Políticas Editoriais

Foco e Escopo

Os debates sobre o pluralismo de idéias e a interdisciplinaridade na produção do conhecimento na Educação Física e áreas afins fizeram este projeto editorial constituir-se num veículo para a difusão de pesquisas que tematizam questões referentes à cultura corporal na sua interface com as ciências humanas e sociais, notadamente abordagens socioculturais, filosóficas e pedagógicas.

 

Políticas de Seção

Porta Aberta

Em conformidade com o projeto editorial original da revista, aceita textos de variados formatos, como artigos de revisão, ensaios, resenhas, entrevistas, resumos expandidos de teses/dissertações, divulgação de grupos de estudos, relatos de experiências institucionais ou em movimentos sociais, programas de formação continuada, etc.

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Seção Temática

No formato de dossiê sobre tema escolhido e divulgado pela comissão editorial, publica textos de submissão espontânea (aprovados) assim como de demanda induzida (encomenda). Respeitada a temática indicada, o formato dos textos pode ser: artigos originais ou de revisão, ensaio, entrevista ou transcrição de palestras.

Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Artigos Originais

Restrita à publicação de artigos decorrentes de pesquisas a respeito de diversas temáticas relevantes, específicas da Educação Física ou de natureza multidisciplinar, desde que pertinente ao escopo da revista e às demandas da produção do conhecimento na área.

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares
 

Processo de Avaliação pelos Pares

Motrivivência adota o sistema de avaliação inter-pares (peer-to-peer) em duplo-cego, o que garante o anonimato e a impessoalidade de todo o processo. Os artigos submetidos serão avaliados inicialmente por dois pareceristas do corpo permanente de revisores da revista.

Um parecer de  rejeição e um de correções obrigatórias determina a rejeição do artigo. Um parecer de aprovação e um de rejeição implica que  o texto será encaminhado a um terceiro revisor ad hoc, para desempate.

Com base nos pareceres, a comissão editorial emitirá aos autores um dos seguintes conceitos: aprovado para publicação, aprovado com correções obrigatórias, rejeitado para publicação.

A condição de a "provado" não garante que o texto seja incluído na próxima edição da revista. Os textos aprovados são publicados segundo uma ordem cronológica determinada pelo data de submissão na plataforma.

Os artigos não aprovados serão arquivados.

 

Periodicidade

Anual - entre 1988 e 1997;

Semestral - entre 1998 e 2014;

Quadrimestral - a partir de 2015, com publicação de edições nos meses de maio, setembro e dezembro.

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento. É vedado o uso comercial de conteúdos disponibilizados nas edições da revista.

Solicita-se que, caso algum conteúdo da revista seja reutilizado com objetivos acadêmicos, seja citada a fonte.

 

Preservação Digital

Motrivivência se preocupa com o acesso ao conteúdo a longo prazo. Caso ocorra algum sinistro nos servidores, os arquivos digitais da revista estão preservados na Rede Cariniana, que utiliza o programa LOCKSS. O LOCKSS cria um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes, o qual permite que elas criem  arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração.

 

 

Como adquirir números anteriores

É preciso realizar uma consulta prévia, pois apenas algumas edições ainda estão disponíveis na versão impressa. Para tanto, deve-se entrar em contato com os envolvidos na organização da Revista:

LaboMídia (Bianca): (48) 3721-8615 ou

Editor - Giovani De Lorenzi Pires: giovani.pires@ufsc.br

 

Estatísticas da revista Motrivivência

http://stat.motrivivencia.periodicos.ufsc.br/awstats/awstats.pl

 

Redes sociais

Curta nossa página no facebook e acompanhe os informativos da Revista Motrivivência.

 

Histórico da revista

Prestes a completar seu trigésimo aniversário (1988-2018), Motrivivência percorreu nesse período uma trajetória de lutas, dificuldades e realizações.

Sua história pode ser dividida em duas fases: a) o nascimento/desenvolvimento junto ao Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (1988-1993) e b) sua consolidação/ampliação, vinculada ao NEPEF (Núcleo de Estudos Pedagógicos da Educação Física) do Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina, a partir de 1994.

Nascida num momento de ebulição da sociedade nacional (que se preparava para eleger seu Presidente da República pela primeira vez em quase 28 anos) e da Educação Física (com a constituição de um pensamento crítico da área), Motrivivência agregou esses predicados ao seu projeto editorial desde a sua criação.

Nos primeiros anos, a revista publicava uma edição anual; sua vinda para a UFSC proporcionou que ela assumisse periodicidade semestral. Fato comum nesse período foram as edições em formato de dossiê, com textos por submissões espontâneas e também sob encomenda para especialistas dos temas escolhidos. Desde 2015, a revista tornou-se quadrimestral e, em uma edição a cada ano, traz uma seção temática com chamada pública.

Seguindo a tendência mundial dos periódicos científicos, Motrivivência é publicada exclusivamente em formato digital desde 2007, na plataforma SEER e acolhida no Portal de Periódicos da BU/UFSC, sendo que todo o acervo da revista foi digitalizado e disponibilizado em seu site em acesso livre para leitura e download.

