<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
<article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink"
    article-type="research-article" dtd-version="1.1" specific-use="sps-1.9" xml:lang="es">
    <front>
        <journal-meta>
            <journal-id journal-id-type="publisher-id">rp</journal-id>
            <journal-title-group>
                <journal-title>PERSPECTIVA: REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA
                    EDUCAÇÃO</journal-title>
                <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">PERSPECTIVA: REVISTA DO CENTRO DE
                    CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO</abbrev-journal-title>
            </journal-title-group>
            <issn pub-type="epub">2175-795X</issn>
            <publisher>
                <publisher-name>Universidade Federal de Santa Catarina</publisher-name>
            </publisher>
        </journal-meta>
        <article-meta>
            <article-id pub-id-type="doi">10.5007/2175-795X.2024.e93356</article-id>
            <article-categories>
                <subj-group subj-group-type="heading">
                    <subject>Artigo</subject>
                </subj-group>
            </article-categories>
            <title-group>
                <article-title>Las prácticas en remoto: una oportunidad para el desarrollo de la
                    competencia digital docente</article-title>
                <trans-title-group xml:lang="pt">
                    <trans-title>As práticas no ensino remoto: uma oportunidade para o
                        desenvolvimento da competência digital docente</trans-title>
                </trans-title-group>
                <trans-title-group xml:lang="en">
                    <trans-title>Practices in remote teaching, an opportunity for the development of
                        teaching digital competence</trans-title>
                </trans-title-group>
            </title-group>
            <contrib-group>
                <contrib contrib-type="author">
                    <contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-0535-5279</contrib-id>
                    <name>
                        <surname>Bergmann</surname>
                        <given-names>Juliana Cristina Faggion</given-names>
                    </name>
                    <xref ref-type="aff" rid="aff1"/>
                </contrib>
                <contrib contrib-type="author">
                    <contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-5262-9500</contrib-id>
                    <name>
                        <surname>Argüello</surname>
                        <given-names>Maria Vicenta González</given-names>
                    </name>
                    <xref ref-type="aff" rid="aff2"/>
                </contrib>
            </contrib-group>
            <aff id="aff1">
                <institution content-type="orgname">Universidade Federal de Santa</institution>
                <addr-line>
                    <city>Catarina</city>
                </addr-line>
                <country country="BR">Brasil</country>
                <email>jcfbergmann@gmail.com</email>
                <institution content-type="original">Universidade Federal de Santa, Catarina, UFSC,
                    Brasil, E-mail: jcfbergmann@gmail.com,
                    https://orcid.org/0000-0002-0535-5279</institution>
            </aff>
            <aff id="aff2">
                <institution content-type="orgname">Universitat de Barcelona, UB</institution>
                <country country="ES">Espanha</country>
                <email>maria.vicenta.gonzalez@gmail.com</email>
                <institution content-type="original">Universitat de Barcelona, UB, Espanha, E-mail:
                    maria.vicenta.gonzalez@gmail.com,
                    https://orcid.org/0000-0002-5262-9500</institution>
            </aff>
            <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
                <day>08</day>
                <month>04</month>
                <year>2025</year>
            </pub-date>
            <pub-date publication-format="electronic" date-type="collection">
                <season>Jan-Mar</season>
                <year>2024</year>
            </pub-date>
            <volume>42</volume>
            <issue>1</issue>
            <fpage>01</fpage>
            <lpage>21</lpage>
            <history>
                <date date-type="received">
                    <day>13</day>
                    <month>03</month>
                    <year>2023</year>
                </date>
                <date date-type="accepted">
                    <day>31</day>
                    <month>08</month>
                    <year>2023</year>
                </date>
            </history>
            <permissions>
                <license license-type="open-access"
                    xlink:href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="es">
                    <license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a
                        licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e
                        reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original
                        seja corretamente citado.</license-p>
                </license>
            </permissions>
            <abstract>
                <title>Resumen</title>
                <p>La situación sanitaria vivida debido a la pandemia a partir de 2020 obligó a una
                    readecuación en todos los niveles de enseñanza, que pasaron de la enseñanza
                    presencial a la enseñanza en remoto. La formación de profesores de lenguas no
                    fue una excepción. Esta investigación analiza las percepciones de los profesores
                    en formación en torno a las ventajas y los inconvenientes de este nuevo tipo de
                    prácticas. La investigación se ha llevado a cabo en dos contextos diferentes, en
                    una licenciatura en letras y un máster de Formación de Profesores de Español
                    como Lengua Extranjera. Se parte de una metodología de tipo cualitativo de
                    abordaje fenomenológico, a partir de cuestionarios de autoevaluación, para
                    indagar el nivel de satisfacción del alumnado tras la realización de sus
                    prácticas en la modalidad remota. Los resultados indican que los profesores en
                    formación han echado de menos el haber podido tener un contacto más directo con
                    el alumnado y los profesores de las instituciones en las que realizaron sus
                    prácticas, pero, por otro lado, han valorado muy positivamente lo que ha
                    supuesto este tipo de prácticas para el desarrollo de su competencia digital
                    docente. Además, perciben que las prácticas en remoto les ha servido para poder
                    implementar en el aula muchas de las aplicaciones y estrategias vistas en las
                    asignaturas relacionadas con las TIC, así como la necesidad de que los programas
                    formativos incidan más en estrategias para garantizar la transferencia de los
                    conocimientos adquiridos en las diferentes asignaturas a situaciones específicas
                    de aula.</p>
            </abstract>
            <trans-abstract xml:lang="pt">
                <title>Resumo</title>
                <p>A situação sanitária vivida pela pandemia a partir de 2020 obrigou a uma
                    readaptação em todos os níveis de ensino, que passaram do ensino presencial ao
                    ensino remoto. A formação de professores de línguas não foi exceção. Esta
                    pesquisa analisa as percepções de professores em formação sobre as vantagens e
                    desvantagens desse novo tipo de prática. A pesquisa foi realizada em dois
                    contextos distintos: em uma licenciatura em letras e um master em Formação de
                    Professores de Espanhol como Língua Estrangeira. A pesquisa se desenvolve a
                    partir de uma metodologia qualitativa de abordagem fenomenológica, baseada em
                    questionários de autoavaliação, para indagar o nível de satisfação dos alunos
                    após a realização de suas práticas na modalidade remota. Os resultados indicam
                    que os professores em formação durante os estágios remotos sentiram falta de
                    poder ter um contato mais direto com os alunos e professores das instituições
                    onde fizeram seus estágios; mas, por outro lado, valorizaram muito positivamente
                    o que este tipo de prática tem significado para o desenvolvimento da sua
                    competência digital docente. Além disso, perceberam que as práticas remotas os
                    ajudaram a implementar em sala de aula muitas das aplicações e estratégias
                    vistas nas disciplinas relacionadas com as TIC, assim como a necessidade de que
                    os programas de formação se apoiem em mais estratégias para garantir a
                    transferência dos conhecimentos adquiridos nas diferentes disciplinas para
                    situações específicas de sala de aula.</p>
            </trans-abstract>
            <trans-abstract xml:lang="en">
                <title>Abstract</title>
                <p>The health situation experienced by the pandemic from 2020 onwards forced a
                    readaptation at all levels of education, which went from face-to-face teaching
                    to remote teaching. The training of language teachers was no exception. This
                    research analyzes the perceptions of teachers in training about the advantages
                    and disadvantages of this new type of practice. The research was carried out in
                    two different contexts: in a degree in Literature and a Master in Teacher
                    Training of Spanish as a Foreign Language. The research is developed from a
                    qualitative methodology with a phenomenological approach, based on
                    self-assessment questionnaires, to inquire about the students' level of
                    satisfaction after carrying out their practices in the remote modality. The
                    results indicate that teachers in training during remote internships missed
                    being able to have more direct contact with students and teachers at the
                    institutions where they did their internships; but, on the other hand, they
                    valued very positively what this type of practice has meant for the development
                    of their teaching digital competence. In addition, they realized that remote
                    practices helped them to implement in the classroom many of the applications and
                    strategies seen in subjects related to ICT, as well as the need for training
                    programs to be supported by more strategies to ensure the transfer of knowledge
                    acquired in different subjects to specific classroom situations.</p>
            </trans-abstract>
            <kwd-group xml:lang="es">
                <title>Palabras clave:</title>
                <kwd>Competencia digital docente</kwd>
                <kwd>Formación del professorado</kwd>
                <kwd>Prácticas curriculares</kwd>
            </kwd-group>
            <kwd-group xml:lang="pt">
                <title>Palavras-chave:</title>
                <kwd>Competencia digital docente</kwd>
                <kwd>Formación del professorado</kwd>
                <kwd>Prácticas curriculares</kwd>
            </kwd-group>
            <kwd-group xml:lang="en">
                <title>Keywords:</title>
                <kwd>Teacher digital competence</kwd>
                <kwd>Teacher training</kwd>
                <kwd>Curricular practices</kwd>
            </kwd-group>
        </article-meta>
    </front>
    <body>
        <sec sec-type="intro">
            <title>Introducción</title>
            <p>Una de las grandes lecciones que suelen ser enseñadas en el momento en que futuros
                profesores se acercan a las prácticas por primera vez es el hecho de que nada está
                definido en clase, pese el planeamiento y la preparación que desarrollamos antes de
                entrar en aula. La imprevisibilidad es una característica inherente al trabajo
                docente y, así, aprendemos a construir nuestra vida profesional. Sin embargo, la
                situación sanitaria vivida debido a la pandemia a partir de 2020 fue una
                circunstancia totalmente inesperada, nunca imaginada en las presuposiciones teóricas
                generalmente utilizadas en los cursos de formación con el propósito de reflexionar
                sobre posibles escenarios con que el profesor se va a encontrar a lo largo de su
                carrera profesional.</p>
            <p>La determinación de pandemia por la OMS obligó a una readecuación mundial en todos
                los niveles de enseñanza, que han pasado de la enseñanza presencial a la enseñanza
                en remoto, incluidas las asignaturas de prácticas curriculares de los diferentes
                programas de licenciatura y de máster. La formación de profesores de lenguas no fue
                una excepción y los futuros profesores de Español como Lengua Extranjera (ELE)
                tuvieron igualmente que adaptarse al nuevo escenario mundial.</p>
            <p>En este contexto, esta investigación pretende inclinarse sobre esta temática y
                analizar las percepciones de los profesores en formación en torno a las ventajas y
                los inconvenientes de este nuevo tipo de prácticas virtuales, dentro de una realidad
                de enseñanza remota, a partir de dos contextos diferentes: la licenciatura en letras
                (Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil) y el máster de Formación de
                Profesores de Español como Lengua Extranjera (Universidad de Barcelona, España).</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Marco teórico</title>
            <p>De los muchos desafíos que aporta la preparación de los docentes en su formación, la
                etapa de las prácticas en la escuela quizás sea la más desafiante de todas. Eso se
                debe a que es el momento en que los futuros profesores tienen que aplicar sus
                conocimientos en una vivencia dentro de la escuela, con directivos, profesores y
                alumnos. Como afirma Zabalza, el <italic>practicum</italic> “se trata de periodos de
                formación que, aunque integrados en sus planes de estudios, los estudiantes realizan
                fuera de la institución académica.” (<xref ref-type="bibr" rid="B25">Zabalza, 2016,
                    p. 6</xref>)</p>
            <p>Para este autor un buen <italic>practicum</italic> debe proporcionar a los
                estudiantes oportunidades de:</p>
            <list list-type="simple">
                <list-item>
                    <p>- aproximarse a la cultura de la profesión para la que se forman y las
                        instituciones en las que ejercerán la profesión;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- generar marcos de referencia cognitivos a partir de lo vivido durante sus
                        prácticas;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- obtener experiencias formativas nuevas y complementarias a las
                        académicas;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- profundizar en el autoconocimiento personal;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- mejorar las posibilidades de empleo. (<xref ref-type="bibr" rid="B25"
                            >Zabalza, 2016, p. 22-23</xref>)</p>
                </list-item>
            </list>
            <p>Las técnicas utilizadas por formadores de futuros profesores para prepararlos para
                ese momento pueden variar mucho. Una forma de acercarse a la cultura de la profesión
                y obtener experiencias formativas nuevas es, en primer lugar, a través de la
                observación de clases. Durante las prácticas, los profesores en formación (PF)
                tienen la oportunidad de poder ver todo aquello que se ha ido trabajando en las
                clases en la facultad, quizás de un modo teórico, pero desde otra perspectiva. La
                asignatura de prácticas es el momento en el que pueden observar cómo se gestiona un
                grupo, cómo se materializa un enfoque didáctico, cómo se dan instrucciones o cómo se
                presentan contenidos, entre otras muchas cuestiones. La observación durante las
                prácticas, además, también puede contribuir a la construcción de la identidad
                docente, de ahí la importancia de que los PF puedan observar modelos diferentes de
                impartir clases, para aprender de otros por la posibilidad que existe de “incorporar
                otras formas de proceder diferentes a las nuestras, al mismo tiempo que también
                necesitamos confirmar lo que nosotros hacemos, reconocernos en la actuación del
                otro.” (<xref ref-type="bibr" rid="B10">González y Montmany, 2019, p.
