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<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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                <journal-title>PERSPECTIVA: REVISTA DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA
                    EDUCAÇÃO</journal-title>
                <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">PERSPECTIVA: REVISTA DO CENTRO DE
                    CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO</abbrev-journal-title>
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                <publisher-name>Universidade Federal de Santa Catarina</publisher-name>
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            <article-id pub-id-type="doi">10.5007/2175-795X.2024.e96784</article-id>
            <article-categories>
                <subj-group subj-group-type="heading">
                    <subject>Artigo</subject>
                </subj-group>
            </article-categories>
            <title-group>
                <article-title>Educação de jovens e adultos: uma visão do Estado da Arte no período
                    de 2017 a 2023</article-title>
                <trans-title-group xml:lang="en">
                    <trans-title>Youth and adult education: a state of art view in the period from
                        2017 to 2023</trans-title>
                </trans-title-group>
                <trans-title-group xml:lang="es">
                    <trans-title>Educación de jóvenes y adultos: una visión del estado del arte en
                        el periodo de 2017 a 2023</trans-title>
                </trans-title-group>
            </title-group>
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                <contrib contrib-type="author">
                    <contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-5229-7518</contrib-id>
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                        <surname>Pacheco</surname>
                        <given-names>Cláudia de Oliveira</given-names>
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                <contrib contrib-type="author">
                    <contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0003-1619-8958</contrib-id>
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                        <surname>Oliveira</surname>
                        <given-names>Ângela Maria Gonçalves de</given-names>
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                <institution content-type="orgname">Universidade Federal do Amazonas,
                    UFAM</institution>
                <country country="BR">Brasil</country>
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                    E-mail: claudiaoliveira3275@gmail.com</institution>
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                    UFAM</institution>
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            <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
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            <volume>42</volume>
            <issue>1</issue>
            <fpage>01</fpage>
            <lpage>16</lpage>
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                    <license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a
                        licença Creative Commons Attribution Non-Commercial que permite uso,
                        distribuição e reprodução não-comercial irrestrito em qualquer meio, desde
                        que o trabalho original seja devidamente citado.</license-p>
                </license>
            </permissions>
            <abstract>
                <title>Resumo</title>
                <p>A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino destinada a quem
                    não teve acesso ao direito constitucional de frequentar uma escola ou concluir
                    seus estudos na idade adequada (CF 1988, Art. 208). Apesar dessa modalidade
                    estar garantida por diversos dispositivos legais, historicamente sofre com a
                    omissão do Estado, quanto a implantação de políticas públicas que contemplem
                    essa parcela da sociedade. O presente estudo tem por objetivo mapear a produção
                    acadêmica, acerca da EJA com enfoque no direito à educação, durante o período de
                    2017 a 2023. Para tal, utilizamos o tipo de pesquisa denominado Estado da Arte,
                    buscando na base de dados dos periódicos da plataforma Capes, artigos publicados
                    sobre a temática, utilizando os descritores “Educação de Jovens e Adultos”,
                    “EJA” e “direito à educação”. A pesquisa final nos revelou um total de 93
                    artigos que foram agrupados em 13 categorias temáticas. Também destacamos os
                    artigos agrupados qualis do periódico, ano e região de publicação. Os dados nos
                    possibilitaram conclusões em relação aos delineamentos da produção acadêmica
                    sobre a temática, com uma superioridade de publicações do Sudeste em comparação
                    com as outras regiões brasileiras e de pesquisas no período pandêmico. Também
                    deixou em evidência a carência de publicações na Região Norte, com nenhuma
                    publicação no estado do Amazonas.</p>
            </abstract>
            <trans-abstract xml:lang="en">
                <title>Abstract</title>
                <p>Youth and Adult Education (EJA) is a type of education aimed at those who did not
                    have access to the constitutional right to attend school or complete their
                    studies at the appropriate age (CF 1988, Art. 208). Although this modality is
                    guaranteed by several legal provisions, it has historically suffered from the
                    State's failure to implement public policies that cover this part of society.
