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<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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                <journal-title>PERSPECTIVA: REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA
                    EDUCAÇÃO</journal-title>
                <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">PERSPECTIVA: REVISTA DO CENTRO DE
                    CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO</abbrev-journal-title>
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            <issn pub-type="epub">2175-795X</issn>
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                <publisher-name>Universidade Federal de Santa Catarina</publisher-name>
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            <article-id pub-id-type="doi">10.5007/2175-795X.2024.e93666</article-id>
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                <subj-group subj-group-type="heading">
                    <subject>Artigo</subject>
                </subj-group>
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                <article-title>¿Cómo debería ser la formación de los tutores de prácticas? Análisis
                    de las expectativas y percepciones de profesores en formación de español como
                    lengua extranjera (ELE)</article-title>
                <trans-title-group xml:lang="pt">
                    <trans-title>Como deve ser a formação dos supervisores de estágio? Análise das
                        expectativas e percepções de professores em formação de espanhol como língua
                        estrangeira (ELE)</trans-title>
                </trans-title-group>
                <trans-title-group xml:lang="en">
                    <trans-title>How should the training of internship tutors be? Analysis of the
                        expectations and perceptions of teachers in training of Spanish as a foreign
                        language (ELE)</trans-title>
                </trans-title-group>
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                <contrib contrib-type="author">
                    <contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-5184-6546</contrib-id>
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                        <surname>Hernández</surname>
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                <contrib contrib-type="author">
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                        <surname>Méndez</surname>
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            <lpage>24</lpage>
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                    <license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a
                        licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e
                        reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original
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            <abstract>
                <title>Resumen</title>
                <p>En numerosos programas de grado, máster y postgrado para formación de profesores
                    de español como lengua extranjera (ELE) se incluyen prácticas docentes con el
                    fin de que los alumnos, profesores en formación (PF), apliquen los conocimientos
                    teóricos adquiridos a la práctica del aula. Una figura importante en el
                    desarrollo de dichas prácticas es el tutor, que suele ser un docente encargado
                    de guiar y asesorar al PF. Sin embargo, no hay consenso en cuanto a las
                    funciones del tutor y a la formación que debería tener para realizar su cometido
                    de forma profesional. El objetivo de este artículo es conocer mejor las
                    expectativas y percepciones de los PF en torno a las prácticas docentes,
                    centradas en ELE pero extensibles a otros programas de lenguas. Basándonos en
                    datos previos procedentes de un focus group realizado con PF, tutores y
                    coordinadores de prácticas y del pilotaje de los materiales generados en el
                    proyecto Erasmus+ “DCP_Tusele: desarrollo de las competencias pedagógicas del
                    tutor”, realizamos un estudio piloto mediante cuestionarios administrados a PF,
                    antes y después de realizar las prácticas, poniendo el foco en la figura del
                    tutor. Así pues, esta investigación aporta la perspectiva de los PF respecto al
                    acompañamiento que debe realizar un tutor de prácticas. Al final proponemos
                    algunos aspectos que deberían estar incluidos en el diseño de una oferta
                    formativa específica para los tutores de prácticas y que giran en torno a su
                    función de mediación pedagógica con los PF para poder contribuir a que estos se
                    conviertan en profesionales reflexivos.</p>
            </abstract>
            <trans-abstract xml:lang="pt">
                <title>Resumo</title>
                <p>Numerosos programas de graduação, mestrado e pós-graduação para a formação de
                    professores de espanhol como língua estrangeira (ELE) incluem práticas de ensino
                    para que os alunos, professores em formação (PF), apliquem os conhecimentos
                    teóricos adquiridos à prática de sala de aula. Uma figura importante no
                    desenvolvimento dessas práticas é o supervisor, que geralmente é um professor
                    encarregado de orientar e aconselhar o PF. No entanto, não há consenso quanto às
                    funções do supervisor e à formação que deve ter para o desempenho profissional
                    das suas funções. O objetivo deste artigo é entender melhor as expectativas e
                    percepções dos PF em relação às práticas de ensino, focadas em ELE, mas
                    extensíveis a outros programas de idiomas. Com base em dados anteriores de um
                    grupo focal realizado com PF, supervisores e coordenadores de estágio e da
                    pilotagem dos materiais gerados no projeto Erasmus+ "DCP_Tusele: desenvolvimento
                    das competências pedagógicas do supervisor", realizamos um estudo piloto através
                    de questionários aplicados ao PF, antes e depois da realização das práticas,
                    tendo como foco a figura do supervisor. Assim, esta pesquisa traz a perspectiva
                    do PF quanto ao acompanhamento que um supervisor de estágio deve realizar. No
                    final, propomos alguns aspectos que devem ser contemplados na concessão de uma
                    oferta formativa específica para supervisores de estágio e que girem em torno do
                    seu papel de mediação pedagógica junto dos PF de forma a ajudá-los a tornarem-se
                    profissionais reflexivos.</p>
            </trans-abstract>
            <trans-abstract xml:lang="en">
                <title>Abstract</title>
                <p>Numerous undergraduate, master's and postgraduate programs for the training of
                    teachers of Spanish as a foreign language (ELE) include teaching practices so
                    that students, teachers in training (PF), apply the theoretical knowledge
                    acquired to classroom practice. An important figure in the development of these
                    practices is the mentor, who is usually a teacher in charge of guiding and
                    advising the PF. However, there is no consensus regarding his tasks and the
                    training they should have to carry out their duties professionally. The aim of
                    our paper is to better know the expectations and perceptions of FPs regarding
                    teaching practices, focused on ELE but extendable to other language programs. On
                    the basis of previous data collected through a focus group with FPs, mentors and
                    internship coordinators and through the piloting of the materials generated in
                    the Erasmus+ project "DCP_Tusele: Development of the pedagogical skills of the
                    internship mentor in the teaching of Spanish as a foreign language", we
                    conducted a pilot study using questionnaires administered to FPs before and
                    after the internship, focusing on the role of the mentor. Therefore, this
                    research contributes the perspective of the PF regarding the accompaniment that
                    a mentor should provide. At the end we suggest some aspects that should be
                    included in the design of a specific training for internship tutors and that
                    refer to their role as pedagogical mediators with the FPs and how they can help
                    them become reflective professionals.</p>
            </trans-abstract>
            <kwd-group xml:lang="es">
                <title>Palabras clave:</title>
                <kwd>Tutores de prácticas</kwd>
                <kwd>Prácticas docentes</kwd>
                <kwd>Formación de profesores</kwd>
            </kwd-group>
            <kwd-group xml:lang="pt">
                <title>Palavras-chave:</title>
                <kwd>Supervisores de estágio</kwd>
                <kwd>Estágios de ensino</kwd>
                <kwd>Formação de professores</kwd>
            </kwd-group>
            <kwd-group xml:lang="es">
                <title>Keywords:</title>
                <kwd>Internship tutors</kwd>
                <kwd>Teaching internships</kwd>
                <kwd>Teacher training</kwd>
            </kwd-group>
        </article-meta>
    </front>
    <body>
        <sec sec-type="intro">
            <title>Introducción</title>
            <p>Las prácticas docentes suelen estar incluidas como asignatura o como módulo en los
                programas formativos para los profesores de <italic>español como lengua
                    extranjera</italic> (ELE, en adelante), bien sean licenciaturas, maestrías,
                diplomaturas o incluso postgrados, aunque “la especialización en la mayoría de los
                casos deviene de combinar varios tipos de formación” (<xref ref-type="bibr"
                    rid="B23">Méndez Santos, 2021, P. 42</xref>). En algunos casos, el periodo de
                prácticas se contempla como actividad curricular y, en otros, es de carácter
                voluntario. En todo caso, podemos partir de la base de que, en general, estas
                suponen para numerosos profesores en formación (PF, en adelante) la primera toma de
                contacto con el aula y, por tanto, la primera ocasión de establecer relaciones entre
                los presupuestos teóricos aprendidos en el programa formativo y la práctica