                288-289</xref>). Esa observación, que a lo largo de los años se ha llevado a cabo de
                forma presencial y se ha considerado crucial para la formación, pasó a ser a través
                de plataformas de videoconferencia durante la situación de pandemia COVID-19.
                Periodo en el que los PF observaron a profesores con poca o ninguna experiencia en
                esa modalidad de impartición de clases.</p>
            <p>Las diferencias percibidas en las observaciones de clase en la modalidad presencial
                    (<xref ref-type="bibr" rid="B14">Liberali, 2015</xref>) o en la educación a
                distancia (<xref ref-type="bibr" rid="B6">Bergmann, Silva, 2013;</xref>
                <xref ref-type="bibr" rid="B9">Garcia, Rosa, Bergmann, 2018</xref>) prepandémicas y
                la escasa información encontrada en relación con la observación de clases
                    <italic>online</italic>, por parte del alumnado de prácticas, obliga a indagar
                sobre esta cuestión. Quizá esa falta de estudios se deba a que los trabajos
                encontrados se centran en las prácticas que ya estaban iniciadas cuando sobrevino
                la. Por ello, algunos de los estudios realizados sobre las prácticas durante la
                pandemia han puesto el foco en qué procedimientos o estrategias tuvieron que
                improvisar, desde los centros educativos, para poder seguir con las clases y cómo
                esto afectó al alumnado de prácticas, tal como lo muestran las investigaciones
                llevadas a cabo en el contexto de la enseñanza reglada (<xref ref-type="bibr"
                    rid="B11">González-Calvo et al, 2020;</xref>
                <xref ref-type="bibr" rid="B1">Aguilar, 2021;</xref>
                <xref ref-type="bibr" rid="B2">Almonacid-Fierro et al, 2021</xref>). Estos autores
                afirman que el alumnado que tuvo que realizar sus prácticas de este modo sintió que
                había perdido una oportunidad de aprendizaje y de desarrollo profesional.</p>
            <p>Los trabajos mencionados anteriormente también apuntan dos problemas para el
                desplazamiento de la presencialidad a la enseñanza remota: por un lado, las
                carencias formativas de los profesores en formación y del profesorado experto para
                su incorporación a la docencia remota por falta de competencia digital y, por otro
                lado, la falta de una buena conexión a la red por parte del alumnado. Las carencias
                en relación con la competencia digital docente también quedan recogidas en las
                investigaciones de <xref ref-type="bibr" rid="B19">Ruiz <italic>et al.</italic>
                    (2021)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bergmann <italic>et al.</italic>
                    (2021)</xref> y <xref ref-type="bibr" rid="B20">Sánchez <italic>et al.</italic>
                    (2022)</xref>. Pese a la excepcionalidad de la situación sanitaria, se constató
                lo que el Consejo de Europa ya había puesto en consideración (<xref ref-type="bibr"
                    rid="B15">Mena y González, 2019</xref>), o sea, que una buena competencia
                digital docente hubiera minimizado el tránsito hacia la enseñanza remota. Por eso,
                es necesario continuar investigando para saber si ese es un problema generalizado o
                solo de algunos colectivos de profesorado concreto.</p>
            <p>La escasa atención dada a la enseñanza de ELE en contextos <italic>online</italic> se
                evidencia en los pocos trabajos existentes hasta el momento sobre enseñanza de ELE
                en esta modalidad. Algunos de estos estudios se centran en las percepciones de los
                alumnos durante el aprendizaje mediante el uso de la plataforma AVE<xref
                    ref-type="fn" rid="fn1">1</xref> (<xref ref-type="bibr" rid="B23">SINGH,
                    2014</xref>), del Instituto Cervantes, o en el análisis del uso de las redes
                sociales en los cursos llevados a cabo a través de AVE (<xref ref-type="bibr"
                    rid="B18">Navarro y Juan-Lázaro, 2017</xref>). Existen otros trabajos como el de
                    <xref ref-type="bibr" rid="B3">Álvarez (2017)</xref>, que se centra en los
                elementos que se han de tener en cuenta para la enseñanza <italic>online</italic> de
                ELE, pero sin mencionar cuestiones relacionadas con cómo podrían ser las prácticas
                para preparar al alumnado para esa modalidad de docencia. Si bien no existen muchos
                trabajos que analicen las prácticas <italic>online</italic> durante la pandemia de
                los profesores en formación de ELE, si qué hay algunos centrados en la enseñanza del
                inglés como lengua extranjera en el contexto turco (<xref ref-type="bibr" rid="B4"
                    >Atmaca, 2023</xref>) o en el contexto chileno (<xref ref-type="bibr" rid="B22"
                    >Sepulveda-Escobar y Morrison, 2020</xref>). Ambos trabajos llegan a la
                conclusión de que los profesores en formación no han quedado satisfechos,
                especialmente por la falta de contacto con los alumnos o por problemas de gestión de
                aula a través de las plataformas.</p>
            <p>El único trabajo encontrado en el contexto que nos ocupa, la formación de profesorado
                de ELE, es el estudio de <xref ref-type="bibr" rid="B5">Batlle y González
                    (2022)</xref><xref ref-type="fn" rid="fn2">2</xref>. Este estudio indica que la
                percepción del alumnado sobre sus prácticas <italic>online</italic> es altamente
                satisfactoria, pero son datos de un contexto muy específico, por lo que se ha de
                ampliar la muestra de informantes a otros contextos para extraer resultados que nos
                aporten más información. Es por ello por lo que se ha tomado este trabajo como punto
                de partida para la presente investigación. Partimos de sus resultados con el
                objetivo de ampliar y contrastar esos datos previos, en relación con las
                percepciones de los profesores en formación de un programa de posgrado con los de
                profesores en formación de un programa de licenciatura.</p>
            <p>Específicamente, el objetivo general que se pretende conseguir con esta propuesta es
                analizar cuál es el grado de satisfacción del alumnado en relación con sus prácticas
                remotas. Para alcanzar este objetivo nos hemos planteado los siguientes
                subobjetivos:</p>
            <list list-type="simple">
                <list-item>
                    <p>- Analizar la percepción sobre la gestión de la interacción entre tutora<xref
                            ref-type="fn" rid="fn3">3</xref> y alumnado y entre alumnado y el grupo
                        en la enseñanza remota.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- Recabar información sobre las acciones que el alumnado ha podido realizar a
                        través de las clases remotas.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- Analizar los aspectos positivos de las prácticas en remoto gracias al
                        avance de las nuevas tecnologías y los aspectos que se han echado de menos o
                        considerado negativos.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- Analizar la percepción de su nivel de satisfacción con todos los aspectos o
                        elementos que confluyen en su estancia en el centro de prácticas.</p>
                </list-item>
            </list>
        </sec>
        <sec sec-type="methods">
            <title>Metodología</title>
            <p>En este trabajo se parte de una metodología de tipo cualitativa interpretativa de
                abordaje fenomenológico a partir de cuestionarios hechos al final de las asignaturas
                desarrolladas durante el período de enseñanza remota. Los informantes son
                estudiantes en cursos de formación de profesores para la enseñanza del español en
                dos universidades públicas, ubicadas en diferentes hemisferios: la Universidade
                Federal de Santa Catarina (UFSC), en Brasil, y la Universitat de Barcelona (UB), en
                España.</p>
            <p>La investigación se llevó a cabo a partir de un cuestionario de preguntas abiertas
                que perseguía el objetivo de indagar el nivel de satisfacción del alumnado tras la
                realización de sus prácticas en la modalidad remota, algo totalmente imprevisto y
                para lo que no habían sido preparados. La evaluación de las asignaturas es algo
                recurrente, como realimentación del proceso de aprendizaje, pero la particularidad
                del momento histórico ocasionado por la pandemia aporta un interés mayor. De esa
                forma, se seleccionó el cuestionario como instrumento de recogida de datos por
                considerar que este puede ser de gran ayuda para reflexionar sobre la experiencia
                llevada a cabo por el alumnado, al convertirse en una guía para extraer la
                información (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Morales-López y Araya-Romás,
                    2020</xref>).</p>
            <p>Las preguntas que se incluyeron en el cuestionario pretendían recabar información en
                relación con los aspectos de las prácticas que se han considerado clave en la
                formación inicial: la observación de clases al profesorado experto como una forma de
                aprendizaje, el rol del profesor tutor (<xref ref-type="bibr" rid="B10">González y
                    Montmany, 2019</xref>), el enfoque adoptado en la nueva modalidad de impartición
                de clases (<xref ref-type="bibr" rid="B24">Trujillo, 2020</xref>), la gestión del
                aula y la implementación de actividades en los nuevos entornos de enseñanza (<xref
                    ref-type="bibr" rid="B12">Herrera, 2020</xref>). Además, se recogieron datos
                sobre el grado de satisfacción de los profesores en formación ante esta nueva
                modalidad de enseñanza remota con incorporación de tecnología.</p>
            <p>Como base para el análisis de los datos también se tuvo en cuenta el documento de
                    <italic>Competencias clave del profesorado de ELE</italic> (<xref
                    ref-type="bibr" rid="B13">Instituto Cervantes, 2012</xref>), un documento
                desarrollado en España en el que se incluyen las competencias direccionadas al
                profesorado de ELE como una orientación para desarrollarse profesionalmente. Tales
                competencias son “organizar situaciones de aprendizaje”, “evaluar el aprendizaje y
                la actuación del alumno”, “implicar a los alumnos en el control de su propio
                aprendizaje”, “facilitar la comunicación intercultural”, “desarrollarse
                profesionalmente como profesor de la institución”, “gestionar sentimientos y
                emociones en el desempeño de su trabajo”, “participar activamente en la
                institución”, y “servirse de las TIC [tecnologías de la información y la
                comunicación] para el desempeño de su trabajo”. Aunque el documento es de 2012 y
                hubo cambios tecnológicos indiscutibles en esta última década, se mantiene como
                importante referencia sobre competencias-meta que alcanzar o ya esperadas como
                alcanzadas en este momento por parte de los PF. Por las características de las
                prácticas llevadas a cabo por nuestro alumnado, es fácil apreciar que no todas las
                competencias presentadas por el <xref ref-type="bibr" rid="B13">Instituto Cervantes
                    (2012)</xref> pudieron ser contempladas del mismo modo. Sí que la previsión era
                que el alumnado pudiera desarrollar en la nueva situación como mínimo las centradas
                en la organización de situación de aprendizaje, la gestión de sentimientos y
                emociones en el desempeño de su trabajo y servirse de las TIC para el desempeño de
                su trabajo, por lo que las preguntas que configuran el cuestionario las tuvieron en
                cuenta.</p>
            <p>Así, como instrumento central de la investigación, presentamos, a continuación, las
                preguntas que se incluyeron en el cuestionario y los principales objetivos de la
                investigación que hay detrás de la elaboración de cada una de ellas:</p>
            <list list-type="bullet">
                <list-item>
                    <p>Pregunta 1: <italic>¿Qué te ha parecido la relación que se ha establecido con
                            la tutora de prácticas?</italic></p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 2: <italic>¿Consideras que has tenido oportunidad de poder observar
                            a la tutora para ver el enfoque didáctico llevado a cabo?</italic></p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 3: <italic>¿Crees que has podido familiarizarte, además de con el
                            enfoque didáctico, con las características del grupo de
                            alumnos?</italic></p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 4: <italic>¿Consideras que has tenido oportunidad de poder
                            implementar alguna actividad o parte de una secuencia didáctica a los