A partir de 2015, passou a ser publicada sob a responsabilidade editorial do LaboMidia – Laboratório e Observatório da Mídia Esportiva/UFSC.

Por ocasião do 25ª aniversário, Motrivivência publicou um artigo sobre sua trajetória histórica e perspectivas, em que mais detalhes podem ser conhecidos: http://rbceonline.org.br/pt/motrivivencia-25-registros-uma-trajetoria/articulo-resumen/S0101328914000134/

 

Conduta ética e procedimentos

Editores

A prática editorial e a relação do editor com autores e avaliadores estão amparadas no Código de conduta para editores, do Committee on Publication Ethics (COPE).

Toda decisão editorial se fundamenta na relevância, originalidade, clareza e validade do estudo para atendimento do escopo da revista.

 

 Avaliadores

A avaliação se baseia no mérito do trabalho, não influenciada, positiva ou negativamente, por motivos pessoais, financeiros ou preconceitos intelectuais.

As submissões e os detalhes das revisões são mantidos sob confidencialidade.

O avaliador deve se certificar de qualquer potencial conflito de interesse na revisão da submissão. Ao se deparar com alguma irregularidade, o editor é comunicado, como por exemplo: identificação de plágio; fabricação, falsificação dos resultados; publicação redundante.

 

 Autores

A indicação de autoria num trabalho científico se deve apenas àqueles que:

 a)   contribuem intelectual, direta e substancialmente na concepção da pesquisa/artigo (aquisição, análise ou interpretação dos dados do estudo);

b)   participam na construção das versões preliminares ou revisão crítica do conteúdo do artigo;

c)   aprovam a versão final do artigo a ser publicado;

d)   responsabilizam-se pela autoria a fim de garantir exatidão e integridade do artigo.

 

O(s) autor(es) deve(m) apresentar a declaração de existência do conflito de interesse quando for o caso.

 

Retratação e manifestação de preocupação

O editor tem o dever de agir na suspeita ou alegação de má conduta identificada. Esta investigação se estende tanto às submissões quanto aos artigos publicados.

A Revista Motrivivência tem como instrumento os fluxogramas COPE para apurar fatos e determinar as ações necessárias na resolução dos casos. Também adota os procedimentos de registro de retratação e manifestação de preocupação do Scielo, que tem como base orientações de comitês internacionais especializados na ética em pesquisa.

 

Fontes consultadas:

COMMITTEE ON PUBLICATION ETHICS (COPE). Code of conduct and best practice guidelines for journal editors. 2011. Disponível em: <http://publicationethics.org/files/Code%20of%20Conduct_2.pdf>. Acesso em: 30 ago. 2016.

 

______. COPE ethical guidelines for peer reviewers. 2013. Disponível em: < http://publicationethics.org/files/Ethical_guidelines_for_peer_reviewers_0.pdf>. Acesso em: 30 ago. 2016.

 

______. Flowcharts. 2016. Disponível em: <http://publicationethics.org/files/Full%

20set%20of%20English%20flowcharts_9Nov2016.pdf>. Acesso em: 17 mar. 2017.

 

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO (FAPESP). Código de boas práticas científicas. São Paulo: FAPESP, 2014. 46 p. Disponível em: < http://www.fapesp.br/boaspraticas/FAPESP-Codigo_de_Boas_Praticas_Cientificas_2014.pdf>. Acesso em: 30 ago. 2016

 

INTERNATIONAL COMMITTEE OF MEDICAL EDITORS (ICMJE). Recomendações para elaboração, redação, edição e publicação de trabalhos acadêmicos em periódicos médicos. 2014. Tradução Eliane de Fátima Duarte e Thaís de Souza Andrade Pansani. Revisão Leila Posenato Garcia, Maurício Gomes Pereira, Tais Freire Galvão e Simônides da Silva Bacelar. Disponível em: <http://www.icmje.org/recommendations/translations/portugese2014.pdf>.  Acesso em: 16 mar. 2017.

 

SCIENTIFIC ELECTRONIC LIBRARY ONLINE (SciELO). Guia para o registro e publicação de retratações e manifestações de preocupação. 2015. Disponível em: < http://www.scielo.org/php/level.php?lang=pt&component=56&item=53>. Acesso em: 30 ago. 2016.

 

Política antiplágio

Antes de serem enviados para a avaliação pelos pareceristas, os artigos submetidos à Motrivivência passam por análise prévia de normalização, sendo submetidos aleatoriamente a software específico para detecção de possíveis plágios em arquivos de texto.

Os autores devem garantir a originalidade dos manuscritos e caso utilizem artigos de outros autores ou de si mesmos, que eles sejam devidamente citados. Praticar plágio ou autoplágio em todas as suas formas é inadmissível.

Desta forma, é possível que os autores recebam eventuais questionamentos durante o processo de avaliação do trabalho submetido referente a indicações apontadas pelos sistemas digitais utilizados.

Caso um plágio seja realmente identificado, o manuscrito será sumariamente devolvido ao autor.