                docente.</p>
            <p>Generalmente, los profesionales encargados de guiar y asesorar a los PF son los
                tutores de prácticas, que cumplen diversas funciones, que van desde facilitar el
                acceso de los PF al centro de prácticas, permitir que observen sus clases,
                asesorarlos y darles retroalimentación en las planificaciones de clase que los PF
                elaboren, observar a su vez sus clases y ofrecerles <italic>feedback</italic> al
                respecto y, en algunos casos, incluso evaluar su actuación durante el periodo de
                prácticas. Dichos tutores suelen ser una guía importante para los PF en el paso
                gradual de la teoría a la práctica docente y, por tanto, personas clave en la
                formación de los docentes de ELE. No obstante, no existe una formación específica y
                generalizada que contribuya a profesionalizar la tutorización de las prácticas
                docentes en este ámbito. Dicha formación debería considerar, por una parte, las
                expectativas y necesidades de los PF y, por otra, tener en cuenta las percepciones
                de PF que ya han finalizado sus prácticas.</p>
            <p>Por todo ello, los objetivos de este trabajo son (1) analizar y comparar las
                expectativas y percepciones de los PF de dos centros educativos, Internationale
                Hochschule SDI München (Alemania) y Universidad de Guanajuato (México) y (2) extraer
                los aspectos relevantes para la formación de los tutores de prácticas en el ámbito
                de ELE.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Marco teórico</title>
            <sec>
                <title>El papel de las prácticas en la formación docente</title>
                <p>Autores como Imbernón consideran las prácticas no solo como una asignatura más,
                    sino que creen que estas deberían ser “el eje de la formación del profesorado”
                        <xref ref-type="bibr" rid="B11">(1994, p. 54)</xref>. Este autor incide en
                    esta idea mucho más recientemente al considerar “la práctica reflexiva y
                    tutorizada” <xref ref-type="bibr" rid="B12">(2021, p. 3)</xref> como uno de los
                    cuatro ejes en los que debería sustentarse una formación docente informada por
                    la investigación. En el ámbito de ELE, un estudio a gran escala sobre el perfil
                    de los profesores de esta disciplina en todo el mundo llegó a la conclusión de
                    que la realización de prácticas docentes es recomendable para mejorar el perfil
                    de los profesores (<xref ref-type="bibr" rid="B28">Muñoz-Basols;
                        Rodríguez-Lifante; Cruz-Moya, 2017</xref>). Por otra parte, <xref
                        ref-type="bibr" rid="B19">López-García (2018)</xref> también constató la
                    necesidad percibida por los profesores noveles de realizar un gran número de
                    horas de prácticas.</p>
                <p>No obstante, el hecho de tener que enfrentarse a la realización de un periodo de
                    prácticas es algo que preocupa a numerosos PF y que llega a causarles ansiedad
                    docente (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Li; Xie; Zeng, 2023</xref>). Esta ha
                    sido ampliamente estudiada por <xref ref-type="bibr" rid="B24">Merç
                        (2010)</xref>, por lo que parece necesario encontrar enfoques e instrumentos
                    que contribuyan a paliar dicha ansiedad. Uno de los documentos de mayor difusión
                    de los que describen las competencias docentes (<xref ref-type="bibr" rid="B13"
                        >Instituto Cervantes, 2012</xref>) se centra en los docentes de la propia
                    institución, por lo que consideramos oportuno ampliar esa información a las
                    competencias que perciben los PF como necesarias. En este sentido, <xref
                        ref-type="bibr" rid="B19">López-García (2018)</xref> constata claras
                    discrepancias entre el perfil competencial incluido en dicho documento y las
                    expectativas de profesores noveles, alumnos de posgrado. Por tanto, resulta
                    relevante estudiar las expectativas de los PF en cuanto a la realización de las
                    prácticas docentes. Solo de esta forma podremos saber cómo se articula su
                    pensamiento, qué necesidades de aprendizaje tienen y, por ende, cómo se debería
                    articular un programa formativo para tutores de prácticas.</p>
                <p>De la misma forma que los programas formativos han ido cambiando a lo largo del
                    tiempo, la concepción de las prácticas también lo ha hecho, pasando desde etapas
                    prescriptivas, en las que se esperaba que los profesores en formación observaran
                    clases y replicaran esos modelos en su práctica docente (<xref ref-type="bibr"
                        rid="B7">González; Montmany, 2020</xref>), hasta llegar a una práctica
                    centrada en la reflexión (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Lacorte; Reyes-Torres,
                        2021</xref> / <xref ref-type="bibr" rid="B3">Esteve; Alsina, 2010</xref>),
                    en la que se propicia que los PF analicen tanto lo que observan en otros
                    profesores como los conocimientos teóricos y su propia práctica, evitando
                    replicar simplemente lo observado.</p>
                <p>Dicho enfoque reflexivo no es nuevo, fue puesto de relieve tanto por <xref
                        ref-type="bibr" rid="B4">Dewey (1933)</xref>, como por <xref ref-type="bibr"
                        rid="B33">Schön (1983)</xref>. Ambos se centraban en el aprendizaje en la
                    acción, que se basa en la reflexión de y en la propia práctica. Por su parte,
                        <xref ref-type="bibr" rid="B6">Farrell (2013)</xref> considera la reflexión
                    sobre la práctica como elemento esencial, no solo en la formación docente, sino
                    también durante toda la vida profesional.</p>
                <p>En lo que respecta a la enseñanza de ELE en particular, es posible afirmar que
                    una de las características de dicha docencia es que tanto los profesores de esta
                    disciplina, como los PF y los tutores de prácticas están repartidos por todo el
                    mundo. Por tanto, es necesario estudiar tanto los contextos de inmersión, al que
                    se adscribe la Universidad de Guanajuato, como los de no inmersión, por ejemplo,
                    en el caso de la Internationale Hochschule SDI München.</p>
                <p>La enorme variedad de contextos profesionales, la creciente diversidad en las
                    aulas de ELE y la propia diversidad y pluricentrismo del español (<xref
                        ref-type="bibr" rid="B28">Muñoz-Basols; Rodríguez-Lifante; Cruz-Moya,
                        2017</xref> / Iglesias Casal; Ramos <xref ref-type="bibr" rid="B25">Méndez,
                        2020</xref> / Mendez Santos; Hidalgo Gallardo; Pano Alamán, 2020) nos lleva
                    a considerar la creciente importancia de dos aspectos: el papel del
                    plurilingüismo y el de la competencia intercultural en las prácticas docentes.
                    En este estudio solo los tratamos de forma exploratoria, con el objetivo de
                    ampliar la información específica sobre estos ámbitos en un futuro próximo.</p>
                <p>Esto es así porque las aulas de ELE son crecientemente plurilingües, por lo que
                    conviene que los PF aprendan a gestionar este aspecto en su formación, tanto
                    teórica como práctica. Consideramos la competencia plurilingüe dado que en las
                    prácticas intervienen las diferentes lenguas de los actores implicados: PF,
                    tutor y alumnos de ELE con los que el PF realiza las prácticas. En un estudio
                    realizado por <xref ref-type="bibr" rid="B36">Shank Lauwo, Accurso y Rajagopal
                        (2022)</xref> quedó claro que los PF desean adquirir experiencias y
                    estrategias para una pedagogía plurilingüe, tanto en las asignaturas teóricas,
                    como en sus prácticas docentes. Además, sus expectativas incluyen poder emplear
                    y seguir desarrollando sus repertorios plurilingües en el trabajo con los
                    alumnos.</p>
                <p>Por otra parte, existe consenso en cuanto a la necesidad de que los docentes de
                    ELE desarrollen su competencia intercultural (<xref ref-type="bibr" rid="B16"
                        >Lallana; Salamanca, 2020</xref> / <xref ref-type="bibr" rid="B35">Sercu
                            <italic>et al</italic>., 2005</xref>). Ahora bien, conviene delimitar
                    qué significa esto para los tutores de prácticas y para su formación. <xref
                        ref-type="bibr" rid="B32">Randall y Thornton (2001)</xref> apuntan que, en
                    el caso de que el tutor y el profesor a su cargo pertenezcan al mismo ámbito
                    cultural, probablemente surgirán menos dificultades en el proceso de
                    tutorización. Sin embargo, estos autores también exponen la posibilidad de que
                    diferentes dimensiones culturales (por ejemplo, colectivismo
                        <italic>versus</italic> individualismo, mayor o menor tolerancia a la
                    ambigüedad, etc.) influyan de forma distinta en los roles de tutor y PF.</p>
            </sec>
        </sec>
        <sec>
            <title>Observación: observar y ser observado</title>
            <p>En línea con lo expuesto en el apartado anterior, <xref ref-type="bibr" rid="B5"
                    >Esteve, Melief y Alsina (2010)</xref> consideran que la observación es un
                elemento clave para propiciar la reflexión; pero para abordarla conviene emplear
                instrumentos específicos, como plantillas o grabaciones de clase, que cada docente o
                tutor de prácticas puede elaborar por sí mismo (<xref ref-type="bibr" rid="B32"
                    >Randall; Thornton, 2001</xref>).</p>
            <p>De hecho, en los procesos formativos, “[…] una de las actividades para preparar a los
                profesores noveles consiste en observar profesores experimentados para recuperar
                referentes que le permitan al profesor novel configurar un bagaje que lo prepare
                para su propia práctica de clase” (<xref ref-type="bibr" rid="B21">Macías, 2021, p.