                            alumnos?</italic></p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 5: <italic>¿Cómo consideras que ha sido tu trabajo como alumno de
                            prácticas?</italic></p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 6: ¿<italic>Crees que existen ventajas en esta nueva forma de llevar
                            a cabo las prácticas</italic>?</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 7: <italic>¿Crees que hay inconvenientes?</italic></p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 8: <italic>Como alumno, ¿te has quedado satisfecho con la
                            experiencia?</italic></p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Pregunta 9: <italic>¿Hay algo que quieras añadir?</italic></p>
                </list-item>
            </list>
            <p>Como puede apreciarse, el cuestionario contiene dos bloques de preguntas
                diferenciadas: las cinco primeras preguntas pretenden indagar sobre la percepción
                general de las prácticas de los PF. Específicamente, las preguntas uno, dos y tres
                persiguen dar respuesta al objetivo de analizar la percepción sobre la gestión de la
                interacción con la tutora y con el grupo en la enseñanza remota. Por su lado, las
                preguntas cuatro y cinco pretenden recabar información sobre las acciones que el
                alumnado ha podido realizar a través de las clases remotas, para dar respuesta al
                segundo subobjetivo planteado.</p>
            <p>En el segundo bloque, las preguntas de la seis a la nueve son las centradas en sus
                percepciones sobre las prácticas <italic>online</italic>. Así, las preguntas seis y
                siete se centran en el tercer subobjetivo: analizar los aspectos positivos de las
                prácticas en remoto gracias al avance de las nuevas tecnologías y los aspectos que
                han echado de menos o considerado negativos. Las preguntas ocho y nueve focalizan su
                atención en analizar la percepción de su nivel de satisfacción con todos los
                aspectos o elementos que confluyen en su estancia en el centro de prácticas, con el
                fin de cubrir el último subobjetivo planteado.</p>
            <p>Nos ha parecido importante diferenciar las preguntas en dos bloques. El primer
                bloque, más general, está pensado para extraer información sobre ellos mismos, sobre
                su relación con la tutora, sobre las actividades llevadas a cabo, o su percepción -
                positiva o negativa - de la experiencia general de práctica, etc. Con ello, nos
                aseguramos de que el alumnado no ha tenido problemas con su tutora, su centro o el
                enfoque seguido y que eso pudiera ser un inconveniente para la valoración de sus
                prácticas. Si volvemos a las <italic>Competencias clave</italic> del <xref
                    ref-type="bibr" rid="B13">Instituto Cervantes (2012)</xref>, este bloque es el
                relacionado con las competencias: “organización de situación de aprendizaje”,
                “gestionar sentimientos y emociones en el desempeño de su trabajo”. En cambio, como
                puede apreciarse líneas más arriba, el segundo bloque es el centrado en el grado de
                satisfacción de su experiencia durante el desarrollo de sus prácticas, en general, y
                sobre la incorporación de la tecnología de forma específica, por lo que puede
                afirmarse que este bloque está relacionado con la competencia “servirse de las TIC
                para el desempeño de su trabajo”.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Corpus</title>
            <p>Si bien los dos grupos estudiados no comparten exactamente el mismo nivel de
                formación, como vamos a presentar a continuación, sus diferencias son pequeñas,
                visto que todos tienen poca o ninguna experiencia con la enseñanza de lenguas
                presencial y ninguna con la enseñanza remota o a distancia.</p>
            <p>Por cuestiones regionales, con un grupo en el hemisferio sur y otro en el norte, los
                participantes en esta investigación se encontraban en situaciones distintas en
                relación con su formación práctica en el momento del cambio a la enseñanza remota.
                La pandemia fue decretada el 11 de marzo de 2020, lo que quiere decir que eran las
                primeras semanas del año escolar en Brasil - que va de marzo a diciembre -, pero ya
                se pasaba de la mitad del año escolar en España – que va de septiembre a junio. Así,
                a pesar de esa diferencia en cuanto al momento del curso para cada uno de los
                contextos, el cuestionario aplicado a los dos grupos ha sido exactamente el mismo.
                Este es un aspecto significativo para con el análisis de los datos.</p>
            <p>Pese a que los dos grupos siguen el protocolo de primero observar las clases para, en
                seguida, aplicar sus prácticas, hay aquí una diferencia importante entre los grupos
                analizados en esta investigación. Se ha de tener en cuenta que tanto Brasil como
                España suspendieron las clases presenciales a causa de la pandemia por lo que en
                ambos países las prácticas tuvieron que realizarse a través de clases en remoto. Sin
                embargo, por las diferencias de calendario, las actividades fueron adaptadas en
                momentos distintos del proceso de prácticas. En el inicio de la pandemia, el
                alumnado de la UB había tenido la oportunidad de observar clases de prácticas de
                manera presencial y ya contaba con fichas de observación para ese tipo de clases,
                pero el programa formativo no tuvo tiempo de formarlos para la observación de clases
                remotas y queda la duda de saber si hubieran sido capaces. Para el alumnado de la
                UFSC, el inicio de la pandemia ocurrió en principios del año escolar (febrero de
                2020), obligando a que tanto las observaciones como las prácticas se diesen
                enteramente en el sistema remoto.</p>
            <p>El grupo de la UFSC, en Brasil, está formado por estudiantes del último año del curso
                de la licenciatura de Letras Español, por lo que las asignaturas de prácticas que
                desarrollan en la escuela cierran su formación inicial como futuros profesores de
                ELE. Como la participación en la evaluación no era obligatoria, para este estudio
                fueron obtenidos 5 cuestionarios por parte de los profesores en formación. Las
                clases ocurrieron en los años 2020 y 2021, de manera remota, a través de
                    <italic>WebConf</italic><xref ref-type="fn" rid="fn4">4</xref>, una herramienta
                desarrollada para la Comunidad Académica Federada (CAFe) de Brasil.</p>
            <p>El grupo de la UB, en España, está conformado por estudiantes de posgrado del
                programa de Máster de Formación de Profesores de Español como Lengua Extranjera. Es
                un programa de tres semestres, cuyas prácticas se realizan en el segundo semestre.
                Igual que en el caso anterior, la participación en el cuestionario de valoración de
                las prácticas en remoto era opcional por lo que solo contestaron 15 alumnos de los
                22 matriculados en el programa. Las prácticas se realizaron durante el segundo
                trimestre de 2020 a través de la plataforma <italic>Zoom</italic>
                mayoritariamente.</p>
            <table-wrap>
                <table frame="box" rules="all">
                    <thead>
                        <tr>
                            <th align="left" valign="top">Centro</th>
                            <th align="left" valign="top">Estudios</th>
                            <th align="left" valign="top">Participantes</th>
                        </tr>
                    </thead>
                    <tbody>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="top">Universidade Federal de Santa Catarina,
                                Brasil (FLN)</td>
                            <td align="left" valign="top">Licenciatura en Letras Español</td>
                            <td align="left" valign="top">5</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="top">Universidad de Barcelona, España
                                (BCN)</td>
                            <td align="left" valign="top">Master de Formación de Profesores de
                                Español como Lengua Extranjera</td>
                            <td align="left" valign="top">15</td>
                        </tr>
                    </tbody>
                </table>
            </table-wrap>
            <p>Los cuestionarios se distribuyeron por correo electrónico y se pidió a los alumnos
                que nos aportaran su perspectiva sobre esta nueva modalidad de prácticas por si era
                necesario repetirlas de nuevo con estudiantes de otras promociones. Una vez
                recogidos todos los cuestionarios, se procedió a su vaciado, intentando buscar
                tendencias o patrones en las respuestas aportadas por el alumnado de los dos
                programas formativos en relación con su percepción sobre sus prácticas.</p>
            <p>Las respuestas ofrecidas por los profesores en formación en sus cuestionarios de
                valoración de la asignatura se han anonimizado para imposibilitar su reconocimiento.
                Así, el alumnado de la licenciatura en Letras se ha etiquetado con FLN + un número;
                por su lado, el alumnado del Máster de Formación de Profesores de Español como
                Lengua Extranjera se ha etiquetado con BCN + un número.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Análisis de los datos y discusión</title>
            <p>El análisis se ha llevado a cabo tratando de forma diferente las respuestas dadas a
                los dos bloques de preguntas. Así, al primer bloque de preguntas (1-5) se le ha dado
                un tratamiento más general, permitiendo detenernos en el análisis de las respuestas
                conseguidas a través del segundo bloque de preguntas (6-9), las centradas en indagar
                en el grado de satisfacción del alumnado por este nuevo tipo de prácticas en las que
                la incorporación de las TIC tuvo un papel relevante.</p>
            <sec>
                <title>Percepciones generales en relación con las prácticas</title>
                <p>Una parte importante del inicio de las actividades de prácticas en la escuela es
                    el establecimiento de una relación de confianza con la tutora, maestra de la
                    clase en que las actividades van a ser aplicadas a lo largo del año. Por ello,
                    hay siempre una preocupación en comprender cómo eso se establece en concreto y
                    especialmente en una situación de trabajo remoto, totalmente virtual. Tras
                    analizar las respuestas ofrecidas por los profesores en formación sobre ese
                    tema, podemos afirmar que todos han mostrado una evaluación muy positiva con la
                    relación que se ha establecido con sus respectivas tutoras. La respuesta
                    ofrecida por FLN02 puede servir de ejemplo en lo que todos han coincidido: “Muy
                    positiva, ya que sin sus consejos y experiencia con la enseñanza virtual sería
                    imposible impartir buenas clases en este formato”. (FLN02).</p>
                <p>Todos los profesores en formación muestran respuestas similares: valoran muy
                    positivamente el papel de las tutoras, de las que han podido aprender mucho y
                    cuya implicación ha sido fundamental para poder llevar a cabo sus prácticas.
                    Tales respuestas refuerzan la importancia del papel de la maestra de la escuela
                    en el proceso de formación de los futuros profesores. La confianza depositada en
                    los maestros es grande por parte de los profesores en formación, que los ven
                    como fuente de conocimientos específicos en el ambiente del centro de enseñanza,
                    accesibles para dar consejos y compartir experiencias.</p>
                <p>Esa relación de confianza que se establece entre profesores en formación y
                    tutoras es el primer puente para acercar al futuro profesor a la realidad
                    escolar. Otro aspecto determinante de la forma en la que va a interactuar en el
                    futuro es su percepción sobre la calidad de las observaciones llevadas a cabo en
                    la primera etapa de su formación. En ese sentido, la investigación muestra una
                    percepción bastante positiva sobre las observaciones, considerando que han
                    proporcionado información suficiente sobre el enfoque didáctico seguido por su
                    tutora. Así, al igual que ante la respuesta anterior, los PF se muestran
                    altamente satisfechos, como puede apreciarse en la siguiente respuesta:</p>
                <disp-quote>
                    <p>Tuve la oportunidad de realizar 10 horas de observación de tres grupos
                        diferentes; Conversación 4+, Elemental 2 y B-1. He podido comprobar la
                        diferencia que hay entre niveles y la metodología que utiliza la profesora.