                    The present study aims to map academic production about EJA with a focus on the
                    right to education, during the period from 2017 to 2023. To this end, we used
                    the type of research called State of the Art, searching the database of
                    periodicals of the Capes platform, articles published on the topic, using the
                    descriptors “Youth and Adult Education”, “EJA” and “right to education”. The
                    final search revealed a total of 93 articles that were grouped into 13 thematic
                    categories. We also highlight the articles grouped by the journal, year and
                    region of publication. The data allowed us to conclude in relation to the
                    outlines of academic production on the topic, with a superiority of publications
                    from the Southeast compared to other Brazilian regions and research during the
                    pandemic period. It also highlighted the lack of publications in the North
                    Region, with no publications in the state of Amazonas.</p>
            </trans-abstract>
            <trans-abstract xml:lang="es">
                <title>Resumen</title>
                <p>La Educación de Jóvenes y Adultos (EJA) es un tipo de educación dirigida a
                    quienes no tuvieron acceso al derecho constitucional de asistir a la escuela o
                    completar sus estudios en la edad adecuada (CF 1988, Art. 208). Si bien esta
                    modalidad está garantizada por varias disposiciones legales, históricamente se
                    ha visto afectada por la falta de implementación por parte del Estado de
                    políticas públicas que abarquen a esta parte de la sociedad. El presente estudio
                    tiene como objetivo mapear la producción académica sobre EJA con enfoque en el
                    derecho a la educación, durante el período de 2017 a 2023. Para ello, se utilizó
                    el tipo de investigación denominada Estado del Arte, buscando en la base de
                    datos de publicaciones periódicas de la Plataforma Capes, artículos publicados
                    sobre el tema, utilizando los descriptores “Educación de Jóvenes y Adultos”,
                    “EJA” y “derecho a la educación”. La búsqueda final reveló un total de 93
                    artículos que se agruparon en 13 categorías temáticas. También destacamos los
                    artículos agrupados por revista, año y región de publicación. Los datos
                    permitieron concluir en relación a los lineamientos de la producción académica
                    sobre el tema, con superioridad de las publicaciones del Sudeste en comparación
                    con otras regiones brasileñas y de investigaciones durante el período de
                    pandemia. También destacó la falta de publicaciones en la Región Norte, no
                    existiendo publicaciones en el estado de Amazonas.</p>
            </trans-abstract>
            <kwd-group xml:lang="pt">
                <title>Palavras-chave:</title>
                <kwd>Direito à educação</kwd>
                <kwd>EJA</kwd>
                <kwd>Estado da Arte</kwd>
            </kwd-group>
            <kwd-group xml:lang="en">
                <title>Keywords:</title>
                <kwd>Right to education</kwd>
                <kwd>EJA</kwd>
                <kwd>State of art</kwd>
            </kwd-group>
            <kwd-group xml:lang="es">
                <title>Palabras clave:</title>
                <kwd>Derecho à la educación</kwd>
                <kwd>EJA</kwd>
                <kwd>Estado del arte</kwd>
            </kwd-group>
        </article-meta>
    </front>
    <body>
        <sec sec-type="intro">
            <title>Introdução</title>
            <p>A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é a modalidade de ensino destinada àqueles que
                não tiveram acesso ou continuidade nos estudos na idade própria (<xref
                    ref-type="bibr" rid="B6">Brasil, 1996</xref>), ou seja, aqueles “que por
                diversos fatores [...] tiveram o percurso escolar interrompido ou que não puderam,
                por inúmeras questões, permanecer na escola na idade regular prevista no sistema de
                ensino” (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Julião; Beiral; Ferrari, 2017, p.