                    12</xref>). Dicha observación, acompañada de reflexión, es una actividad
                fundamental en la formación docente, por lo que es posible afirmar que realizarla
                durante el periodo de prácticas contribuye a la construcción de la identidad docente
                    (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Borg, 2006</xref>).</p>
            <p>En relación con el periodo de prácticas, se consideran dos perspectivas de la
                observación desde el punto de vista del PF: (1) este observa en acción a su tutor ‒
                generalmente un docente experimentado-con el fin de reflexionar sobre las
                estrategias que aplica en el aula y, por otra parte, (2) es observado por su tutor,
                del que recibe retroalimentación.</p>
            <p>Según el <italic>modelo de las cuatro R</italic> de <xref ref-type="bibr" rid="B30"
                    >Page (2017)</xref>, los PF se encuentran o bien en el estadio 1
                    (<italic>Readiness Stage</italic>), es decir, al inicio de su formación
                práctica, preparados para aprender, pero preocupados por si están haciendo las cosas
                bien y más bien estresados por el hecho de ser observados; o bien en el estado 2
                    (<italic>Receptive Stage</italic>), en el que suelen estar los alumnos de
                programas formativos, acostumbrados al hecho de ser observados y receptivos al
                aprendizaje que pueden alcanzar mediante ese proceso, siempre y cuando los objetivos
                de dicha observación sean claros. No obstante, en ambos casos, la observación puede
                ser fuente de ansiedad (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Li; Xie; Zeng, 2023</xref>).
                Una forma de abordar esta situación puede consistir en integrar enfoques de
                    <italic>coaching</italic> en procesos de observación (<xref ref-type="bibr"
                    rid="B26">Miles, 2017</xref>). Según esta autora, mientras que los procesos de
                    <italic>mentoring</italic> parten de que docentes expertos comparten experiencia
                y consejos para conseguir el objetivo del desarrollo del PF; el enfoque de
                    <italic>coaching</italic> se basa, no en dar consejos directamente, sino en
                preguntar para promover la reflexión del PF para así elicitar gradualmente su
                trayectoria hacia el cambio, "[...] ser consciente de lo que piensa para saber si es
                coherente con lo que hace y si todo ello es realmente una actitud positiva que
                favorezca el aprendizaje” (<xref ref-type="bibr" rid="B22">Méndez Santos, 2015, P.
                    682</xref>). Esta propuesta está en línea con los enfoques reflexivos ya
                mencionados.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Papel del tutor</title>
            <p>Si bien la duración, el formato y las características de las prácticas docentes que
                se incluyen en los currículos pueden variar, lo que suele ser común a casi todos
                ellos es la figura de un tutor de prácticas, quien es una persona designada por el
                centro que en muchas ocasiones asume esta tarea de forma adicional a su carga de
                trabajo. En el tutor reside gran parte de las funciones de organizar, orientar,
                retroalimentar y evaluar las prácticas desarrolladas. En la mayoría de los casos,
                para realizar dichas funciones, los tutores se basan en su propia experiencia
                docente, que en algunos casos comparte con los PF a los que tutorizan. Esta variedad
                y complejidad de funciones queda recogida por <xref ref-type="bibr" rid="B32"
                    >Randall y Thornton (2001)</xref>, que las dividen en (1) roles técnicos y
                evaluativos, orientados a las competencias docentes y la evaluación, especialmente
                formativa; y, (2) roles personales o de desarrollo, por los que se encargan de
                motivar al PF, generar confianza en él, asesorarlo, integrarlo en el centro de
                prácticas, ayudarle a resolver problemas y contribuir a disminuir su ansiedad.</p>
            <p>Tomando como punto de partida el enfoque reflexivo de <xref ref-type="bibr" rid="B34"
                    >Schön (1987)</xref>, tanto <italic>reflection-in-action</italic> como
                    <italic>reflection-on-action</italic>, <xref ref-type="bibr" rid="B32">Randall y
                    Thornton (2001)</xref> afirman que el tutor cumple una función de
                    <italic>coach</italic> y ayuda al PF a examinar su práctica docente de forma
                progresiva y estructurada, contribuyendo a su formación como docente autónomo. Vemos
                aquí ya presente el enfoque de <italic>coaching</italic> defendido con mayor firmeza
                por <xref ref-type="bibr" rid="B26">Miles (2017)</xref>.</p>
            <p>En definitiva, el tutor realiza un trabajo de mediación pedagógica con el PF. En este
                sentido, consideramos que se puede aplicar, en sentido figurado, la siguiente
                definición de mediación: “Mediation [...] is a process of learning to ‘read’ a new
                linguistic and cultural system and transfer these meanings to another linguistic and
                cultural system” (<xref ref-type="bibr" rid="B14">Kohler, 2015, P. 4</xref>). Es
                decir, se trata de que los PF aprendan a “leer” significados didácticos y
                pedagógicos a partir de las observaciones que realizan de docentes experimentados y
                que aprendan a transferirlos a su propio contexto de enseñanza.</p>
        </sec>
        <sec sec-type="methods">
            <title>Metodología del estudio</title>
            <p>La realización de la presente investigación es de corte cualitativo descriptivo. En
                ella se abordan las expectativas y percepciones en torno a las prácticas de los
                profesores en formación (PF) que se encuentran preparándose en dos procesos
                formativos distintos: el primero corresponde al Máster Internacional para Profesores
                de Español como Lengua Extranjera ofrecido por la Internationale Hochschule SDI
                München (en adelante, SDI), Alemania, que cursan tantos alumnos que ya tienen cierta
                experiencia en la enseñanza de ELE, como otros que se acercan por primera vez a este
                ámbito; en el segundo se trata de una licenciatura en la Enseñanza de Español como
                Segunda Lengua, en la Universidad de Guanajuato (UGTO), México, como primer
                acercamiento a la enseñanza de español.</p>
            <p>Los datos obtenidos se recolectaron mediante cuestionarios en línea en <italic>Google
                    forms</italic>. Las respuestas nos permitieron analizar desde la perspectiva de
                los PF aspectos relacionados con la observación de clases y el apoyo recibido del
                tutor de prácticas. En cada institución (UGTO y SDI) se recabaron datos por parte de
                los PF en dos momentos: antes y después de las prácticas docentes, para lo que se
                administraron dos cuestionarios diferentes.</p>
            <p>Se obtuvieron datos en dos muestras, la primera correspondiente a los PF antes de las
                prácticas y la segunda sobre los PF después de las prácticas, en ambos centros
                educativos. Los datos generales de los cuestionarios se analizaron y se organizó la
                información en dos secciones, por un lado, aspectos didácticos concretos y, por
                otro, aprendizajes del PF en relación con la competencia docente y los valores. En
                la segunda muestra, después de las prácticas, se representaron los datos en una
                gráfica Excel en la se comparan los adjetivos proporcionados por los informantes de
                ambos centros en cuanto a las características que atribuyen al tutor de prácticas,
                lo que permitirá compararlos, tanto en el número de adjetivos como en la frecuencia
                de uso.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Instrumentos de recolección</title>
            <p>El cuestionario administrado a los PF antes de que realizaran sus prácticas docentes,
                tanto en SDI como en UGTO, se centraba en sus expectativas ante las mismas,
                elicitando información sobre (1) su experiencia sobre observación de clases, tanto
                si ellos habían observado como si habían sido observados; (2) lo que esperaban
                aprender, (3) cómo pensaban que la observación contribuiría a su desarrollo
                profesional y (4) aspectos en los que creían que el tutor de prácticas podía
                ayudarles.</p>
            <p>El cuestionario que se les pasó a los PF que ya habían realizado las prácticas (SDI y
                UGTO) se centraba en (1) sus percepciones en cuanto a los aprendizajes obtenidos,
                (2) ejemplos concretos en los que se hizo patente la ayuda del tutor de prácticas,
                también en relación con ámbitos concretos como la relación entre teoría y práctica,
                (3) el plurilingüismo, (4) la competencia intercultural, (5) la mediación
                pedagógica, (6) la observación y planificación de clases y (7) el desarrollo
                profesional. También se les pidió que expresaran con tres adjetivos cómo debería ser
                un tutor o una tutora de prácticas.</p>
            <p>El periodo de difusión y tiempo para recoger la información de los participantes se
                dio en los meses de noviembre y diciembre de 2022. En la presentación de ambos
                cuestionarios se ofrecía a los interesados la información ética de la investigación,
                explicando primeramente el tema de la investigación, precisando a continuación que
                la participación sería voluntaria y no remunerada, así como que se mantendría en
                todo momento la identidad de los informantes y la confidencialidad de sus datos
                personales. Por último, se ofrecía a los participantes los correos de contacto de
                las investigadoras para que pudieran exponer cualquier duda respecto a la
                investigación o bien para que pudieran retirar su participación.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Participantes antes de la realización de las prácticas docentes (Grupo 1)</title>
            <p>Los participantes son 21 PF, cuyas características formativas son:</p>
            <list list-type="bullet">
                <list-item>
                    <p>Los alumnos de SDI que contestaron al cuestionario específico antes de las
                        prácticas estaban cursando el primer semestre del Máster Internacional para
                        Profesores de ELE, por lo que, en general, su formación específica como
                        docentes de ELE todavía era escasa. De los 11 que contestaron el
                        cuestionario, 6 (SDI/G1/1, SDI/G1/2, SDI/G1/3, SDI/G1/4, SDI/G1/5, SDI/G1/6)
                        ya tenían experiencia de observación, de los cuales 2 ya habían observado y
                        dado <italic>feedback</italic> como formadores de profesores. Las 5 personas