                        En esta observación, me fijé en el discurso docente puesto que tuve
                        oportunidad de comparar los tres grupos. (BCN06)</p>
                </disp-quote>
                <p>El que las prácticas hayan sido <italic>en remoto</italic> no ha sido
                    inconveniente para que los profesores en formación pudieran observar diferentes
                    niveles, diferentes grupos y que pudieran centrarse en sus objetivos formativos,
                    tal como se ha hecho en ediciones anteriores de los dos programas a través de
                    las prácticas presenciales.</p>
                <p>La unanimidad de las respuestas positivas a las dos primeras preguntas, sin
                    embargo, no aparece en las respuestas dadas a la tercera pregunta, centrada en
                    cuestiones relacionadas con el conocimiento de los grupos a los que tuvieron que
                    impartir clases. Entre el alumnado de FLN, observamos que 3 PF afirman que sí
                    que han podido observar bien las características de sus alumnos. Algo similar
                    sucede en el grupo de BCN, en el que 12 PF responden positivamente y 3 muestran
                    sus dudas sobre este aspecto. Veamos algún ejemplo a continuación de las dudas
                    que les ha planteado la enseñanza <italic>online</italic>. Un alumno de
                    Barcelona afirma que:</p>
                <disp-quote>
                    <p>En general pienso que sí, creo que es cierto que el medio virtual quizá
                        dificulta un poco la interacción y la cercanía con los otros, en este caso
                        los estudiantes. Pero el grupo que me fue asignado es un gran grupo que
                        permite la fácil integración a quién llega. (BCN04)</p>
                </disp-quote>
                <p>De la misma manera, un PF de Florianópolis afirma que</p>
                <disp-quote>
                    <p>Creo que no he podido crear esa relación de familia con el grupo de alumnos
                        por falta de tiempo, con las cinco clases en que yo era la responsable, no
                        era suficiente para obtener la proximidad deseada. (FLN05)</p>
                </disp-quote>
                <p>Los dos testimonios nos muestran razones distintas en el análisis de las causas
                    de la dificultad de acercamiento con los grupos de las escuelas. Las dudas de
                    BCN04 parten del medio en el que se realizaron las clases: parece no tener claro
                    que la virtualidad sea el medio ideal para facilitar la interacción y la
                    cercanía. En cambio, a FLN05 parece que las dudas no vienen tan determinadas por
                    el medio como por el poco tiempo que ha dispuesto para crear ese clima de
                    proximidad con sus alumnos. Es importante aclarar, en el caso de Florianópolis,
                    que hubo una reorganización de los horarios de clase de la escuela en la que
                    recibió las prácticas, que consideró la necesidad de una adaptación de los
                    tiempos de clase <italic>online</italic>, en relación con los estudios que
                    muestran una dificultad de concentración entre los discentes delante de las
                    pantallas (<xref ref-type="bibr" rid="B8">DAL’AGNOL et al., 2019;</xref>
                    <xref ref-type="bibr" rid="B21">SANTOS, 2022</xref>).</p>
                <p>La pregunta número 4 recoge información sobre las actividades que los PF han
                    implementado en el aula. A este respecto, todos los participantes comentan haber
                    tenido una experiencia positiva.</p>
                <disp-quote>
                    <p>Mi propuesta estaba centrada en la resolución de tareas, luego hice una
                        secuencia con fechas conmemorativas como el día de los muertos y navidad.
                        También con vocabulario de la estación del año – verano -, visto que a
                        muchos les gustaba ir a la playa durante el período de vacaciones.
                        (FLN04)</p>
                </disp-quote>
                <p>Los PF, además de ver su actuación como algo positivo, incluyen ejemplos para
                    ilustrar las actividades llevadas a cabo. Por todo ello, puede afirmarse que
                    esta nueva modalidad de prácticas les ha ofrecido oportunidades de implementar
                    las actividades planificadas previamente. Esta cuestión es importante porque nos
                    muestra una sensación de éxito de los PF para con la elaboración de sus clases,
                    lo que provoca una impresión positiva en relación con su experiencia docente
                    inicial y crea recuerdos positivos que se reflejan directamente en su vida
                    laboral.</p>
                <p>Antes de pasar al bloque de preguntas centradas específicamente en su percepción
                    sobre las clases <italic>online</italic>, la última cuestión del primer bloque
                    persigue indagar en cómo consideran ellos que ha sido su trabajo durante las
                    prácticas. A esta pregunta, la mayoría de los profesores en formación de FLN
                    contestan mencionando la idea de “esfuerzo extra” (4 de 5 PF). Los PF de BCN
                    también añaden ideas similares: “difícil”, “intenso”, “duro” son palabras que
                    incorporan 5 PF. El resto de los informantes lo perciben como algo positivo, tal
                    como se puede apreciar en las palabras de FLN02, cuando afirma que fue “muy
                    bueno, puesto que pude completarlo y me dediqué totalmente a todo lo que
                    hice.”.</p>
                <p>Cómo ha podido apreciarse por las respuestas ofrecidas por los informantes a este
                    primer bloque de preguntas, algunos de ellos han mostrado sus dudas acerca de
                    esta modalidad de prácticas, especialmente en el aspecto relacionado con el
                    grado de conocimiento a los alumnos o la posible interacción con ellos. Este es
                    un tema que, como veremos a continuación, aparece de nuevo en el segundo bloque
                    de preguntas, tomando mayor protagonismo.</p>
            </sec>
            <sec>
                <title>Percepciones específicas sobre las prácticas remotas</title>
                <p>Este apartado se centra en las preguntas 6-9, las específicas sobre las prácticas
                    remotas, que persiguen indagar en sus percepciones sobre ventajas e
                    inconvenientes en esta modalidad de prácticas y en su grado de satisfacción tras
                    haberlas realizado. Hay que afirmar ya que el grado de satisfacción es alto
                    debido mayoritariamente a que pudieron llevarse a cabo en un contexto en el que
                    no era previsible que se pudieran hacer, pero es necesario averiguar qué
                    conocimientos se llevan de la experiencia. Específicamente nos interesa saber
                    hasta qué punto este tipo de prácticas ha ayudado al desarrollo de su
                    competencia digital y a la incorporación de las herramientas TIC para la
                    enseñanza.</p>
                <p>A la pregunta de las <bold>ventajas</bold> que percibieron ante la modalidad de
                    prácticas remotas, todos afirman que el que se pudieran hacer ya es una ventaja
                    y a continuación nos ofrecen información más específica, como que les ha
                    permitido conocer y practicar la impartición de clases con plataformas de
                    videoconferencia, les ha preparado para la opción de impartir clases
                        <italic>online</italic>, les ha brindado la oportunidad de probar diferentes
                    aplicaciones, han podido hacer sus prácticas en centros muy alejados de su lugar
                    de residencia -imposible en la modalidad presencial-, que el hecho de estar en
                    sus propias casas haciendo las prácticas ha disminuido la presión, etc.</p>
                <p>Se ve claro en todos los testimonios que los comentarios en relación con las
                    prácticas remotas parten de una visión bastante contextualizada y consciente de
                    las restricciones propias del momento histórico que la humanidad vivía. Había
                    igualmente un sentido de desafío por conocer y superar nuevos retos, así como
                    ayudar a los alumnos que ahora estaban en una situación fragilizada de
                    aprendizaje, aislados en sus casas.</p>
                <p>Además, hay una comprensión distinta sobre la necesidad de utilización de
                    herramientas digitales educativas, antes consideradas como recursos
                    complementarios a las actividades en clase y que, con la pandemia, pasan a ser
                    parte fundamental del proceso. BCN15, por ejemplo, menciona aspectos
                    relacionados con el uso de la tecnología y las ventajas que estas
                    proporcionan:</p>
                <disp-quote>
                    <p>Creo que existen ventajas en esta forma de aprendizaje. En primer lugar,
                        tenemos a nuestra disponibilidad una infinidad de herramientas y recursos en
                        línea que facilitan y promueven la comunicación e interacción entre
                        estudiantes y docentes. En segundo lugar, hay una reducción de costes porque
                        no tienes que desplazarte a la escuela, así que supondrá un ahorro de tiempo
                        y de gasto económico. En tercer lugar, la accesibilidad. El
                            <italic>e-learning</italic> vence las barreras físicas y el alumno solo
                        necesita un dispositivo y conexión a Internet para aprender desde el lugar
                        que quiera y sin necesidad de trasladarse a una escuela. (BCN15)</p>
                </disp-quote>
                <p>Es importante, como menciona BCN15, el descubrimiento que ha supuesto para los
                    profesores en formación la cantidad de herramientas y recursos digitales para la
                    enseñanza y la reducción de costes que supone; solo con una buena conexión y un
                    dispositivo ya es posible crear un contexto de enseñanzaaprendizaje. Además,
                    como afirma BCN13, esta situación les ha permitido poder relacionar los
                    conocimientos adquiridos en asignaturas de tecnología con situaciones de
                    enseñanza reales:</p>
                <disp-quote>
                    <p>Siento que las clases virtuales están siendo muy enriquecedoras y útiles para
                        mi formación como docente. Dadas las circunstancias que estamos atravesando
                        por el tema del Covid-19, pero también por las necesidades futuras de
                        adaptarse al área digital, considero importante tener ese acercamiento a las
                        clases online ya que permiten integrar los conocimientos teóricos y
                        prácticos del mundo de la enseñanza a través de herramientas digitales que
                        para mí han sido novedosas. (BCN13)</p>
                </disp-quote>
                <p>Muy diferentes han sido las respuestas sobre los <bold>inconvenientes</bold> que
                    han percibido en este tipo de prácticas. Hay que señalar que, si hasta ahora el
                    contexto en el que llevaron a cabo las prácticas los profesores en formación de
                    FLN y de BCN no había planteado diferencias en sus respuestas, esta pregunta sí
                    presenta una variabilidad importante. Los futuros profesores de FLN impartieron
                    sus clases a alumnos de enseñanza obligatoria mientras que los de BCN las
                    impartieron a adultos fuera del contexto de la enseñanza reglada. Esto es
                    importante tenerlo en cuenta porque hay un aspecto que mencionan 2 profesores en
                    formación de FLN, el de los derivados del manejo de la disciplina en este nuevo
                    contexto de enseñanza, que solo aparece en las respuestas de una alumna de BCN.