                42</xref>).</p>
            <p>O reconhecimento legal não é suficiente para a garantia do direito à educação nessa
                modalidade de ensino, caracterizada por um público marcado pela instabilidade
                social, incerteza e vulnerabilidade (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Arroyo,
                    2011</xref>), que apresenta lacunas pela falta de comprometimento do Estado em
                políticas públicas que melhorem o acesso, a permanência e a qualidade da EJA,
                visando diminuir as desigualdades do sistema educacional.</p>
            <p>Para subsidiar reflexões e mudanças no cenário educacional da EJA é necessária, entre
                outras ações, a realização de pesquisas acerca dessa temática. Sendo assim, este
                artigo tem por objetivo mapear a produção acadêmica, acerca da EJA com enfoque no
                direito à educação, durante o periodo de 2017 a 2023, com procedimentos baseados em
                    <xref ref-type="bibr" rid="B23">Romanowski (2002)</xref>, com algumas
                alterações, e, logo após, organizado por categorias, realizar as análises com
                enfoque na categoria Educação como um direito fundamental<xref ref-type="fn"
                    rid="fn1">1</xref>.</p>
            <p>O referido estudo tem como relevância investigar as produções acadêmicas referentes à
                temática definida, discutir e analisar os principais resultados, assim como
                contribuir com a produção científica da Região Norte, especificamente no estado do
                Amazonas. Para realização da pesquisa no Portal de Periódicos da Coordenação de
                Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), utilizamos os seguintes
                descritores: “Educação de Jovens e Adultos”, “EJA” e “direito à educação”.
                Ressalta-se que este estudo faz parte da dissertação de mestrado defendida no
                Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Humanidades (PPGECH), da
                Universidade Federal do Amazonas.</p>
        </sec>
        <sec sec-type="methods">
            <title>Metodologia</title>
            <p>Pesquisas do tipo “estado da arte” podem ser definidas como uma análise da produção
                acadêmica de uma determinada área de conhecimento (<xref ref-type="bibr" rid="B10"
                    >Freitas; Pires, 2015</xref>). São caracterizadas por se tratar “de um
                instrumento que busca a compreensão do conhecimento sobre determinado tema, em um
                período de tempo específico e, consequentemente, sua sistematização e análise”
                    (<xref ref-type="bibr" rid="B31">Teixeira, 2006, p. 60</xref>), ou simplesmente
                “Pesquisas que estudam pesquisas” (<xref ref-type="bibr" rid="B28">Slongo, 2004, p.
                    21</xref>). No trecho a seguir, as autoras discorrem sobre as contribuições
                desse tipo de pesquisa para o mundo acadêmico:</p>
            <disp-quote>
                <p>Estados da arte podem significar uma contribuição importante na constituição do
                    campo teórico de uma área de conhecimento, pois procuram identificar os aportes
                    significativos da construção da teoria e prática pedagógica, apontar as
                    restrições sobre o campo em que se move a pesquisa, as suas lacunas de
                    disseminação, identificar experiências inovadoras investigadas que apontem
                    alternativas de solução para os problemas da prática e reconhecer as
                    contribuições da pesquisa na constituição de propostas na área focalizada (<xref
                        ref-type="bibr" rid="B24">Romanowski; Ens, 2006, p. 4</xref>).</p>
            </disp-quote>
            <p>Essa linguagem acadêmica consiste no nível mais alto de conhecimento a respeito de um
                determinado campo, com possibilidades de ampliação de perspectivas, enfoques e
                verificação de lacunas nas produções referentes a determinada temática (<xref
                    ref-type="bibr" rid="B19">Moretti, 2021</xref>).</p>
            <p>São pesquisas que não se resumem a verificar produções, mas categorizá-las, como
                relatam <xref ref-type="bibr" rid="B29">Soares e Maciel (2000, p. 4)</xref> quando
                dizem que é necessário considerar “categorias que identifiquem, em cada texto, e no
                conjunto deles as facetas sobre as quais o fenômeno vem sendo analisado”, assim,
                identificando seus enfoques.</p>
            <p>Diante dessas considerações, o presente trabalho visa verificar como estão as
                produções acadêmicas no que se refere à educação de jovens e adultos quanto ao
                direito à educação. Para alcançar esse objetivo, foram utilizados os procedimentos
                baseados em <xref ref-type="bibr" rid="B23">Romanowski (2002)</xref>, com algumas
                alterações:</p>
            <list list-type="bullet">
                <list-item>
                    <p>Definição dos descritores para direcionar as buscas a serem realizadas, foram
                        utilizados os descritores “Educação de Jovens e adultos”, “EJA” e “direito à
                        educação” no campo título;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Localização de bancos de pesquisas, catálogo de teses e dissertações, acervos
                        de bibliotecas e biblioteca eletrônica e acesso a coleções de periódicos,
                        assim como aos textos completos dos artigos, dada a magnitude dos diferentes