                        restantes (SDI/G1/7, SDI/G1/8, SDI/G1/9, SDI/G1/10, SDI/G1/11) no tenían
                        experiencia alguna de observación. En el momento de participar en el
                        estudio, los PF llevaban aproximadamente dos meses cursando asignaturas
                        sobre bases teóricas de la didáctica de ELE, diseño de cursos y
                        planificación de clases, así como enseñanza de gramática y tratamiento de
                        las destrezas en el aula de ELE.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Por parte de UGTO contestaron 10 estudiantes del primer semestre de la
                        Licenciatura en la Enseñanza de Español como Segunda Lengua, que cuentan con
                        la formación que les aporta el inicio del programa, pero aún no han cursado
                        las materias prácticas. De los informantes, 5 ya tenían experiencia de
                        observación (UGTO/G1/1, UGTO/G1/3, UGTO/G1/6, UGTO/G1/7, UGTO/G1/10) y otros
                        5 no tenían ninguna experiencia previa (UGTO/G1/2, UGTO/G1/4, UGTO/G1/5,
                        UGTO/G1/8, UGTO/G1/9).</p>
                </list-item>
            </list>
        </sec>
        <sec>
            <title>Participantes después de la realización de las prácticas docentes (Grupo
                2)</title>
            <p>Los participantes son 18 PF y sus características formativas son las siguientes:</p>
            <list list-type="bullet">
                <list-item>
                    <p>Los 8 participantes de SDI (códigos SDI/G2/1 hasta SDI/G2/8) eran alumnos del
                        tercer y último semestre del máster, así como antiguos alumnos que hacía
                        menos de un semestre que habían concluido la carrera. Los alumnos de tercer
                        semestre habían realizado las prácticas de forma presencial y casi todos los
                        antiguos alumnos en formato en línea, debido a la pandemia de COVID-19.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Los 10 estudiantes de UGTO se encontraban en el último año del proceso
                        formativo y habían concluido las cuatro primeras materias prácticas
                        (observación, práctica supervisada de gramática, práctica supervisada de
                        habilidades lingüísticas y práctica profesional en pares: análisis y
                        reflexión). Durante el presente estudio, los PF se encontraban realizando
                        las prácticas profesionales tanto de manera presencial como en línea. La
                        codificación para este grupo fue de UGTO/G2/1 hasta UGTO/G2/10.</p>
                </list-item>
            </list>
            <p>El total de los participantes que respondieron los cuestionarios fue N = 39: 19 (SDI)
                y 20 (UGTO).</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Contexto de las prácticas en el Máster Internacional para Profesores de Español
                como Lengua Extranjera, Internationale Hochschule SDI München, Múnich, Alemania
                (SDI)</title>
            <p>Este programa de máster tiene una duración de tres semestres y el módulo de
                prácticas, que son curriculares, se realiza durante el segundo. Al tratarse de un
                máster internacional que se ofrece en formato en línea, los alumnos están repartidos
                por todo el mundo. Por este motivo, realizan las prácticas en contextos educativos
                muy diversos: educación infantil, secundaria y superior; academias de lenguas;
                instituciones de educación de adultos, etc. Pueden realizarlas en formato
                presencial, pero también en línea, en las instituciones que ofrecen cursos de
                español en esta modalidad.</p>
            <p>Antes de las prácticas, en el máster se celebra una jornada de preparación a las
                mismas que gira en torno a dos temas para los que se capacita a los alumnos: la
                observación de clases y la elaboración de un portafolio docente en formato digital.
                Además, durante todo el segundo semestre del máster, la directora del mismo ofrece
                tutorías regulares para guiar a los alumnos en la elaboración del portafolio y para
                que puedan consultar las dudas que les surjan.</p>
            <p>Durante las prácticas propiamente dichas, que no duran más de 4 semanas consecutivas,
                los alumnos deben observar un mínimo de 10 horas de clase e impartir entre 4 y 8
                horas de clase. En cada centro de prácticas hay un tutor que se encarga de acompañar
                al PF durante todo el proceso y cuyas funciones principales son las siguientes:</p>
            <list list-type="bullet">
                <list-item>
                    <p>Facilitarle al alumno las informaciones necesarias sobre el centro de
                        prácticas y los grupos clase con los que va a trabajar, así como acordar
                        calendario y horario con el PF.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Facilitar el acceso para que el PF observe diferentes clases. En ocasiones
                        son las del propio tutor, pero otras veces se observa a otros docentes del
                        mismo centro. Antes de la observación, el tutor explica al PF el desarrollo
                        de la clase a grandes rasgos.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Orientar y dar <italic>feedback</italic> al PF cuando este elabore una
                        planificación, bien sea de una secuencia dentro de una clase, bien de una
                        clase completa. El objetivo es que la clase encaje en el programa que se
                        está siguiendo con el grupo clase, por lo que la supervisión por parte del
                        tutor es muy importante.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Observar las clases que imparta el PF y darle retroalimentación
                        posteriormente en torno a aspectos que tanto el tutor como el PF consideren
                        relevantes.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Emitir una valoración global después de las prácticas que no supone una
                        calificación del módulo, sino que básicamente sirve como
                            <italic>feedback</italic> general para el PF.</p>
                </list-item>
            </list>
            <p>La calificación del módulo de prácticas se realiza a través de un portafolio docente
                digital que el alumno elabora durante las mismas y que se compone de muestras de
                trabajo que documentan los procesos de observación y planificación de clases y de
                una parte importante de reflexión sobre dichos procesos. Esta reflexión tiene dos
                objetivos fundamentales: que el PF esté en condiciones de relacionar conceptos
                teóricos que ha aprendido en las asignaturas del máster con la práctica docente y
                que identifique posibles necesidades formativas que necesite cubrir, aportando
                también un plan de desarrollo profesional que se proponga seguir.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Contexto de las prácticas en la Licenciatura en la Enseñanza de Español como
                Segunda Lengua, Departamento de Lenguas, Universidad de Guanajuato, México
                (UGTO)</title>
            <p>Las prácticas dentro del programa educativo de la Licenciatura en la Enseñanza de
                Español como Segunda Lengua de la Universidad de Guanajuato, incluyen unidades de
                aprendizaje teóricas y prácticas, siendo estas últimas las que pueden observar en la
                    <xref ref-type="fig" rid="F1">Figura 1</xref>.</p>
            <p>
                <fig id="F1">
                    <label>Figura 1</label>
                    <caption>
                        <title>Materias enfocadas en la práctica</title>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e93666-gf01.tif"/>
                </fig>
            </p>
            <p>Las unidades de aprendizaje relacionadas con la práctica se ubican a partir del
                cuarto semestre de la carrera. En concreto, el programa consta de 8 semestres en su
                totalidad. Las materias mencionadas posicionan a los PF en los roles que se aprecian
                en la <xref ref-type="fig" rid="F2">figura 2</xref>.</p>
            <p>
                <fig id="F2">
                    <label>Figura 2</label>
                    <caption>
                        <title>Rol de los profesores en formación en cada materia práctica</title>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e93666-gf02.tif"/>
                </fig>
            </p>
            <p>Las unidades de aprendizaje de práctica supervisada se caracterizan por la práctica
                enfocada en habilidades lingüísticas y gramaticales. El análisis crítico de la
                práctica docente se basa en la experiencia directa y la integración progresiva del
                PF como practicante durante un semestre dentro del aula de la enseñanza de español
                bajo la supervisión de un maestro. Los PF deben realizar 64 horas (32 horas en cada
                unidad de aprendizaje) como asistente-observador.</p>
            <p>Una vez que los PF han culminado su experiencia en la práctica como observadores y
                como observadores asistentes, el programa formativo les ofrece dos unidades
                enfocadas a la Práctica Profesional, tanto en pares como individual. Estas unidades
                de aprendizaje les dan la oportunidad a los PF de realizar la práctica docente en el
                papel de profesores, con una duración de 80 horas por semestre, es decir, un total
                de 160 horas. Esta experiencia formativa se realiza en el último de año de la
                carrera. Dentro de cada una de las unidades de aprendizaje en la licenciatura se
                realiza un portafolio reflexivo, mediante el que los PF cumplen con la práctica
                reflexiva en torno a la experiencia realizada en el centro.</p>
            <p>Para la realización de las actividades de observación, observador-asistente y
                practicante, se cuenta con una relación de centros de lengua (en línea o
                presenciales), tanto en el estado de Guanajuato como fuera de él, así como fuera de
                México, estableciendo un contacto estrecho con los encargados de práctica de los
                centros y compartiendo al inicio de cada periodo los objetivos, así como los
                acuerdos mediante los cuales se realizarán las actividades de los PF. Al finalizar
                el proceso de observación o prácticas, se recaba la información, tanto de los
                tutores como de los profesores en formación, sobre la experiencia realizada.</p>
        </sec>
        <sec sec-type="discussion">
            <title>Análisis de datos y discusión</title>
            <p>En este apartado se exponen los resultados obtenidos de los dos cuestionarios
                aplicados antes (Grupo 1) y después de las prácticas (Grupo 2). Cada apartado de
                resultados se ha dividido en subsecciones, en las que se incluyen los datos que
                permiten el análisis comparado y detallado en cada rubro, tanto en SDI como en UGTO.