                    Mostramos a continuación un ejemplo sobre este aspecto:</p>
                <disp-quote>
                    <p>Considero que el punto más desafiante de realizar las prácticas de manera
                        virtual es lograr que los estudiantes participen más en las clases y
                        actividades, utilizando todos los recursos disponibles como la cámara, al
                        menos en alguna actividad o momento. (FLN03)</p>
                </disp-quote>
                <p>Por su parte, la alumna de BCN15 manifiesta su incomodidad ante la misma
                    situación, cuando afirma que “en mi caso, los alumnos no conectaban la cámara, a
                    no ser que en la actividad que estuviéramos llevando a cabo se requiriera”
                    (BCN15). Este aspecto es importante porque está relacionado con uno de los
                    puntos más importantes de la docencia: el vínculo entre profesores y
                    estudiantes, establecidos especialmente cuando están en contacto directo. Un
                    aprendizaje mediado por las tecnologías no impide, por supuesto, la constitución
                    de este vínculo, pero el “cara a cara” puede ser decisivo para su suceso.</p>
                <p>Otra variable no comparable en los dos contextos es que algunos de los
                    estudiantes de ELE que configuraron los grupos de prácticas estaban en países
                    muy alejados, con diferente huso horario, lo que les dificultó mantener la
                    atención a las clases. Tal como expone BCN10: “cuesta más implementar dinámicas
                    de grupo porque no conoces a los alumnos y ellos no se pueden agrupar como en
                    una clase normal. Además, dependes de factores externos como la conexión o
                    incluso el huso horario”. (BCN10)</p>
                <p>En cuanto a los aspectos comunes en las respuestas ofrecidas por nuestros
                    informantes podemos mencionar <bold>problemas técnicos debidos a mala
                        conexión</bold> (BCN, 8 PF; FLN, 1 PF), <bold>falta de interacción con los
                        alumnos y limitaciones de la comunicación no verbal</bold> debido a las
                    dificultades en la gestión de aula por desconocimiento de estrategias
                    específicas para las clases <italic>en remoto</italic> (BCN, 10 PF; FLN, 2 PF) y
                    la falta de conocimiento del <bold>ambiente del centro escolar</bold> (BCN, 1
                    PF; FLN, 2 PF).</p>
                <p>Como mencionan la mayoría de los informantes, algunas de las dificultades
                    planteadas derivan del mal uso de las plataformas o de la calidad en la conexión
                    a internet. Sin embargo, hemos apartado este aspecto para su análisis, dado que
                    vemos que está estrechamente ligado con el que se tratará a continuación, el de
                    la interacción en el aula. Para FLN02, por ejemplo, es “agobiante ministrar una
                    clase sin poder ver a tus aprendices; creo que este formato de alguna forma nos
                    aleja de la humanidad de trabajar con las personas y sus particularidades”. Para
                    él, la baja calidad de la conexión tiene consecuencias en la gestión del aula y
                    en la interacción que puede establecerse con el alumnado. El hecho de no poder
                    mantener la cámara abierta puede dificultar la comunicación que se establece con
                    el grupo clase y entre el profesorado y el alumno.</p>
                <p>Los resultados indican que los profesores en formación durante sus prácticas en
                    remoto han echado de menos haber podido tener un contacto más directo con el
                    alumnado, los profesores de las instituciones y con las escuelas como centros de
                    trabajo en los que realizaron sus prácticas. Como comentábamos, estas son las
                    observaciones que cuentan con mayor presencia en las respuestas de nuestros
                    informantes. Algunas de esas carencias detectadas las han manifestado como falta
                    de comunicación en general: “Sí, los trabajos son más dificultados por la falta
                    de comunicación.” (FLN05)</p>
                <p>Otros informantes han detectado de manera más puntual y precisa que la
                    virtualidad no les ha permitido establecer una relación más estrecha con su
                    alumnado y que eso ha podido tener consecuencias en la dificultad para percibir
                    las sensaciones que sí se perciben en un aula presencial: “Los inconvenientes de
                    este tipo de prácticas son los de no poder establecer un contacto o una relación
                    directamente con los alumnos y no llegar a percibir del todo las sensaciones que
                    te deja una clase presencial” (BCN13). Esa es una reflexión bastante definida,
                    que muestra una percepción del alumnado de la importancia de la enseñanza cara a
                    cara. Sabemos que esta puede ser mediada por las tecnologías, pero, para ello,
                    la buena calidad técnica y el uso de las cámaras prendidas es condición
                        <italic>sine qua non</italic>.</p>
                <p>Así, para algunos de los participantes, la falta de contacto directo - por
                    voluntad propia de los estudiantes o por razones técnicas - ha repercutido en la
                    cohesión del grupo, como afirma BCN12 cuando muestra su preferencia por la
                    modalidad presencial: “Personalmente, debo decir que prefiero la docencia
                    presencial, principalmente por la mayor cohesión grupal y por un vínculo más
                    fuerte entre el profesor y los alumnos” (BCN12).</p>
                <p>Estas son afirmaciones que se han de tener en cuenta, pero también hay que
                    tomarlas como percepciones de profesores en formación con poca o ninguna
                    experiencia en clases presenciales, por lo que ellos están estableciendo
                    comparaciones que seguramente se vinculan con sus experiencias previas como
                    alumnos de lenguas extranjeras.</p>
                <p>En relación con el uso de las TIC en el aula, los PF valoran muy positivamente lo
                    que ha supuesto este tipo de prácticas para el desarrollo de su competencia
                    digital docente, como ya se ha ejemplificado con los comentarios de BCN13 y
                    BCN15 en relación con las ventajas que aprecian en este tipo de prácticas. Como
                    afirma una de las estudiantes de la licenciatura, la excepcionalidad de la
                    situación les permitió aprender un uso de la tecnología significativo: al tener
                    que aplicarlo a la enseñanza remota, tuvieron que desarrollar nuevas estrategias
                    didácticas “más allá de la presencialidad”:</p>
                <disp-quote>
                    <p>Durante la pasantía, me di cuenta de cuánto era posible y cuánto aprendería
                        sobre tecnologías y uso de herramientas en la enseñanza y el aprendizaje de
                        lenguas extranjeras. Simplemente conocí un mundo más allá de las formas
                        presenciales de enseñar y crear clases, actividades, que de igual forma son
                        muy efectivas e interesantes para las nuevas generaciones de estudiantes.
                        Por otro lado, siento que la experiencia aportó mucho a mi formación como
                        docente, ya que fui aprendiendo formas de enseñar a través de otros
                        recursos, que no eran los mismos que aprendí y usé hasta ese momento.
                        (FLN03)</p>
                </disp-quote>
                <p>Es evidente que, gracias a esta experiencia, los profesores en formación perciben
                    que las prácticas en remoto les han servido para poder implementar en el aula
                    muchas de las aplicaciones y estrategias vistas en las asignaturas relacionadas
                    con las TIC. Todos los profesores en formación insisten en el hecho de haber
                    podido ver de forma práctica los contenidos de sus programas formativos: “creo
                    que he podido ver la aplicación práctica de todos los aspectos de la docencia
                    del ELE que hemos repasado en las diferentes asignaturas que he realizado en
                    este primer año del máster” (BCN08). Algunos profesores en formación mencionan
                    las estrategias que han llevado a cabo para transferir lo que hubieran hecho en
                    un curso presencial</p>
                <disp-quote>
                    <p>a pesar de no ser una clase presencial, sigue siendo bastante efectiva. Es
                        decir, se pueden llevar a cabo la mayoría de las actividades como si fuera
                        una clase presencial, con grupos para realizar las actividades, con el uso
                        de un drive como espacio compartido de trabajo y como pizarra, etc.
                        (BCN03)</p>
                </disp-quote>
                <p>Incluso algunos han percibido las clases <italic>online</italic> como un valor
                    añadido, pese a reconocer que la formación recibida no les ha preparado para el
                    tipo de prácticas que han llevado a cabo:</p>
                <disp-quote>
                    <p>es muy interesante poder realizar las prácticas online pues cada vez hay más
                        clases que se imparten en línea. Esto nos permite estar preparados para
                        trabajar de esta forma en el futuro y poder conocer un ámbito que durante el
                        máster no se trata tanto, a pesar de tener la asignatura de las TIC.
                        (BCN02)</p>
                </disp-quote>
                <p>Sin embargo, también perciben que es necesario incidir más en los programas
                    formativos y en estrategias para garantizar la transferencia de los
                    conocimientos adquiridos en las diferentes asignaturas a situaciones específicas
                    de aula. Una alumna menciona de forma explícita la necesidad que ve de
                    renovarse, por parte del programa formativo, cuestiones relacionadas con la
                    asignatura de Metodología de la enseñanza. Para ella, es evidente que la
                    asignatura no podrá continuar como lo ha hecho hasta ahora: “Quizá renovarse a
                    nivel del máster, dar más peso a la metodología o a lo cognitivo frente a lo
                    descriptivo. Sobre todo ahora trabajar las plataformas y los recursos online,
                    aunque estoy segura de que esto ya está en curso.” (BCN06)</p>
                <p>La participante habla específicamente de una renovación en el curso de máster,
                    pero igualmente ese cambio de currículo es necesario para el grado. En Brasil,
                    políticas públicas intentan integrar oficialmente las TIC en los currículos
                    universitarios, pero la concretización de estas políticas es lenta y muy
                    gradual. Vemos, por lo tanto, muchos puntos en común entre las realidades e
                    intenciones de los dos grupos analizados.</p>
                <p>En resumen, como se ha comentado anteriormente, los dos grupos de participantes
                    que accedieron al cuestionario de valoración de sus prácticas presentaban
                    algunas diferencias:</p>
                <list list-type="simple">
                    <list-item>
                        <p>- El grupo de BCN tenía experiencia previa en observación de clases
                            presenciales, había podido observar 6 horas de clases en diferentes
                            centros de lenguas durante el último trimestre del año 2019, frente al
                            grupo de FLN que solo pudo observar clases remotas. Esto fue debido a
                            que el grupo de FLN debía empezar sus prácticas una vez iniciada la
                            situación de confinamiento.</p>
                    </list-item>
                    <list-item>
                        <p>- 4 PF de BCN tenían experiencia previa impartiendo clases, pero solo
                            clases particulares y de modo presencial.</p>
                    </list-item>
                    <list-item>
                        <p>- Las alumnas de FLN realizaron sus prácticas en el contexto de enseñanza
                            reglada obligatoria, mientras que el grupo de BCN las prácticas las
                            realizaron en centros de lenguas de enseñanza adultos.</p>
                    </list-item>
                </list>
                <p>A priori, podría parecer que dadas estas diferencias habría pocos aspectos en
                    común y que las diferencias podrían tener alguna incidencia en los resultados de
                    la valoración de las prácticas por parte de los dos grupos de profesores en
                    formación, pero, como hemos podido apreciar en el análisis de dichas respuestas,
                    las diferencias son mínimas. Como ha podido observarse en los datos presentados,
                    tanto los profesores en formación de FLN como los de BCN valoran muy
                    positivamente la experiencia y se sienten altamente satisfechos de las prácticas
                    que han podido realizar. Eso puede apreciarse en aspectos específicos, como la
                    valoración hacia el trabajo realizado por la tutora, las actividades que han
                    podido implementar, la aplicación de los aprendizajes en relación con las nuevas
                    tecnologías, su desarrollo profesional, etc.</p>
                <p>Si nos centramos en las diferencias que se han encontrado, podemos afirmar que se
                    deben a una cuestión a la que se le ha dado cierta importancia en el grupo de
                    FLN, las cuestiones relacionadas con la disciplina en la gestión de las
                    sesiones. Es un aspecto que comentan 2 de los 5 PF. Parece que estos dos alumnos
                    ven que el que los alumnos no conectan las cámaras está relacionado con
                    cuestiones de disciplina; sin embargo, las alumnas de BCN lo perciben como un
                    problema técnico o que los alumnos de ELE solo lo ven necesario en determinadas
                    actividades. Para todos, sin embargo, parece común la comprensión de que ese es
                    un elemento importante para la dinámica de la relación entre el profesorado y
                    sus alumnos, generando un acercamiento necesario en el momento del
                    aprendizaje.</p>
                <p>Los datos presentados nos permiten afirmar que la percepción del alumnado sobre
                    sus prácticas remotas es satisfactoria igual que los resultados a los que llegan
                        <xref ref-type="bibr" rid="B5">Batlle y González (2022)</xref>. La
                    posibilidad de poder observar clases, aunque hayan sido remotas, es percibido
                    como algo que favorece el aprendizaje, tal como afirman <xref ref-type="bibr"
                        rid="B10">González y Montmany (2019)</xref>. Sin embargo, el alumnado que ha
                    participado en esta investigación coincide con los resultados de los trabajos de
                        <xref ref-type="bibr" rid="B11">González-Calvo <italic>et al</italic>
                        (2020)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B1">Aguilar (2021)</xref> y <xref
                        ref-type="bibr" rid="B2">Almonacid-Fierro <italic>et al</italic>
                        (2021)</xref>, al percibir carencias en cuanto a la oportunidad de poder
                    aprender directamente de los tutores o de vivir el ambiente de aula y de tener
                    un contacto más estrecho con los estudiantes, algo que también coincide con los
                    resultados presentados en Sepúlveda-Escobar y Morrison (2020).</p>
            </sec>
        </sec>
        <sec sec-type="conclusions">
            <title>Consideraciones finales</title>
            <p>Tras presentar el análisis de los datos recogidos, pasamos a continuación a presentar
                las conclusiones a las que se ha llegado. Recordemos que al inicio de este trabajo
                nos habíamos planteado un objetivo general, centrado en el análisis de las
                percepciones del alumnado sobre las prácticas remotas y un objetivo específico que
                gira en torno a la percepción del alumnado sobre la relación entre esta modalidad de
                prácticas y el desarrollo de su competencia digital docente. A la vista de los
                resultados presentados, podemos afirmar que el alumnado valoró positivamente la
                experiencia de las prácticas en esta nueva modalidad, del mismo modo que puede
                afirmarse que también emitieron una valoración positiva sobre el resto de los
                aspectos sobre los que se les preguntó: la relación con el tutor, la observación de
                clases o la impartición de clases. En relación con las ventajas que percibieron,
                cabe destacar el desarrollo de su competencia digital docente, la implementación de
                actividades con tecnología, la implementación de actividades y, lo más importante
                dadas las circunstancias, el mismo hecho de poder realizar las prácticas.</p>
            <p>Sin embargo, los PF también mencionaron inconvenientes, especialmente, relacionados
                con los problemas técnicos derivados de una mala conexión a la red, la falta de
                contacto humano o la imposibilidad de poder observar la gestión de aula o la
                comunicación no verbal. Que los datos se hayan recogido en dos contextos diferentes
                también aporta una información muy valiosa: las alumnas de FLN percibieron problemas
                de disciplina en la gestión de sus clases (la negativa por parte de su alumnado a
                conectar la cámara, por ejemplo); sin embargo, el alumnado de BCN al impartir clases
                a adultos, fuera de la enseñanza reglada, no percibieron este inconveniente.</p>
            <p>Los aspectos más destacables en relación con las carencias detectadas por los
                profesores en formación tanto de FLN como de BCN fue todo lo relacionado con las
                cuestiones derivadas de la interacción que se establece en contextos en los que se
                comparte el espacio físico, tales como la falta de interacción y contacto directo
                con sus alumnos, propias de compartir un aula y un centro físicamente. No hubo la
                posibilidad de encontrarse con los alumnos por los pasillos, ni en la cafetería. Lo
                mismo cabe decir de la posibilidad de conocer “el ambiente” del centro escolar.