                        bancos de dados, para presente trabalho foi utilizado para a consulta os
                        artigos o Portal de Periódicos da Capes;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Estabelecimento de critérios para a seleção do material que compõe o
                            <italic>corpus</italic> do estado da arte: para delimitar os filtros
                        foram utilizados periódicos revisados por pares, apenas material em
                        português e o recorte temporal de 2017 a 2023, período que compreende o
                        espaço temporal pesquisado na dissertação de mestrado;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Leitura das publicações com elaboração de síntese preliminar, considerando o
                        tema, os objetivos, as problemáticas, as metodologias, as conclusões e a
                        relação entre o pesquisador e a área: nesse ponto, a seleção inicial foi
                        realizada através da leitura dos títulos, resumos e palavras-chave, o que
                            <xref ref-type="bibr" rid="B4">Bardin (2011, p. 126)</xref> conceituava
                        como leitura flutuante, “um primeiro contato com os documentos que serão
                        submetidos à análise”;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Organização do relatório do estudo compondo a sistematização das sínteses,
                        identificando as tendências dos temas abordados e as relações indicadas nas
                        teses e dissertações: nessa parte foram organizadas as categorias nas quais
                        os estudos foram agrupados;</p>
                </list-item>
                <list-item>
                    <p>Análise e elaboração das conclusões preliminares.</p>
                </list-item>
            </list>
            <p>Na <xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref> é possível observar como foi
                organizado o processo de consulta para a elaboração da pesquisa, ressaltando que o
                material foi consultado no dia 9 de março de 2023.</p>
            <p><fig id="f1">
                    <label>Figura 1</label>
                    <caption>
                        <title>Processo de Seleção</title>
                        <p>Fonte: elaborado pelas autoras.</p>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e96784-gf01.tif"/>
                </fig></p>
        </sec>
        <sec sec-type="results|discussion">
            <title>Resultados e Discussão</title>
            <p>Conforme o escopo da pesquisa, obtivemos como resultado 4.437 artigos. Após o
                refinamento, através dos filtros estabelecidos, conforme <xref ref-type="fig"
                    rid="f1">Figura 1</xref>, apresentou-se como resultado 93 artigos, sendo que
                sete deles foram duplicados, de forma que tivemos o número final de 86 artigos. Vale
                ressaltar que não houve processo de exclusão, a não ser pelos duplicados, pois o
                objetivo foi investigar como estão as produções acadêmicas diante dessa
                temática.</p>
            <p>A partir da leitura inicial, as temáticas foram alinhadas em categorias, conforme
                demonstra o <xref ref-type="table" rid="T1">Quadro 1</xref>.</p>
            <table-wrap id="T1">
                <label>Quadro 1</label>
                <caption>
                    <title>Categorias</title>
                </caption>
                <table frame="box" rules="all">
                    <thead style="background-color:#bfbfbf">
                        <tr>
                            <th colspan="2" align="center" valign="middle">CATEGORIAS</th>
                        </tr>
                    </thead>
                    <tbody>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Educação como um direito
                                fundamental</td>
                            <td align="center" valign="middle">15</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Formação de professores</td>
                            <td align="center" valign="middle">14</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Ensino de Ciências e Matemática</td>
                            <td align="center" valign="middle">13</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Leitura/letramento</td>
                            <td align="center" valign="middle">8</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Práticas educacionais</td>
                            <td align="center" valign="middle">8</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Tecnologias aplicadas na educação</td>
                            <td align="center" valign="middle">7</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Perfil de alunos</td>
                            <td align="center" valign="middle">6</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">História da EJA</td>
                            <td align="center" valign="middle">6</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Produção acadêmica</td>
                            <td align="center" valign="middle">3</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Evasão escolar</td>
                            <td align="center" valign="middle">2</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Gestão educacional</td>
                            <td align="center" valign="middle">1</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Ensino de Língua estrangeira</td>
                            <td align="center" valign="middle">2</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">Resenha de livro</td>