                Al final de dichas subsecciones abordamos una discusión de todo el apartado.</p>
            <p>Al realizar el vaciado de las respuestas de los dos cuestionarios pudimos comprobar
                que de ellas emergían dos categorías: (1) una referida a aspectos didácticos
                concretos, es decir, a cuestiones prácticas de aula tales como gestión de la
                interacción, de aula, formas de ofrecer retroalimentación a los alumnos, etc. y
                otra, (2) otra relacionada con el proceso de aprendizaje del profesor en formación,
                especialmente en cuanto a competencias docentes y valores que espera aprender
                observando clases.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Grupo 1. Antes de las prácticas</title>
            <sec>
                <title>Expectativas como observador</title>
                <p>Antes de realizar las prácticas, las expectativas de los PF de SDI se centran
                    claramente en aspectos didácticos concretos, bien en forma de consejos de otros
                    docentes, bien en torno a actividades que el docente realiza en clase, como
                    gestionar el aula, la interacción o los posibles conflictos que puedan surgir,
                    así como el trabajo con las diferentes destrezas. Seguramente los PF, dado que
                    están inmersos en su formación teórica ‒y en este estadio no tienen por qué
                    disponer de experiencia práctica‒ ven la necesidad de relacionar teoría y
                    práctica, es decir, de observar en el aula cómo se aplican los conceptos
                    teóricos que están adquiriendo en el programa de máster.</p>
                <p>Las aportaciones de los participantes de UGTO en cuanto a la didáctica se centran
                    en conceptos generales: “Aprender diferentes estrategias para mantener la
                    atención y motivación del grupo” (UGTO/G1/3). Debido a que para dichos
                    participantes (UGTO) este es su primer proceso formativo, además recién inician
                    el programa y no han cursado materias prácticas, por lo que su conocimiento se
                    centra solamente en su experiencia como estudiantes de una lengua extranjera. En
                    cuanto al proceso de aprendizaje sus expectativas es tener un modelo a seguir en
                    las clases que observan, que les permita ir construyendo su propia formación:
                    “Aprender el tema que imparte el docente y llevarme algún conocimiento conmigo”
                    (UGTO/G1/10).</p>
            </sec>
            <sec>
                <title>Expectativas como persona observada</title>
                <p>Cuando los participantes de SDI reflexionan sobre lo que esperan cuando ellos
                    sean observados, se percibe un cambio importante con respecto a lo que esperan
                    como observadores: en este caso solo mencionan expectativas de carácter
                    pedagógico y actitudinal, es decir, esperan respeto, crítica constructiva,
                    reflexión colaborativa y cierta flexibilidad para poder aportar otras formas de
                    hacer diferentes a las del tutor. Desean sentirse apoyados y reconocidos dentro
                    del centro. Por su parte, quieren que su actuación docente ponga al alumno en el
                    centro de su enseñanza. Esto es un indicio de que la observación de clases es
                    una tarea que requiere gran sensibilidad por parte del profesional que observa y
                    da <italic>feedback</italic>, puesto que la persona observada se arriesga a ser
                    criticada.</p>
                <p>Los participantes de la UGTO consideran dentro de las aportaciones a la didáctica
                    aspectos específicos, que abarcan tanto su labor como docente frente a un grupo
                    como el manejo de este. Consideran que la observación les guiará paso a paso
                    durante la práctica en relación con los aspectos concretos de la didáctica: “Que
                    pueda ver todos mis errores para así mejorar mi enseñanza cada vez más”
                    (UGTO/G1/6).</p>
                <p>Respecto al propio proceso de aprendizaje perciben la observación como el
                    acompañamiento en su formación docente, esperan que no solo se les dé
                    retroalimentación sobre sus competencias, sino que se le acompañe también en el
                    aspecto emocional que considera parte de su desarrollo como futuro docente, como
                    indica el informante UGTO/G1/7: “Que pueda transmitir cada conocimiento y
                    emoción reservados para cualquier momento determinado”</p>
            </sec>
        </sec>
        <sec>
            <title>Contribución de la observación al desarrollo profesional docente</title>
            <p>La reflexión sobre qué puede aportar la observación de clases al desarrollo
                profesional docente de los PF de SDI se parece a la ya expuesta en el primer
                apartado, referido a las expectativas como persona que observa. Los estudiantes
                explicitan aspectos de aula concretos que, por una parte, les preocupan como
                profesores noveles o con poca experiencia y, por otra, porque son cuestiones que ya
                han tratado en el primer semestre del máster.</p>
            <p>Este aspecto lo confirma un participante explícitamente, como se puede observar en el
                siguiente testimonio:</p>
            <disp-quote>
                <p>Es importante ver como un buen profesor realiza sus clases. El posicionamiento,
                    la forma de hablar, el timing de las actividades, la variación e incluso su
                    personalidad. En qué medida afecta o influyen las acciones del profesor dentro
                    del aula (SDI/G1/1).</p>
            </disp-quote>
            <p>De hecho, cuando visualizan su futuro profesional, a los PF les parece relevante ver
                modelos de <italic>buenos docentes</italic>, pero hay otro aspecto que llama la
                atención: la referencia a la observación no formativa, sino con fines evaluativos,
                como se percibe en el testimonio de este informante:</p>
            <disp-quote>
                <p>Creo que la observación contribuye de acuerdo con el enfoque en el que esta se
                    sitúa. Si es una observación situada en un enfoque en el que predomina el
                    control y el examen, la observación puede asumir rasgos amenazantes y
                    persecutoria en términos psíquicos. Y eso no contribuiría a la formación en las
                    prácticas. En cambio, si la observación se sitúa en un enfoque centrado en la
                    comprensión de las prácticas podría contribuir a la formación (SDI/G1/2).</p>
            </disp-quote>
            <p>Este PF se visualiza como docente observado y “examinado”, quizás porque haya vivido
                ya esta situación, y la percibe de forma altamente amenazadora.</p>
            <p>Las contribuciones de los PF de UGTO, al igual que ocurría cuando se consideran
                personas observadas, se centran en aspectos dentro del salón de clase,
                específicamente lo que deberán hacer como profesores ante un grupo, aspectos
                relacionados tanto con el papel del docente como el conocimiento necesario para
                afrontar los retos de la enseñanza (contenidos teóricos, conexión con la práctica,
                etc.). Como se puede apreciar en: “Me ayudará para ir relacionándome con el ambiente
                de ser profesora” (UGTO/G1/4), los PF se enfocan en aportaciones generales dentro de
                la práctica docente.</p>
            <p>No obstante, debe tomarse en consideración que este grupo de PF recién han comenzado
                su proceso formativo, por lo que el único referente que tienen sobre el perfil
                docente es su experiencia como estudiantes, entendiendo que su modelo a seguir han
                sido los profesores que han tenido. La observación permite analizar y reflexionar
                sobre el papel del profesor y no solo repetir modelos conocidos. Además, podemos
                considerarla como herramienta valiosa en la formación docente y no necesariamente
                como instrumento de evaluación.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Contribución esperada del tutor</title>
            <p>Al reflexionar sobre lo que esperan de su tutor de prácticas, los PF de SDI piensan
                claramente en términos pedagógicos, en un profesional que cumpla funciones del
                mentor que los acompaña y asesora en su proceso de aprendizaje. Incluso en los
                aspectos didácticos concretos que mencionan se incluye una perspectiva pedagógica de
                apertura y empatía, pero especialmente cuando se trata de abordar posibles
                carencias: "Principalmente señalando las falencias de manera concreta, sugiriéndome
                herramientas didácticas y convidando su saber hacer de manera amable"
                (SDI/G1/6).</p>
            <p>Asimismo, ven en él un puente entre la institución y ellos mismos, como demuestra
                este testimonio: "En caso de algún problema es el mediador entre la institución y
                tú" (SDI/G1/3).</p>
            <p>En lo que respecta a los PF de la UGTO, estos presentan similitudes con los del SDI
                al considerar al tutor como la persona que los acompaña en su práctica. Sin embargo,
                se puede apreciar un cambio, al no considerar al tutor como un modelo dentro de la
                enseñanza, entendiendo que el desarrollo dentro del aula es su responsabilidad como
                PF, como se puede ver reflejado en el siguiente testimonio: “En todo lo que pueda
                surgir y que yo no tenga la respuesta” (UGTO/G1/4).</p>
            <p>Al igual que los informantes de SDI, los de UGTO consideran fundamental el apoyo no
                solo pedagógico, sino emocional que requieren ante el reto de comenzar una actividad
                que los pondrán a prueba: ver al tutor como un apoyo y compartir su experiencia hace
                que sientan que no se encuentran solos en la actividad docente, como se puede
                combrobar es este testimonio: “Revisando el desempeño en el trabajo, el avance,
                aprendizajes adquiridos y sobre todo apoyo emocional y guía” (UGTO/G1/3).</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Antes de las prácticas: discusión de los resultados</title>
            <p>Antes de realizar las prácticas y cuando piensan directamente en ellos mismos como
                observadores, los PF esperan aprender cuestiones más “técnicas”, es decir, más
                relacionadas con procedimientos concretos de aula. Estos aspectos les preocupan, muy
                posiblemente porque detectan que han adquirido conocimientos teóricos en el programa
                de formación en el que participan, pero que estos les faltan en la práctica, porque
                carecen de experiencia docente o tienen poca. Esa preocupación está relacionada con
                los hallazgos de <xref ref-type="bibr" rid="B2">Borg (2006)</xref>, que sugieren que
                los profesores noveles tienen una cognición más compartimentada que los
                experimentados, cuyo pensamiento integra componentes formales y experienciales. Esto