                Debido a la situación sanitaria, no pudieron compartir la sala de profesores con el
                profesorado de la escuela; se perdió la oportunidad de mantener charlas con ellos,
                de hojear los materiales del centro o de participar de la vida cotidiana de la
                institución. Las vivencias de carácter social no pudieron suplirse y es algo
                irrecuperable.</p>
            <p>Otro aspecto que consideramos crucial son las carencias manifestadas por nuestro
                alumnado en relación con las cuestiones relacionadas con la comunicación no verbal.
                Esta se redujo considerablemente bien por cuestiones de disciplina o bien por
                problemas técnicos. Impartir clases a un alumnado al que no puedes verle la cara
                dificulta enormemente recibir retroalimentación sobre el grado de comprensión o de
                seguimiento de la clase. Ello obligó a que se dejaran llevar por su percepción para
                llevar a cabo la implementación de sus actividades.</p>
            <p>En relación con el objetivo específico del vínculo entre este tipo de prácticas y el
                desarrollo de la competencia digital, son interesantes los resultados que nos
                aportan los datos. Por un lado, el alumnado de los dos contextos afirma que pudieron
                poner en práctica algunas cuestiones vistas en otras asignaturas, específicamente en
                asignaturas de las TIC, y usar diferentes aplicaciones, aspecto que les ayudó a
                poder llevar a cabo sus prácticas de forma exitosa. Sin embargo, también coinciden
                en que la experiencia vivida a consecuencia de la situación sanitaria ha de hacer
                que los programas formativos se replanteen cambios en los planes docentes.
                Específicamente, se menciona cómo las asignaturas relacionadas con la metodología de
                enseñanza han de incorporar aspectos que ayuden a desarrollar la competencia digital
                docente tales como la gestión de aula. Hasta ese momento, el uso de la tecnología se
                había contemplado como un apoyo para las clases, pero no como un medio en el que
                estas se podían impartir. Es evidente que no habían recibido, en ninguno de los dos
                programas formativos, estrategias específicas para el desarrollo de clases
                remotas.</p>
            <p>Este tipo de prácticas ha supuesto un desafío, por el hecho de haber partido de una
                concepción de prácticas para el aula presencial, que presupone la presencia física
                en el mismo espacio de alumnado y docentes, y no haber tenido tiempo ni formación
                suficiente por parte de tutores y alumnado para transformarlas a la modalidad
                remota, con la mediación de tecnologías digitales.</p>
            <p>No es algo deseado – ni la legislación brasileña ni la española lo permiten en
                contexto de enseñanza reglada -, porque comprender la escuela presupone vivirla,
                presupone enfrentar todos los desafíos diarios de su vida, de actividades,
                especialmente en lo que se refiere a relaciones personales, entre profesores y
                alumnos, entre profesores y sus pares, entre profesores y directivos, en contacto
                directo en diferentes ámbitos, pero posible en circunstancias bastante específicas,
                como fue el caso de la distancia social exigida por la pandemia.</p>
            <p>Ante estos resultados, es evidente que debemos plantearnos algunas reflexiones que
                parece que suscitaron dudas al alumnado durante sus prácticas y para las que la
                formación recibida no tenía respuestas:</p>
            <list list-type="simple">
                <list-item>
                    <p>- ¿Cómo reducir la brecha digital para asegurarnos de que todo el alumnado
                        tiene acceso a conexión de calidad y dispositivos para el aprendizaje
                        remoto?</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- ¿Cómo debe ser la gestión del aula en las clases remotas?</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>- ¿Las asignaturas relacionadas con metodología de la enseñanza, el uso de
                        las TIC en la enseñanza o gestión del aula, entre otras, deben introducir
                        cambios para asegurarnos de que el alumnado reciba la formación necesaria
                        ante situaciones excepcionales?</p>
                </list-item>
            </list>
            <p>La preparación para (intentar) reaccionar bien en momentos excepcionales es algo
                recurrente en la formación de profesores, que suele prepararles al incierto y al
                mudable. Sin embargo, lo que hemos visto en los últimos años, como hemos comentado
                en el inicio de este texto, fue algo bastante singular, sorprendiendo incluso a los
                tutores de los centros en los que realizaron sus prácticas, que tampoco tenían
                experiencia previa de tutorización en remoto por ser una situación nueva para
                todos.</p>
            <p>Son varios los relatos de profesores con bastante experiencia en clase que han
                percibido su falta de conocimientos, de experiencia y de reflexión en relación con
                aspectos de la enseñanza en remoto, a pesar de que es una modalidad que, en muchos
                casos, puede ayudar en el desarrollo profesional de muchos ciudadanos, sea por
                razones relacionadas con una pandemia, como fue el caso aquí, que alcanzó a los
                alumnos de todos los niveles educativos, sea porque viven en regiones aisladas o más
                lejanas de los grandes centros - interior de los países, Brasil por su talla
                continental, pero también España (vaciada), - y tienen dificultades en acceder a
                estudios más específicos. La formación inicial, por finita y delimitada, no es capaz
                de formar un profesional completo y acabado, pero debe prepararlo mínimamente para
                que se desarrolle en situaciones más inesperadas, como fue el caso de la
                pandemia.</p>
        </sec>
    </body>
    <back>
        <fn-group>
            <fn fn-type="other" id="fn1">
                <label>1</label>
                <p>Plataforma Aula Virtual de Español (AVE) - espacio online de aprendizaje del ELE
                    creado por el Instituto Cervantes. Accesible en: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://ave.cervantes.es/"
                    >https://ave.cervantes.es/</ext-link></p>
            </fn>
            <fn fn-type="other" id="fn2">
                <label>2</label>
                <p><ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://www.scielo.org.mx/scielo.php?pid=S1405-66662022000200387&amp;script=sci_arttext"
                        >https://www.scielo.org.mx/scielo.php?pid=S1405-66662022000200387&amp;script=sci_arttext</ext-link></p>
            </fn>
            <fn fn-type="other" id="fn3">
                <label>3</label>
                <p>La maestra de la escuela.</p>
            </fn>
            <fn fn-type="other" id="fn4">
                <label>4</label>
                <p><ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://conferenciaweb.rnp.br/"
                        >https://conferenciaweb.rnp.br/</ext-link></p>
            </fn>
        </fn-group>
        <ref-list>
            <title>Bibliografía</title>
            <ref id="B1">
                <mixed-citation>AGUILAR RÓDENAS, C. Del prácticum presencial al prácticum on-line,
                    en la formación inicial de maestras y maestros durante la pandemia del COVID-19,
                    en contextos de exclusión social. <bold>International Journal of Ethnic and Roma
                        Studies</bold>, vol. 3, n.1, p. 73–96, 2021. DOI: <ext-link
                        ext-link-type="uri" xlink:href="https://doi.org/10.17583/ijrs.2021.6386"
                        >https://doi.org/10.17583/ijrs.2021.6386</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>AGUILAR RÓDENAS</surname>
                            <given-names>C.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Del prácticum presencial al prácticum on-line, en la formación
                        inicial de maestras y maestros durante la pandemia del COVID-19, en
                        contextos de exclusión social</article-title>
                    <source>International Journal of Ethnic and Roma Studies</source>
                    <volume>3</volume>
                    <issue>1</issue>
                    <fpage>73</fpage>
                    <lpage>96</lpage>
                    <year>2021</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.17583/ijrs.2021.6386</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B2">
                <mixed-citation>ALMONACID-FIERRO, A.; VARGAS VITORIA, R.: MONDACA URRUTIA, J.;
                    SEPÚLVEDA-VALLEJOS, S. Prácticas profesionales en tiempos de pandemia Covid-19:
                    Desafíos para la formación inicial en profesorado de Educación Física
                    (Professional practices in times of Covid-19 pandemic: Challenges for Physical
                    Education initial teaching training). <bold>Retos</bold>, vol. 42, p. 162–171,
                    2021. DOI: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.47197/retos.v42i0.87353"
                        >https://doi.org/10.47197/retos.v42i0.87353</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>ALMONACID-FIERRO</surname>
                            <given-names>A.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>VARGAS VITORIA</surname>
                            <given-names>R.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>MONDACA URRUTIA</surname>
                            <given-names>J.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>SEPÚLVEDA-VALLEJOS</surname>
                            <given-names>S.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Prácticas profesionales en tiempos de pandemia Covid-19: Desafíos
                        para la formación inicial en profesorado de Educación Física (Professional
                        practices in times of Covid-19 pandemic: Challenges for Physical Education
                        initial teaching training)</article-title>
                    <source>Retos</source>
                    <volume>42</volume>
                    <fpage>162</fpage>
                    <lpage>171</lpage>
                    <year>2021</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.47197/retos.v42i0.87353</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B3">
                <mixed-citation>ÁLVAREZ RAMOS, E. La didáctica de la lengua en entornos virtuales de
                    aprendizaje: el caso concreto de la enseñanza-aprendizaje del español como
                    lengua extranjera y la plataforma Eleclips. <bold>Revista de Educación a
                        Distancia</bold> (RED), vol. 17, n. 55, 2017. Disponível em: <ext-link
                        ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://revistas.um.es/red/article/view/315331"
                        >https://revistas.um.es/red/article/view/315331</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>ÁLVAREZ RAMOS</surname>
                            <given-names>E.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>La didáctica de la lengua en entornos virtuales de aprendizaje:
                        el caso concreto de la enseñanza-aprendizaje del español como lengua
                        extranjera y la plataforma Eleclips</article-title>
                    <source><bold>Revista de Educación a Distancia</bold> (RED)</source>
                    <volume>17</volume>
                    <issue>55</issue>
                    <year>2017</year>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="https://revistas.um.es/red/article/view/315331"
                            >https://revistas.um.es/red/article/view/315331</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B4">
                <mixed-citation>ATMACA, Ç. Online teaching practicum procedures during the COVID-19
                    pandemic in Turkish EFL context. <bold>E-Learning and Digital Media</bold>, vol.