                            <td align="center" valign="middle">2</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle"><bold>Total</bold></td>
                            <td align="center" valign="middle">86</td>
                        </tr>
                    </tbody>
                </table>
                <table-wrap-foot>
                    <fn id="TFN1">
                        <p>Fonte: elaborado pelas autoras a partir do Portal de Periódicos da <xref
                                ref-type="bibr" rid="B8">Capes (2023)</xref>.</p>
                    </fn>
                </table-wrap-foot>
            </table-wrap>
            <p>Nota-se, no recorte temporal estabelecido, que as temáticas mais recorrentes foram:
                educação como um direito fundamental, com 15 artigos; formação de professores, com
                14 publicações; ensino de Ciências e Matemática na modalidade da Educação de Jovens
                e Adultos, com 13 produções acadêmicas; e Leitura e Letramento, com 8 trabalhos
                publicados. A EJA também aparece articulada às outras temáticas, como tecnologias
                aplicadas na educação, história da EJA, perfil de alunos, gestão educacional, entre
                outras.</p>
            <p>Tendo em vista que esta pesquisa se propôs a mapear a EJA enquanto direito
                fundamental do ser humano, conforme determina a Constituição Federal de 1988, neste
                trabalho vamos analisar apenas a categoria que trata da Educação como um direito
                fundamental, que será apresentada na última seção.</p>
            <p>A partir de uma análise sobre a temporalidade, o <xref ref-type="table" rid="T2"
                    >Quadro 2</xref> destaca o período com mais artigos publicados, conforme o
                recorte temporal estabelecido:</p>
            <table-wrap id="T2">
                <label>Quadro 2</label>
                <caption>
                    <title>Quantidade de produções por ano</title>
                </caption>
                <table frame="box" rules="all">
                    <thead style="background-color:#bfbfbf">
                        <tr>
                            <th align="center" valign="middle">Ano</th>
                            <th align="center" valign="middle">Artigos</th>
                        </tr>
                    </thead>
                    <tbody>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle">2017</td>
                            <td align="center" valign="middle">14</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle">2018</td>
                            <td align="center" valign="middle">12</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle">2019</td>
                            <td align="center" valign="middle">17</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle">2020</td>
                            <td align="center" valign="middle">17</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle">2021</td>
                            <td align="center" valign="middle">16</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle">2022</td>
                            <td align="center" valign="middle">9</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle">2023</td>
                            <td align="center" valign="middle">1</td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="center" valign="middle"><bold>Total</bold></td>
                            <td align="center" valign="middle">86 (retirados os duplicados)</td>
                        </tr>
                    </tbody>
                </table>
                <table-wrap-foot>
                    <fn id="TFN2">
                        <p>Fonte: elaborado pelas autoras a partir do Portal de Periódicos da <xref
                                ref-type="bibr" rid="B8">Capes (2023)</xref>.</p>
                    </fn>
                </table-wrap-foot>
            </table-wrap>
            <p>Constata-se um equilíbrio de publicações no período de 2017 a 2021, aumentando
                gradativamente. Em 2022, a quantidade cai para nove trabalhos, e em 2023 somente 1,
                em virtude da data de corte da pesquisa. O interessante é perceber que mesmo no
                período pandêmico da Covid-19<xref ref-type="fn" rid="fn2">2</xref>, as produções
                continuaram a ser publicadas, período em que vários aspectos educacionais foram
                comprometidos, inclusive as pesquisas, porém, as reflexões acerca dessa modalidade
                na pandemia tiveram continuidade.</p>
            <p>Os 86 artigos foram publicados em periódicos de diferentes <italic>Qualis,</italic>
                conforme podemos observar no <xref ref-type="fig" rid="f2">Gráfico 1</xref>.</p>
            <p><fig id="f2">
                    <label>Gráfico 1</label>
                    <caption>
                        <title><italic>Qualis</italic> das publicações sobre EJA no periodo de 2017
                            a 2023</title>
                        <p>Fonte: elaborado pelas autoras a partir do Portal de Periódicos da <xref
                                ref-type="bibr" rid="B8">Capes (2023)</xref>.</p>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e96784-gf02.tif"/>
                </fig></p>
            <p>É satisfatório observar que grande parte das publicações estão em revistas cujo
                    <italic>Qualis</italic> estão no conceito A, periódicos com melhor avaliação nos
                programas de pós-graduação, deixando em evidência a importância da temática.</p>
            <p>Atentando para a localidade geográfica onde as pesquisas foram realizadas, temos a
                seguinte caracterização, conforme podemos perceber no <xref ref-type="fig" rid="f3"