                hace que estos últimos sean capaces de identificar oportunidades de aprendizaje en
                el aula y reaccionar ante posibles imprevistos, mientras que los profesores noveles
                carecen todavía de esa capacidad. La cognición más compartimentada de los docentes
                noveles se refleja en los aspectos didácticos concretos que se aportan en los
                cuestionarios como temas más bien aislados unos de otros.</p>
            <p>Cuando los PF se ven como personas observadas, la situación cambia. Desde esta
                perspectiva, valoran las competencias pedagógicas del tutor, aunque sea de forma
                indirecta, que consisten en acompañar el proceso de aprendizaje de los PF y
                asesorarlos desde una posición de aceptación y respeto. En este sentido, se valora
                más la dimensión afectiva, de la misma forma que ocurre con los aprendices de lengua
                extranjera (<xref ref-type="bibr" rid="B1">Arnold 2000</xref>). La observación
                formativa requiere sensibilidad. En los sistemas educativos en los que se evalúa al
                docente por medio de la observación con fines de evaluación, esto puede resultar no
                solo altamente amenazador, sino también inútil desde el punto de vista del
                aprendizaje del docente, tal y como explica <xref ref-type="bibr" rid="B37">Taylor
                    (2017)</xref> al exponer la transición de <italic>performative models</italic> a
                    <italic>informative models</italic> de observación en el aula. Según dicha
                autora, este cambio encierra la oportunidad de generar momentos de prácticas
                docentes inspiradoras e innovadoras al aplicar aspectos provenientes de la teoría,
                la investigación, el conocimiento compartido y su aplicación informada a un contexto
                determinado.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Grupo 2. Después de las prácticas</title>
            <sec>
                <title>Aprendizajes obtenidos durante las prácticas</title>
                <p>Los participantes de SDI interpretan los aprendizajes obtenidos claramente en
                    clave de aspectos didácticos, como planificación, gestión de aula o materiales
                    de clase. Valoran haber conocido un contexto educativo específico y vuelven a la
                    idea de relacionar la teoría aprendida en las asignaturas del máster con la
                    práctica docente, tema recurrente que les preocupa, antes y después de las
                    prácticas. Este testimonio lo refleja: "Equilibrar teoría y práctica, conocer
                    mejor a tus estudiantes para gestionar la clase de acuerdo a sus necesidades y
                    de esa manera, producir un efecto positivo en su aprendizaje" (SDI/G2/4). El
                    siguiente informante establece incluso un cierto contraste entre la
                    planificación "formal" de clases que ha aprendido en el máster y la aplicada en
                    la práctica docente: "El aprendizaje más importante tiene relación con la forma
                    de hacer retroalimentacion escrita y con la planificación de la clase (que no
                    debe ser obligatoriamente formal, si consisa, objetiva y real)" (SDI/G2/1).</p>
                <p>Los informantes de UGTO consideran que lo aprendido en las prácticas se centra en
                    su desarrollo dentro del aula, desde la planeación, los cambios que deben
                    realizar de acuerdo con el contexto de la clase, considerando también las
                    características del grupo. En esto coinciden con los participantes de SDI.
                    Durante las aportaciones se visualizan como profesores y la reflexión se basa en
                    esa perspectiva, ven los aspectos de la didáctica como parte de su perfil
                    docente como profesores de español. Un ejemplo de ello son los testimonios de
                    UGTO/G2/2: “Considero que el aprendizaje teórico práctico y reflexivo es el que
                    más he usado y más me ha funcionado”; y de UGTO/G2/4: “Considero que han sido la
                    organización de trabajo de las clases, el aprendizaje que también los alumnos
                    comparten con el profesor, y la experiencia de conocer e intentar resolver
                    algunos de los muchos retos a los que se enfrenta el profesor en el aula”. Estos
                    PF, dado que han realizado su práctica en contexto de inmersión, consideran la
                    sociopragmática una parte importante de su enseñanza, lo que permite
                    contextualizar a sus estudiantes dentro de la cultura mexicana y hacer la
                    distinción con la cultura de origen.</p>
            </sec>
        </sec>
        <sec>
            <title>Ayuda recibida del tutor de prácticas</title>
            <p>No solo antes de las prácticas, sino también después, al reflexionar sobre el tutor
                de prácticas, en este caso sobre la ayuda recibida por su parte, la visión de los PF
                de SDI se torna más pedagógica y competencial. Si bien mencionan aspectos didácticos
                concretos, como por ejemplo información específica sobre un contexto de enseñanza
                determinado, sus respuestas se centran claramente en competencias profesionales
                (planificar clases, trabajar en equipo, etc.) e incluso personales (respeto,
                empatía, capacidad de reflexión, etc.). De hecho, el participante SDI/G2/1 se
                refiere a la vocación como requisito indispensable para la docencia y afirma:
                “Enseñar es sinónimo de amar”.</p>
            <p>Los PF de la UGTO mencionan la ayuda del tutor en relación con aspectos didácticos a
                desarrollar dentro del aula, pero también indican que el tutor los impulsa a
                explorar actividades que fomenten la creatividad dentro de sus clases. En relación
                con la gestión de emociones y sentimientos que involucran las prácticas, el
                participante UGTO/G2/10 afirma:</p>
            <disp-quote>
                <p>Consideró [sic] que me ha ayudado en el sentido de ser más paciente y tomar las
                    cosas con calma. Cuando los estudiantes piden más ejemplos o ejemplos concretos
                    y a lo mejor yo no lo sé, el tutor me dice “cálmate es normal, si no sabes algo
                    déjalo pendiente para la siguiente clase y ellos lo entenderán” o también cuando
                    me estreso mucho sobre una presentación, el tutor me dice “con que tú sepas la
                    información y puedas platicarla con los estudiantes está bien”.</p>
            </disp-quote>
        </sec>
        <sec>
            <title>Características atribuidas al tutor de prácticas por parte del profesor en
                formación</title>
            <p>En esta pregunta se les pidió a los participantes que escribieran tres adjetivos que
                designan características que, en su opinión, debe tener un tutor de prácticas. Entre
                los participantes de los dos centros formativos, cada uno aportó un número
                determinado de adjetivos, en el caso de SDI fueron 11 y en UGTO 17.</p>
            <p>Al tratarse de dos centros formativos en lugares cultural y geográficamente distantes
                (Múnich, Alemania, y Guanajuato, México), consideramos interesante reflejar los
                adjetivos aportados por los informantes de uno y otro centro que, a pesar de dicha
                distancia, coinciden, tal y como se muestra en la <xref ref-type="fig" rid="F3"
                    >gráfica 1</xref>.</p>
            <p>
                <fig id="F3">
                    <label>Gráfica 1</label>
                    <caption>
                        <title>Adjetivos coincidentes entre SDI y UGTO</title>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e93666-gf03.tif"/>
                </fig>
            </p>
            <p>Al tratarse de una pregunta abierta, se utilizó el gráfico de barras apiladas, lo que
                permite comparar los totales de los adjetivos aportados entre los dos grupos de
                participantes. La variedad de adjetivos es patente; no obstante, se puede apreciar
                lo siguiente:</p>
            <list list-type="bullet">
                <list-item>
                    <p>Los participantes de UGTO y SDI coinciden en la mención de tres adjetivos:
                        “paciente”, “empático” y “abierto (en general)”. "En general" se refiere a
                        un rasgo del carácter de la persona y no a estar abierto a algo en
                        particular.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Los PF de la UGTO valoran la empatía y a la paciencia de los tutores en
                        primer y segundo lugar, mientras que los de SDI valoran por igual que sean
                        pacientes y abiertos.</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>El adjetivo “empático” tiene preponderancia considerable para los
                        participantes de UGTO, mientras que para los de SDI tiene la misma
                        importancia que tres adjetivos que no comparten con el otro grupo. Sucede lo
                        contrario con “abierto”: para SDI tiene 3 menciones mientras que los
                        informantes de UGTO lo consideran igual que otros 11 adjetivos.</p>
                </list-item>
            </list>
            <p>Por otro lado, los adjetivos que aportaron los PF de SDI que no mencionan los de UGTO
                fueron 8, según se muestra en la <xref ref-type="fig" rid="F4">gráfica 2</xref>. En
                este caso, hay una coincidencia entre los participantes, en cuanto a la frecuencia
                de cuatro adjetivos, con el mismo número de 2 menciones, así como la mención de uno
                para cuatro adjetivos.</p>
            <p>
                <fig id="F4">
                    <label>Gráfica 2</label>
                    <caption>
                        <title>Adjetivos mencionados por SDI</title>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e93666-gf04.tif"/>
                </fig>
            </p>
            <p>En el caso de UGTO, los adjetivos seleccionados sin coincidencia con SDI fueron 14,
                que se incluyen en la <xref ref-type="fig" rid="F5">gráfica 3</xref>. Hay tres que
                destacan sobre los demás: “observador”, “solidario” y “objetivo”. El resto de los 11
                adjetivos fueron mencionados una vez.</p>
            <p>
                <fig id="F5">
                    <label>Gráfica 3</label>
                    <caption>
                        <title>Adjetivos mencionados por UGTO</title>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e93666-gf05.tif"/>
                </fig>
            </p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Aspectos en los que el tutor ha ayudado especialmente</title>
            <p>En esta pregunta del cuestionario se plantearon seis temas (relación entre teoría y
                práctica, plurilingüismo, competencia intercultural, mediación pedagógica,
                observación y planificación de clases y desarrollo profesional) en los que los PF de
                ambas instituciones (SDI y UGTO) consideran que su tutor les había ayudado
                especialmente y, posteriormente, se les pedía que pusieran un ejemplo concreto.