                    0, n. 0, 2023. DOI: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.1177/20427530231156677"
                        >https://doi.org/10.1177/20427530231156677</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>ATMACA</surname>
                            <given-names>Ç.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Online teaching practicum procedures during the COVID-19 pandemic
                        in Turkish EFL context</article-title>
                    <source>E-Learning and Digital Media</source>
                    <volume>0</volume>
                    <issue>0</issue>
                    <year>2023</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.1177/20427530231156677</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B5">
                <mixed-citation>BATLLE RODRIGUEZ, J.; GONZALEZ ARGUELLO, Mª V. Las prácticas en
                    línea en la formación de profesores(as) de Español como Lengua Extranjera:
                    Percepciones de los(as) maestrantes. <bold>RMIE</bold> [online]. vol.27, n.93,
                    pp.387-405, 2022. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1405-66662022000200387&amp;lng=es&amp;nrm=iso"
                        >http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1405-66662022000200387&amp;lng=es&amp;nrm=iso</ext-link>
                    Epub 06-Jun-2022. ISSN 1405-6666.</mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>BATLLE RODRIGUEZ</surname>
                            <given-names>J.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>GONZALEZ ARGUELLO</surname>
                            <given-names>Mª V.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Las prácticas en línea en la formación de profesores(as) de
                        Español como Lengua Extranjera: Percepciones de los(as)
                        maestrantes</article-title>
                    <source><bold>RMIE</bold> [online]</source>
                    <volume>27</volume>
                    <issue>93</issue>
                    <fpage>387</fpage>
                    <lpage>405</lpage>
                    <year>2022</year>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1405-66662022000200387&amp;lng=es&amp;nrm=iso"
                            >http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1405-66662022000200387&amp;lng=es&amp;nrm=iso</ext-link>
                        Epub 06-Jun-2022. ISSN 1405-6666.</comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B6">
                <mixed-citation>BERGMANN, J. C. F.; DA SILVA, M. O processo reflexivo na formação
                    inicial de professores: diários virtuais na educação a distância. <bold>Revista
                        Diálogo Educacional</bold>, v. 13, n. 40, p. 999–1020, 2013. DOI: <ext-link
                        ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.7213/dialogo.educ.13.040.DS09."
                        >https://doi.org/10.7213/dialogo.educ.13.040.DS09.</ext-link> Disponível em:
                        <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/2980"
                        >https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/2980</ext-link>.</mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>BERGMANN</surname>
                            <given-names>J. C. F.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>DA SILVA</surname>
                            <given-names>M.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>O processo reflexivo na formação inicial de professores: diários
                        virtuais na educação a distância</article-title>
                    <source>Revista Diálogo Educacional</source>
                    <volume>13</volume>
                    <issue>40</issue>
                    <fpage>999</fpage>
                    <lpage>1020</lpage>
                    <year>2013</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.7213/dialogo.educ.13.040.DS09</pub-id>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/2980"
                            >https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/2980</ext-link>.</comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B7">
                <mixed-citation>BERGMANN, J. C. F.; NUNES, M.; POLICARPO, M. de S.; FONSECA, P. C.
                    Desafios práticos na formação docente para o uso de aplicativos como recursos
                    educacionais. <bold>Perspectiva</bold>, v. 39, n. 1, p. 1–19, 2021. DOI:
                        <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.5007/2175-795X.2021.e66030."
                        >https://doi.org/10.5007/2175-795X.2021.e66030.</ext-link> Disponível em:
                        <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/66030"
                        >https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/66030</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>BERGMANN</surname>
                            <given-names>J. C. F.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>NUNES</surname>
                            <given-names>M.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>POLICARPO</surname>
                            <given-names>M. de S.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>FONSECA</surname>
                            <given-names>P. C.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Desafios práticos na formação docente para o uso de aplicativos
                        como recursos educacionais</article-title>
                    <source>Perspectiva</source>
                    <volume>39</volume>
                    <issue>1</issue>
                    <fpage>1</fpage>
                    <lpage>19</lpage>
                    <year>2021</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.5007/2175-795X.2021.e66030</pub-id>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/66030"
                            >https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/66030</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B8">
                <mixed-citation>DAL’AGNOL, S., LINO, R., GOLLO, S. S., SILVA, A. F., &amp; BOTTONI,
                    J. Uso de redes sociais virtuais na sala de aula: um estudo exploratório com
                    estudantes (p. 121-137). In M. P. Silva (Org.), <bold>Comunicação, mídias e
                        educação</bold> 3. Ponta Grossa, PR: Atena, 2019.</mixed-citation>
                <element-citation publication-type="book">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>DAL’AGNOL</surname>
                            <given-names>S.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>LINO</surname>
                            <given-names>R.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>GOLLO</surname>
                            <given-names>S. S.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>SILVA</surname>
                            <given-names>A. F.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>BOTTONI</surname>
                            <given-names>J.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <chapter-title>Uso de redes sociais virtuais na sala de aula: um estudo
                        exploratório com estudantes</chapter-title>
                    <fpage>121</fpage>
                    <lpage>137</lpage>
                    <person-group person-group-type="compiler">
                        <name>
                            <surname>Silva</surname>
                            <given-names>M. P.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <source>Comunicação, mídias e educação 3</source>
                    <publisher-loc>Ponta Grossa, PR</publisher-loc>
                    <publisher-name>Atena</publisher-name>
                    <year>2019</year>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B9">
                <mixed-citation>GARCIA, P. B.; ROSA, M. D’A.; BERGMANN, J. C. F. Reflexões sobre as
                    práticas de observação dos estagiários em Letras-Espanhol na educação a
                    distância. <bold>TECNOLOGIA EDUCACIONAL</bold>, v. 223, p. 102-114, 2018.
                    Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="http://abt-br.org.br/wp-content/uploads/2019/09/223.pdf"
                        >http://abt-br.org.br/wp-content/uploads/2019/09/223.pdf</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>GARCIA</surname>
                            <given-names>P. B.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>ROSA</surname>
                            <given-names>M. D’A.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>BERGMANN</surname>
                            <given-names>J. C. F.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Reflexões sobre as práticas de observação dos estagiários em
                        Letras-Espanhol na educação a distância</article-title>
                    <source>TECNOLOGIA EDUCACIONAL</source>
                    <volume>223</volume>
                    <fpage>102</fpage>
                    <lpage>114</lpage>
                    <year>2018</year>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="http://abt-br.org.br/wp-content/uploads/2019/09/223.pdf"
                            >http://abt-br.org.br/wp-content/uploads/2019/09/223.pdf</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B10">
                <mixed-citation>GONZÁLEZ ARGÜELLO, Mª V.; MONTMANY MOLINA, B. De dónde venimos y
                    hacia dónde vamos en la formación de profesores de español como lengua
                    extranjera. Em: <bold>REGIT</bold>, v. 14, n. 2, p. 89-101, nov. 2020. ISSN
                    2359-1145. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="http://www.revista.fatecitaqua.edu.br/index.php/regit/article/view/REGIT14-D6"
                        >http://www.revista.fatecitaqua.edu.br/index.php/regit/article/view/REGIT14-D6</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>GONZÁLEZ ARGÜELLO</surname>
                            <given-names>Mª V.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>MONTMANY MOLINA</surname>
                            <given-names>B.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>De dónde venimos y hacia dónde vamos en la formación de
                        profesores de español como lengua extranjera</article-title>
                    <source>REGIT</source>
                    <volume>14</volume>
                    <issue>2</issue>
                    <fpage>89</fpage>
                    <lpage>101</lpage>
                    <month>11</month>
                    <year>2020</year>
                    <comment>ISSN 2359-1145. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="http://www.revista.fatecitaqua.edu.br/index.php/regit/article/view/REGIT14-D6"
                            >http://www.revista.fatecitaqua.edu.br/index.php/regit/article/view/REGIT14-D6</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B11">
                <mixed-citation>GONZÁLEZ-CALVO, G., BARBA-MARTÍN, R. A., BORES-GARCÍA, D., &amp;
                    GALLEGO-LEMA, V. Learning to be a teacher without being in the classroom:
                    COVID-19 as a threat to the professional development of future teachers.
                        <bold>International and Multidisciplinary Journal of Social Sciences</bold>,
                    vol. 9, n. 2, p. 152–177, 2022. DOI: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.17583/rimcis.2020.5783"
                        >https://doi.org/10.17583/rimcis.2020.5783</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>GONZÁLEZ-CALVO</surname>
                            <given-names>G.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>BARBA-MARTÍN</surname>
                            <given-names>R. A.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>BORES-GARCÍA</surname>
                            <given-names>D.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>GALLEGO-LEMA</surname>
                            <given-names>V.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Learning to be a teacher without being in the classroom: COVID-19
                        as a threat to the professional development of future
                        teachers</article-title>
                    <source>International and Multidisciplinary Journal of Social Sciences</source>
                    <volume>9</volume>
                    <issue>2</issue>
                    <fpage>152</fpage>
                    <lpage>177</lpage>
                    <year>2022</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.17583/rimcis.2020.5783</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B12">
                <mixed-citation>HERRERA, F. y SANS, N. (eds.) <bold>La gestión del aula de
                        español</bold>. Desafíos y actuaciones. Barcelona: Difusión,
                    2020.</mixed-citation>
                <element-citation publication-type="book">
                    <person-group person-group-type="editor">
                        <name>
                            <surname>HERRERA</surname>
                            <given-names>F.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>SANS</surname>
                            <given-names>N.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <source><bold>La gestión del aula de español</bold>. Desafíos y
                        actuaciones</source>
                    <publisher-loc>Barcelona</publisher-loc>
                    <publisher-name>Difusión</publisher-name>
                    <year>2020</year>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B13">
                <mixed-citation>INSTITUTO CERVANTES. <bold>Las competencias clave del profesorado de
                        lenguas segundas y extranjeras</bold>. Madrid: Instituto Cervantes, 2012.
