discutidos são o Estado de Minas e O Tempo, de Minas Gerais, nas reformas gráfico-editoriais ocorridas, respectivamente, em 2004 e 2008. São citadas também reformas da Folha de São Paulo ao longo das décadas de 1980-90. Conclui-se pela existência de uma histórica argumentação em torno de promessas de interatividade de atenção ao leitor.


Palavras-chave


Jornal Impresso; Reforma Gráfico-Editorial; Projeto Gráfico; Interatividade.

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DOI: https://doi.org/10.5007/1984-6924.2010v7n1p110

(Est-s Jorn. Mid.), Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSNe 1984-6924.

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