                Comenzando con la <xref ref-type="fig" rid="F6">gráfica 4</xref>, se ponen en
                contraste los temas considerados por ambos PF.</p>
            <p>
                <fig id="F6">
                    <label>Gráfica 4</label>
                    <caption>
                        <title>Temas en los que el PF considera que el tutor ayudó</title>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e93666-gf06.tif"/>
                </fig>
            </p>
            <p>Los temas claramente más mencionados por ambos grupos son, por este orden, la
                observación y planificación de clase, el desarrollo profesional y la relación entre
                teoría y práctica. En el caso de los PF de SDI son la observación y planificación de
                clases, así como el desarrollo profesional. Las respuestas de los PF de UGTO se
                reparten más y se refieren, sobre todo, a la relación entre teoría y práctica ‒que
                también aparece claramente en los datos de SDI‒, la competencia intercultural, la
                observación y planificación de clases y el desarrollo personal. Excepto la
                competencia intercultural, son temas que ya aparecen como inquietudes de los PF en
                el resto de los datos. El plurilingüismo y la mediación pedagógica prácticamente no
                se mencionan, bien porque no se hayan tratado en las prácticas de forma explícita,
                bien porque los PF tengan dificultades en conceptualizar esos términos.</p>
            <p>En los <xref ref-type="table" rid="T1">cuadros 1</xref> y <xref ref-type="table"
                    rid="T2">2</xref> se cotejan los ejemplos concretos mencionados por los PF de
                ambas instituciones.</p>
            <table-wrap id="T1">
                <label>Cuadro 1</label>
                <caption>
                    <title>Relación entre teoría y práctica</title>
                </caption>
                <table frame="box" rules="all">
                    <thead>
                        <tr>
                            <th align="center" valign="top">SDI</th>
                            <th align="center" valign="top">UGTO</th>
                        </tr>
                    </thead>
                    <tbody>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="top">
                                <p>• Adecuación del manual a contexto específico y adaptación de
                                    tareas</p>
                                <p>• Gestión del tiempo para favorecer el aprendizaje de los
                                    alumnos</p>
                                <p>• Seguir una metodología coherente, pero flexible</p>
                                <p>• Planificación de secuencias y desarrollo en el aula</p>
                                <p>• Ayuda con la construcción de un cuestionario de
                                    investigación</p>
                            </td>
                            <td align="left" valign="top">
                                <p>• Reflexión en la pertinencia de temas por niveles</p>
                                <p>• Desarrollo de las destrezas y ponerlas en práctica</p>
                                <p>• Simplificar las explicaciones a los estudiantes</p>
                                <p>• Adaptar el aspecto teórico de manera simplificada, y llevarlo a
                                    actividades didácticas que puedan servir a los alumnos.</p>
                            </td>
                        </tr>
                    </tbody>
                </table>
            </table-wrap>
            <table-wrap id="T2">
                <label>Cuadro 2</label>
                <caption>
                    <title>Observación y planificación de clase</title>
                </caption>
                <table frame="box" rules="all">
                    <thead>
                        <tr>
                            <th align="center" valign="top">SDI</th>
                            <th align="center" valign="top">UGTO</th>
                        </tr>
                    </thead>
                    <tbody>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="top">
                                <p>• Variedad de niveles, actividades, estilos, planificaciones,
                                    etc.</p>
                                <p>• Trabajo de mediación en el aula</p>
                                <p>• Reacción ante imprevistos (2): sustituir a tutora en clase en
                                    línea, porque se ha quedado sin conexión (se había trabajado esa
                                    planificación previamente); preparar plan A y plan B</p>
                                <p>• Conocer a los alumnos</p>
                                <p>• Gestión de aula y estructura de la clase</p>
                                <p>• Materiales y temas trabajados en el aula</p>
                                <p>• Ayuda con planificación propia</p>
                            </td>
                            <td align="left" valign="top">
                                <p>• Organización</p>
                                <p>• Pautas y ejemplos para poder realizar una planeación con
                                    actividades que tuvieran secuencia y adecuación</p>
                                <p>• Cómo hacer planes realistas y que se ajustaran al tiempo de
                                    clase.</p>
                            </td>
                        </tr>
                    </tbody>
                </table>
            </table-wrap>
            <p>Al intentar establecer la relación entre la teoría tratada en el proceso formativo y
                la práctica en el aula en los centros de prácticas, los PF de ambas instituciones se
                centran en aspectos didácticos concretos, como gestión del tiempo, planificación e
                incorporación de destrezas, secuenciación de actividades, instrucciones etc. Las
                aportaciones de los PF se refieren a aspectos como “ser flexible”, “adaptar”,
                “reflexión en los temas”, lo que indica que además de la relación entre teoría y
                práctica, se ha propiciado en estos PF una reflexión en base a la práctica
                desarrollada. En un caso incluso un PF relaciona teoría y práctica en el ámbito de
                la investigación, puesto que puede realizar un pequeño estudio durante las
                prácticas.</p>
            <p>El tema recurrente en este caso para los PF de SDI y UGTO se centra en las
                planeaciones de clase. Los de UGTO consideran importante disponer de planeaciones
                realistas en el contexto de los estudiantes y que puedan cubrirse en el tiempo
                establecido para la práctica; por otro lado, los PF de SDI son más específicos en
                relación con los aspectos de observación y planificación, que incluyen conocer a los
                estudiantes con los que se va a trabajar, así como considerar las características de
                los diferentes niveles y lo que debe aportar cada planeación según cada caso.
                Además, dos participantes agregan el aprender a reaccionar ante imprevistos.</p>
        </sec>
        <sec sec-type="results|discussion">
            <title>Después de las prácticas: discusión de los resultados</title>
            <p>Especialmente después de haber realizado las prácticas docentes, los PF valoran la
                figura del tutor como mentor y <italic>coach</italic> que crea un ambiente en el que
                predomina la confianza, elemento necesario en cualquier escenario de observación con
                el fin de paliar los sentimientos de ansiedad ante una situación nueva para los PF.