                    Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/competencias/default.htm"
                        >https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/competencias/default.htm</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="book">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <collab>INSTITUTO CERVANTES</collab>
                    </person-group>
                    <source>Las competencias clave del profesorado de lenguas segundas y
                        extranjeras</source>
                    <publisher-loc>Madrid</publisher-loc>
                    <publisher-name>Instituto Cervantes</publisher-name>
                    <year>2012</year>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/competencias/default.htm"
                            >https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/competencias/default.htm</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B14">
                <mixed-citation>LIBERALI, F. C. <bold>Formação crítica de educadores: questões
                        fundamentais</bold>. 3ª edição. Campinas, São Paulo: Ed, Pontes,
                    2015.</mixed-citation>
                <element-citation publication-type="book">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>LIBERALI</surname>
                            <given-names>F. C.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <source>Formação crítica de educadores: questões fundamentais</source>
                    <edition>3ª</edition>
                    <publisher-loc>Campinas, São Paulo</publisher-loc>
                    <publisher-name>Ed, Pontes</publisher-name>
                    <year>2015</year>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B15">
                <mixed-citation>MENA OCTAVIO, M.; GONZÁLEZ ARGÜELLO, Mª. V. El potencial de OneNote
                    para el desarrollo de la competencia digital docente. <bold>Tecnología, Ciencia
                        y Educación</bold>, vol. 21, p. 115-154, 2022. DOI: <ext-link
                        ext-link-type="uri" xlink:href="https://doi.org/10.51302/tce.2022.644"
                        >https://doi.org/10.51302/tce.2022.644</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>MENA OCTAVIO</surname>
                            <given-names>M.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>GONZÁLEZ ARGÜELLO</surname>
                            <given-names>Mª. V.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>El potencial de OneNote para el desarrollo de la competencia
                        digital docente</article-title>
                    <source>Tecnología, Ciencia y Educación</source>
                    <volume>21</volume>
                    <fpage>115</fpage>
                    <lpage>154</lpage>
                    <year>2022</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.51302/tce.2022.644</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B16">
                <mixed-citation>MÉNDEZ SANTOS, M.C; PANO ALAMÁN, A. Una aproximación al perfil del
                    profesorado de español como lengua extranjera en línea. En <bold>Revista
                        Internacional de Lenguas Extranjeras</bold>, n. 11, 2019. DOI: <ext-link
                        ext-link-type="uri" xlink:href="https://doi.org/10.17345/rile2636"
                        >https://doi.org/10.17345/rile2636</ext-link> Disponível em: <ext-link
                        ext-link-type="uri" xlink:href="http://revistes.urv.cat/index.php/rile"
                        >http://revistes.urv.cat/index.php/rile</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>MÉNDEZ SANTOS</surname>
                            <given-names>M.C.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>PANO ALAMÁN</surname>
                            <given-names>A.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Una aproximación al perfil del profesorado de español como lengua
                        extranjera en línea</article-title>
                    <source>Revista Internacional de Lenguas Extranjeras</source>
                    <issue>11</issue>
                    <year>2019</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.17345/rile2636</pub-id>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="http://revistes.urv.cat/index.php/rile"
                            >http://revistes.urv.cat/index.php/rile</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B17">
                <mixed-citation>MORALES-LÓPEZ, Y.; ARAYA-ROMÁS, D. Apoyando a los futuros profesores
                    a reflexionar. <bold>Acta Scientiae</bold>, vol. 22, n. 1, p. 88-111, 2020. DOI:
                        <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.17648/acta.scientiae.5641"
                        >https://doi.org/10.17648/acta.scientiae.5641</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>MORALES-LÓPEZ</surname>
                            <given-names>Y.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>ARAYA-ROMÁS</surname>
                            <given-names>D.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Apoyando a los futuros profesores a reflexionar</article-title>
                    <source>Acta Scientiae</source>
                    <volume>22</volume>
                    <issue>1</issue>
                    <fpage>88</fpage>
                    <lpage>111</lpage>
                    <year>2020</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.17648/acta.scientiae.5641</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B18">
                <mixed-citation>NAVARRO SERRANO, P.; JUAN-LÁZARO, O. Las redes sociales como
                    herramienta para la creación de identidad de grupo, gestión de aula y
                    dinamización de los cursos en línea AVE, Aula Virtual de Español, del Instituto
                    Cervantes. En <bold>Actas del III Congreso Internacional SICELE</bold>.
                    Investigación e innovación en ELE. Evaluación y variedad lingüística del
                    español. Madrid: Instituto Cervantes, 2017. Disponível em: <ext-link
                        ext-link-type="uri"
                        xlink:href="http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/sicele/020_navarrojuan.htm"
                        >http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/sicele/020_navarrojuan.htm</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="confproc">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>NAVARRO SERRANO</surname>
                            <given-names>P.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>JUAN-LÁZARO</surname>
                            <given-names>O.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <source>Las redes sociales como herramienta para la creación de identidad de
                        grupo, gestión de aula y dinamización de los cursos en línea AVE, Aula
                        Virtual de Español, del Instituto Cervantes</source>
                    <conf-name>Actas del III Congreso Internacional SICELE. Investigación e
                        innovación en ELE. Evaluación y variedad lingüística del español</conf-name>
                    <publisher-loc>Madrid</publisher-loc>
                    <publisher-name>Instituto Cervantes</publisher-name>
                    <year>2017</year>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/sicele/020_navarrojuan.htm"
                            >http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/sicele/020_navarrojuan.htm</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B19">
                <mixed-citation>RUIZ REY, F. J.; CEBRIÁN-ROBLES, V.; CEBRIÁN DE LA SERNA, M. Redes
                    profesionales en tiempo de Covid19: compartiendo buenas prácticas para el uso de
                    TIC en el prácticum. <bold>Revista Practicum</bold>, vol. 6, n.1, p. 7-25, 2021.
                    DOI: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.24310/RevPracticumrep.v6i1.12283"
                        >https://doi.org/10.24310/RevPracticumrep.v6i1.12283</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>RUIZ REY</surname>
                            <given-names>F. J.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>CEBRIÁN-ROBLES</surname>
                            <given-names>V.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>CEBRIÁN DE LA SERNA</surname>
                            <given-names>M.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Redes profesionales en tiempo de Covid19: compartiendo buenas
                        prácticas para el uso de TIC en el prácticum</article-title>
                    <source>Revista Practicum</source>
                    <volume>6</volume>
                    <issue>1</issue>
                    <fpage>7</fpage>
                    <lpage>25</lpage>
                    <year>2021</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.24310/RevPracticumrep.v6i1.12283</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B20">
                <mixed-citation>SÁNCHEZ GONZÁLEZ, M., MIRÓ AMARANTE, M. L., RUIZ REY, F. J., Y
                    CEBRIÁN DE LA SERNA, M. Evaluación de programas online de capacitación docente
                    sobre innovación y competencias digitales durante la Covid-19: #webinarsUNIA.
                        <bold>RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia</bold>, vol. 25,
                    n. 1, p. 121-140, 2022. DOI: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.5944/ried.25.1.30763"
                        >https://doi.org/10.5944/ried.25.1.30763</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>SÁNCHEZ GONZÁLEZ</surname>
                            <given-names>M.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>MIRÓ AMARANTE</surname>
                            <given-names>M. L.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>RUIZ REY</surname>
                            <given-names>F. J.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>Y CEBRIÁN DE LA SERNA</surname>
                            <given-names>M.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Evaluación de programas online de capacitación docente sobre
                        innovación y competencias digitales durante la Covid-19:
                        #webinarsUNIA</article-title>
                    <source>RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia</source>
                    <volume>25</volume>
                    <issue>1</issue>
                    <fpage>121</fpage>
                    <lpage>140</lpage>
                    <year>2022</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.5944/ried.25.1.30763</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B21">
                <mixed-citation>SANTOS, R. O. dos. Algoritmos, engajamento, redes sociais e
                    educação. <bold>Acta Educ.,</bold> Maringá, v. 44, 2022. DOI: <ext-link
                        ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.4025/actascieduc.v44i1.52736"
                        >https://doi.org/10.4025/actascieduc.v44i1.52736</ext-link>.</mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>SANTOS</surname>
                            <given-names>R. O. dos</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Algoritmos, engajamento, redes sociais e educação</article-title>
                    <source>Acta Educ</source>
                    <publisher-loc>Maringá</publisher-loc>
                    <volume>44</volume>
                    <year>2022</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.4025/actascieduc.v44i1.52736</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B22">
                <mixed-citation>SEPULVEDA-ESCOBAR, P.; MORRISON, A. Online teaching placement during
                    the COVID-19, pandemic in Chile: challenges and opportunities. <bold>European
                        Journal of Teacher Education</bold>, vol. 43, n. 4, p. 587–607, 2020. DOI:
                        <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.1080/02619768.2020.1820981"
                        >https://doi.org/10.1080/02619768.2020.1820981</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>SEPULVEDA-ESCOBAR</surname>
                            <given-names>P.</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>MORRISON</surname>
                            <given-names>A.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Online teaching placement during the COVID-19, pandemic in Chile:
                        challenges and opportunities</article-title>
                    <source>European Journal of Teacher Education</source>
                    <volume>43</volume>
                    <issue>4</issue>
                    <fpage>587</fpage>
                    <lpage>607</lpage>
                    <year>2020</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.1080/02619768.2020.1820981</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B23">
                <mixed-citation>SINGH, V. K. El uso de las nuevas tecnologías en la enseñanza a
                    distancia de español como lengua extranjera en la India. En: María Pilar Celma
                    Valero, María Jesús Gómez del Castillo y Susana Heikel (eds.), El español en la
                    era digital. <bold>Actas del XLVIII Congreso Internacional de la AEPE</bold>
                    (Asociación Europea de Professores de Español). Valladolid: Campus
                    Encuadernaciones, 2014. Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/aepe/pdf/congreso_48/congreso_48_22.pdf"
                        >https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/aepe/pdf/congreso_48/congreso_48_22.pdf</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="book">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>SINGH</surname>
                            <given-names>V. K.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <chapter-title>El uso de las nuevas tecnologías en la enseñanza a distancia de
                        español como lengua extranjera en la India</chapter-title>
                    <person-group person-group-type="editor">
                        <name>
                            <surname>Valero</surname>
                            <given-names>María Pilar Celma</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>del Castillo</surname>
                            <given-names>María Jesús Gómez</given-names>
                        </name>
                        <name>
                            <surname>Heikel</surname>
                            <given-names>Susana</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <source>El español en la era digital. <bold>Actas del XLVIII Congreso
                            Internacional de la AEPE</bold> (Asociación Europea de Professores de
                        Español)</source>
                    <publisher-loc>Valladolid</publisher-loc>
                    <publisher-name>Campus Encuadernaciones</publisher-name>
                    <year>2014</year>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/aepe/pdf/congreso_48/congreso_48_22.pdf"
                            >https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/aepe/pdf/congreso_48/congreso_48_22.pdf</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B24">
                <mixed-citation>TRUJILLO, F. Sentido común pedagógico frente a la crisis del
                    coronavirus. <bold>Educación 3.0</bold>, 2020. Disponível em: <ext-link
                        ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://www.educaciontrespuntocero.com/opinion/exceso-de-deberes-para-los-estudiantes-coronavirus/"
                        >https://www.educaciontrespuntocero.com/opinion/exceso-de-deberes-para-los-estudiantes-coronavirus/</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="webpage">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>TRUJILLO</surname>
                            <given-names>F.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>Sentido común pedagógico frente a la crisis del
                        coronavirus</article-title>
                    <source>Educación 3.0</source>
                    <year>2020</year>
                    <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri"
                            xlink:href="https://www.educaciontrespuntocero.com/opinion/exceso-de-deberes-para-los-estudiantes-coronavirus/"
                            >https://www.educaciontrespuntocero.com/opinion/exceso-de-deberes-para-los-estudiantes-coronavirus/</ext-link></comment>
                </element-citation>
            </ref>
            <ref id="B25">
                <mixed-citation>ZABALZA, M.A. El Practicum y las prácticas externas en la formación
                    universitaria. <bold>Revista Practicum,</bold> vol. 1, n. 1, 2016. DOI:
                        <ext-link ext-link-type="uri"
                        xlink:href="https://doi.org/10.24310/RevPracticumrep.v1i1.8254"
                        >https://doi.org/10.24310/RevPracticumrep.v1i1.8254</ext-link></mixed-citation>
                <element-citation publication-type="journal">
                    <person-group person-group-type="author">
                        <name>
                            <surname>ZABALZA</surname>
                            <given-names>M.A.</given-names>
                        </name>
                    </person-group>
                    <article-title>El Practicum y las prácticas externas en la formación
                        universitaria</article-title>
                    <source>Revista Practicum</source>
                    <volume>1</volume>
                    <issue>1</issue>
                    <year>2016</year>
                    <pub-id pub-id-type="doi">10.24310/RevPracticumrep.v1i1.8254</pub-id>
                </element-citation>
            </ref>
        </ref-list>
    </back>
</article>