                    >Gráfico 2</xref>.</p>
            <p><fig id="f3">
                    <label>Gráfico 2</label>
                    <caption>
                        <title>Localização geográfica das publicações sobre EJA no periodo de 2017 a
                            2023</title>
                        <p>Fonte: elaborado pelas autoras a partir do Portal de Periódicos da <xref
                                ref-type="bibr" rid="B8">Capes (2023)</xref>.</p>
                    </caption>
                    <graphic xlink:href="2175-795X-rp-42-01-e96784-gf03.tif"/>
                </fig></p>
            <p>A Região Norte teve 6 artigos publicados, ressaltando que não houve nenhuma produção
                no Estado do Amazonas; a Região Nordeste apresentou 14 artigos; a Região
                Centro-Oeste com 11 artigos; a Região Sul 17 artigos; e a Região Sudeste 38
                artigos.</p>
            <p>Fica evidente, nessa temática, mas também poderiam ser destacadas outras áreas de
                pesquisa, como a Região Norte ainda carece de produções acadêmicas nos mais diversos
                campos. Em grande parte, esse cenário se deve ao número de cursos de pós-graduação
                nessa região, um processo que iniciou tardiamente, e a distância dos grandes polos
                do país favoreceu a dificuldade quanto a sua consolidação. No ano de 2023, a região
                apresenta 378 cursos de pós-graduações e 283 programas (<xref ref-type="bibr"
                    rid="B8">Capes, 2023</xref>), sendo a região brasileira com menor quantidade.
                Fica evidente a desigualdade regional ao falarmos sobre a pós-graduação
                    <italic>stricto sensu</italic>.</p>
            <p>Tecemos, nessa primeira parte, reflexões quanto aos dados quantitativos da pesquisa
                com base nos descritores já mencionados, assim, alcançando o propósito de saber como
                andam as produções e quais os principais assuntos sobre a modalidade EJA estão
                presentes no campo científico das pesquisas em educação e ensino. A partir de agora,
                daremos ênfase à categoria educação como direito fundamental, temática da
                dissertação investigada.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Educação como um direito fundamental</title>
            <p>Esta categoria possui 15 artigos, os quais foram distribuídos em duas subcategorias:
                políticas públicas, com 11 artigos; e privação de liberdade/condição de rua, com 4
                artigos, conforme detalhado nos quadros a seguir.</p>
            <table-wrap>
                <label>Quadro 3</label>
                <caption>
                    <title>Categoria educação com direito fundamental – Políticas Públicas</title>
                </caption>
                <table frame="box" rules="all">
                    <thead style="background-color:#bfbfbf">
                        <tr>
                            <th colspan="5" align="center" valign="middle">Políticas Públicas</th>
                        </tr>
                        <tr>
                            <th align="center" valign="middle">Nº</th>
                            <th align="center" valign="middle">Título</th>
                            <th align="center" valign="middle">Autores</th>
                            <th align="center" valign="middle">Ano</th>
                            <th align="center" valign="middle">Link</th>
                        </tr>
                    </thead>
                    <tbody>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">01</td>
                            <td align="left" valign="middle">A educação de jovens e adultos e sua
                                imbricação com o ensino regular</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Carlos Eduardo Moreno Sampaio</p>
                                <p>Luciano Abrão Hizim</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2022</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="http://rbep.inep.gov.br/ojs3/index.php/rbep/article/view/5135"
                                    >http://rbep.inep.gov.br/ojs3/index.php/rbep/article/view/5135</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">02</td>
                            <td align="left" valign="middle">As Políticas de Educação de Jovens e
                                Adultos na atualidade como desdobramento da constituição e da
                                LDB</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Elionaldo Fernandes Julião</p>
                                <p>Hellen Jannisy Vieira Beiral</p>
                                <p>Gláucia Maria Ferrari</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2017</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/Poiesis/article/view/4725"
                                    >https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/Poiesis/article/view/4725</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">03</td>
                            <td align="left" valign="middle">Desafios do tempo presente na
                                Escolarização de jovens, adultos e idosos: agenda para a nova
                                década</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Carlos Soares Barbosa</p>
                                <p>Jaqueline Luzia da Silva</p>
                                <p>José Carlos Lima de Souza</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2020</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://seer.ufs.br/index.php/revtee/article/view/14146"