                En algunos casos, después de las prácticas, estos incluso hablan del tutor como un
                igual, como un <italic>peer</italic>, en contraposición a su visión del tutor como
                figura de autoridad antes de experimentar las prácticas. Desde este punto de vista,
                es esencial que el tutor establezca un clima de confianza y compañerismo, de la
                misma forma que se postula para los contextos de observación entre iguales, tal y
                como defienden <xref ref-type="bibr" rid="B29">O’Leary y Price (2017)</xref>. Dicho
                clima de confianza es esencial para que el PF pase de posturas en las que tiene
                miedo a exponerse, ser juzgado y sentirse incapaz de reflexionar sobre su actuación
                a otras en las que tiene una actitud más abierta y empieza a reflexionar (<xref
                    ref-type="bibr" rid="B18">Lira Gonzales; Pellerin; Araújo-Oliveira; Collin,
                    2020</xref>).</p>
            <p>Los resultados sugieren que, después del periodo de prácticas, los PF son más
                conscientes de que es necesario ser capaces de manejar sus emociones, entendiendo
                esta capacidad tal como se describe en las <italic>Competencias clave del
                    profesorado de lenguas segundas y extranjeras</italic> (<xref ref-type="bibr"
                    rid="B13">Instituto Cervantes, 2012, p. 23</xref>):</p>
            <disp-quote>
                <p>El profesor identifica sus propias emociones, así como las de las otras personas
                    a través de una comunicación empática y asertiva, y las comprende; cuenta con
                    las desavenencias y con las situaciones menos favorables y las aprovecha como
                    oportunidades para emprender acciones que le motiven y le permitan crecer
                    emocionalmente.</p>
            </disp-quote>
            <p>Por tanto, el tutor no es solo quien puede aportar elementos didácticos concretos al
                PF para su aplicación en el aula, sino que puede convertirse en un apoyo importante
                en el desarrollo de competencias clave del PF, como la gestión de las emociones en
                el ámbito profesional. En términos generales, los resultados sugieren la imagen de
                un profesional que trabaja en equipo con el PF, que comprende sus dificultades de
                profesor novel y que contribuye de forma paciente y empática a su aprendizaje.</p>
            <p>De los seis temas específicos sugeridos en el cuestionario con respecto a cómo ayuda
                el tutor al PF, los tres que están claramente más presentes en el pensamiento de los
                dos grupos de PF estudiados después de las prácticas son (1) la observación y
                planificación de clase, (2) el desarrollo profesional y (3) la relación entre teoría
                y práctica. Son temas que parecen preocupar a los PF y que están en condiciones de
                asociar con ejemplos concretos de actuación en el aula. Sin embargo, los temas de
                plurilingüismo, competencia intercultural, mediación pedagógica, a pesar de su
                importancia bien reflejada en la teoría, están menos presentes. Una posible
                explicación es que sean conceptos todavía relativamente abstractos para los PF, que
                todavía no están en condiciones de transferir fácilmente a situaciones de enseñanza.
                Por otra parte, seguramente sus preocupaciones inmediatas en las prácticas fueron la
                observación, planificación e impartición de clases, además de ser observados y
                recibir retroalimentación.</p>
        </sec>
        <sec sec-type="conclusions">
            <title>Conclusiones</title>
            <p>Este es un estudio exploratorio, por lo que no buscamos generalizar, pero sí apuntar
                algunos aspectos basados en los resultados obtenidos, que consideramos necesarios en
                la formación de los tutores de prácticas y que exponemos aquí brevemente.</p>
            <p>En primer lugar, como podemos comprobar en cuanto a los aprendizajes obtenidos por
                los PF de ambos centros investigados después de las prácticas, es esencial que los
                tutores dispongan de una formación didáctica sólida en todo lo relacionado con la
                planificación de clases y la gesión de aula. Estos son aspectos que los PF desean
                observar en el aula, según los datos recabados antes de las prácticas, por lo que
                sería conveniente que los tutores contaran con una formación teórico-práctico sólida
                que les permitiera conceptualizar aspectos didácticos y tematizar cómo se reflejan
                en el aula. Esto implica que es imprescindible que los tutores estén al día en el
                conocimiento teórico de la didáctica de ELE y del desarrollo de sus profesionales,
                es decir, que estén familiarizados con la aplicación de conceptos como el enfoque
                reflexivo, la investigación en acción, etc., y que estén en condiciones de
                explicitarlos con los PF y de mostrarles ejemplos prácticos en el aula. Esto no
                puede hacerse de forma profesional sin que cada tutor esté al corriente de las
                necesidades de aprendizaje de los PF a su cargo. Para este objetivo de contribuir a
                que los PF relacionen conocimientos teóricos con aspectos concretos de la práctica
                de aula ar será útil disponer de instrumentos específicos como fichas de trabajo o
                cuestionarios, como los que se ofrecen en <xref ref-type="bibr" rid="B8">González y
                    Rosado (2023)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B20">Lorente <italic>et
                        al.</italic> (2023)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B27">Montes, Montmany
                    y Conaway (2023)</xref> y <xref ref-type="bibr" rid="B31">Ramos y Salamanca
                    (2023)</xref>.</p>
            <p>En segundo lugar, los tutores deberían ser capacitados para que realmente puedan
                realizar una función de <italic>coach</italic>. Esto implica, por una parte, mostrar
                una actitud abierta ante otras formas de hacer diferentes a la propia y ser capaces
                de crear un clima de confianza y, por otra, conocer y saber poner en práctica
                procesos de mediación pedagógica. Esto se puede apreciar en los resultados
                obtenidos: los PF de ambas instituciones coinciden en 3 adjetivos (paciente,
                empático y abierto, véase <xref ref-type="fig" rid="F3">gráfica 1</xref>), como
                características que debe poseer un tutor y que forman parte claramente de la
                dimensión afectiva. Para los PF esta dimensión juega un papel esencial en la labor
                de la persona que realizará su acompañamiento durante su primer acercamiento a la
                labor docente. Esta función pedagógica del tutor se hace especialmente patente
                cuando los informantes se visualizan como personas observadas, por lo que será
                esencial formar a los tutores para que tengan en cuenta que los PF pueden verse en
                una situación vulnerable.</p>
            <p>En tercer lugar, los tutores deberían disponer de herramientas adecuadas para
                promover la reflexión del PF. Es decir, no se trata de que le faciliten recetas
                listas para su uso en el aula, sino de que ayuden a que el PF vaya formando su
                propia trayectoria profesional y construyendo su propia identidad docente. En otras
                palabras, no solo se trata de promover la reflexión del PF durante las prácticas,
                sino de contribuir a que este se convierta en un profesional reflexivo, es decir,
                que considere esta actitud como imprescindible para su desarrollo profesional futuro
                y la adopte. La importancia de este aspecto se ve reflejada en los resultados de
                este estudio, al comparar las aportaciones del tutor para los PF antes y después de
                las prácticas: mientras que los primeros lo ven como un apoyo didáctico (SDI) que
                pueda ayudar a superar los retos de la enseñanza (UGTO), los segundos perciben la
                competencia profesional como la aportación más relevante (SDI) y destacan la
                promoción por parte del tutor de la reflexión sobre la gestión de las emociones
                (UGTO).</p>
            <p>Dada la creciente diversidad en las aulas de ELE y los contextos plurilingües en los
                que se aprende la lengua, en cuarto lugar, es importante que los tutores estén
                preparados para trabajar con los PF cuestiones como la competencia intercultural,
                por ejemplo, en relación con las culturas de aprendizaje y el plurilingüismo. Estar
                recomendación se basa en la revisión bibliográfica (<xref ref-type="bibr" rid="B9"
                    >Iglesias Casal; Ramos Méndez, 2020a</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B10"
                    >2020b</xref>), puesto que los resultados de este estudio muestran que estos
                temas prácticamente no están presentes en el pensamiento de los PF, pero resultarán
                necesarios para su futuro profesional.</p>
            <p>Por último, sería interesante considerar las diferencias en cuanto a culturas de
                aprendizaje e institucionales en los diferentes centros formativos e investigar cómo
                influyen en la percepción que tienen los PF de las prácticas docentes en general y
                del papel de los tutores. En esta investigación se aprecian ciertas diferencias
                entre los PF de SDI y los de UGTO, por ejemplo, con relación a los rasgos que
                atribuyen al tutor de prácticas. Los PF de UGTO son estudiantes mexicanos en una
                universidad de este país, que les ofrece una formación presencial; por otro lado,
                los PF de SDI estudian en línea en una univesridad alemana, pero ninguno de ellos
                proviene de este país, sino de distintos países hispanohablantes, por lo que las
                diferencias no se pueden adscribir una cultura determinada.</p>
            <p>En conclusión, consideramos esencial que los tutores de prácticas dispongan de una
                oferta formativa específica para sus propias necesidades y que no tengan que confiar
                solamente en su propia experiencia como docentes experimentados, puesto que su labor
                de acompañamiento a los PF, tal como se ha descrito en este estudio, resulta
                decisiva en el perfil de los futuros profesores de lenguas</p>
        </sec>
    </body>
    <back>
        <ref-list>
            <title>REFERÊNCIAS</title>
            <ref id="B1">
                <mixed-citation>ARNOLD, J. <italic>La dimensión afectiva en el aprendizaje de
                        idiomas</italic>. Madrid: Cambridge University Press, 2000.</mixed-citation>
                <element-citation publication-type="book">
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                    <source>La dimensión afectiva en el aprendizaje de idiomas</source>
                    <publisher-loc>Madrid</publisher-loc>
                    <publisher-name>Cambridge University Press</publisher-name>
                    <year>2000</year>
                </element-citation>
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            <ref id="B2">
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                    Londres/Nueva York: Bloomsbury, 2006.</mixed-citation>
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                    <publisher-loc>Londres/Nueva York</publisher-loc>
                    <publisher-name>Bloomsbury</publisher-name>
                    <year>2006</year>
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                    profesional del profesorado. En Esteve, O., Melief, K. y Alsina, À. (coord.)
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                        del profesorado</italic>. Barcelona: Octaedro. 7–18. 2010.</mixed-citation>
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                    </person-group>
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