                                    >https://seer.ufs.br/index.php/revtee/article/view/14146</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">04</td>
                            <td align="left" valign="middle">A política paulistana de EJA:
                                territórios e desigualdades</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Roberto Catelli Jr.</p>
                                <p>Maria Clara Di Pierro</p>
                                <p>Eduardo Donizeti Girotto</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2019</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/5734"
                                    >https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/5734</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">05</td>
                            <td align="left" valign="middle">A Educação de Jovens e Adultos (EJA)
                                como política pública no município de São Paulo (SP): uma revisão
                                bibliográfica</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Denise Dias dos Santos</p>
                                <p>Natália Frizzo de Almeida</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2020</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/e-mosaicos/article/view/45110"
                                    >https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/e-mosaicos/article/view/45110</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">06</td>
                            <td align="left" valign="middle">Estimativa do estoque da população apta
                                a demandar por educação de jovens e adultos no Estado de São Paulo
                                em 1995 e 2015</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Flávia Vitor Longo</p>
                                <p>Joice Melo Vieira</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2021</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://rebep.org.br/revista/article/view/1518/1097"
                                    >https://rebep.org.br/revista/article/view/1518/1097</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">07</td>
                            <td align="left" valign="middle">Educação de Jovens e Adultos no campo:
                                da extensão universitária às políticas públicas</td>
                            <td align="left" valign="middle">Gabriela Furlan Carcaioli</td>
                            <td align="center" valign="middle">2018</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/extensio/article/view/1807-0221.2018v15n28p45"
                                    >https://periodicos.ufsc.br/index.php/extensio/article/view/1807-0221.2018v15n28p45</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">08</td>
                            <td align="left" valign="middle">O trabalho infantil e a educação de
                                jovens e adultos na perspectiva de adultos trabalhadores</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Aline Madia Mantovani</p>
                                <p>Anderson dos Santos Carvalho</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2018</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://periodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/16175"
                                    >https://periodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/16175</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">09</td>
                            <td align="left" valign="middle">Educação profissional e educação de
                                jovens e adultos na rede federal</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Irismar Severino da Silva
                                    Fernandes</p>
                                <p>Mario Sérgio Pedroza Lobão</p>
                                <p>Renata Gomes de Abreu Freitas</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2022</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/62887"
                                    >https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/62887</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">10</td>
                            <td align="left" valign="middle">Reflexões sobre as Diretrizes
                                Curriculares Nacionais para a educação de jovens e adultos</td>
                            <td align="left" valign="middle">Suelen Santos Maurício</td>
                            <td align="center" valign="middle">2020</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/52202"
                                    >https://seer.ufu.br/index.php/reveducpop/article/view/52202</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">11</td>
                            <td align="left" valign="middle">Educação e dignidade humana –
                                intersecção de caminhos</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Claudia Hickenbick Elenita</p>
                                <p>Eliete de Lima Ramos</p>
                                <p>Patrícia Rosa</p></td>
                            <td align="center" valign="middle">2017</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/6053589.pdf"
                                    >https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/6053589.pdf</ext-link></td>
                        </tr>
                    </tbody>
                </table>
                <table-wrap-foot>
                    <fn id="TFN3">
                        <p>Fonte: elaborado pelas autoras.</p>
                    </fn>
                </table-wrap-foot>
            </table-wrap>
            <table-wrap>
                <label>Quadro 4</label>
                <caption>
                    <title>Categoria educação como direito fundamental – Privação de
                        liberdade/condição de rua</title>
                </caption>
                <table frame="box" rules="all">
                    <thead style="background-color:#bfbfbf">
                        <tr>
                            <th colspan="5" align="center" valign="middle">Privação de
                                liberdade/Condição de rua</th>
                        </tr>
                        <tr>
                            <th align="left" valign="middle">Nº</th>
                            <th align="left" valign="middle">Título</th>
                            <th align="left" valign="middle">Autores</th>
                            <th align="left" valign="middle">Ano</th>
                            <th align="left" valign="middle">Link</th>
                        </tr>
                    </thead>
                    <tbody>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">01</td>
                            <td align="left" valign="middle">Perspectivas da educação de jovens e
                                adultos no sistema prisional.</td>
                            <td align="left" valign="middle">Sita Mara Lopes Sant'Anna</td>
                            <td align="left" valign="middle">2017</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://revistas.unilasalle.edu.br /index.php/Dialogo/article/view/3259"
                                    >https://revistas.unilasalle.edu.br
                                    /index.php/Dialogo/article/view/3259</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">02</td>
                            <td align="left" valign="middle">Educação de Jovens e Adultos em
                                contexto de privação de liberdade: análise de narrativas de um
                                sujeito-educando</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Cleia Pantoja Andrade</p>
                                <p>Alder de Sousa Dias</p>
                                <p>Eliane Leal Vasques Waldir</p></td>
                            <td align="left" valign="middle">Ferreira Abreu</td>
                            <td align="left" valign="middle">2019</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://revistas.uneb.br/index.php/rbpab/article/view/5170"
                                    >https://revistas.uneb.br/index.php/rbpab/article/view/5170</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">03</td>
                            <td align="left" valign="middle">Narrativas e direitos humanos: Da
                                (in)visibilidade das ruas para o empoderamento na educação de jovens
                                e adultos</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Kleyne Cristina Dornelas de
                                    Souza</p>
                                <p>Maria Clarisse Vieira</p></td>
                            <td align="left" valign="middle">2021</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8656630"
                                    >https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/8656630</ext-link></td>
                        </tr>
                        <tr>
                            <td align="left" valign="middle">04</td>
                            <td align="left" valign="middle">A EJA em contextos de privação de
                                liberdade: desafios e brechas à educação popular</td>
                            <td align="left" valign="middle"><p>Elenice Maria Cammarosano Onofre</p>
                                <p>Jarina Rodrigues Fernandes</p>
                                <p>Ana Claudia Ferreira Godinho</p></td>
                            <td align="left" valign="middle">2019</td>
                            <td align="left" valign="middle"><ext-link ext-link-type="uri"
                                    xlink:href="https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/view/33770"
                                    >https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/view/33770</ext-link></td>
                        </tr>
                    </tbody>
                </table>
                <table-wrap-foot>
                    <fn id="TFN4">
                        <p>Fonte: elaborado pelas autoras.</p>
                    </fn>
                </table-wrap-foot>
            </table-wrap>
        </sec>
        <sec>
            <title>Políticas Públicas</title>
            <p>As políticas públicas são decisões e ações adotadas pelo governo e outras
                instituições públicas para abordar problemas sociais, econômicos ou políticos de
                forma a alcançar objetivos específicos em benefício da sociedade em geral.
                Historicamente, a Educação de Jovens e Adultos sofre com a omissão estatal. <xref
                    ref-type="bibr" rid="B3">Barbosa, Silva e Souza (2020)</xref> relatam que ainda
                que avanços tenham sido efetuados nas últimas décadas na legislação nacional, o
                reconhecimento do direito à educação de pessoas jovens, adultas e idosas não tem
                sido efetivo na materialidade histórica brasileira.</p>
            <p>Essa situação ainda persiste, em grande parte, pelo fato de o Brasil ser um país que
                apresenta grandes desigualdades econômicas e sociais, gerando um intenso debate
                sobre políticas públicas que possibilitem superar o desafio de garantia dos direitos
                sociais previstos na legislação. A desigualdade de renda reflete nas políticas
                sociais e oportunidades de desenvolvimento das pessoas, como enfatiza <xref
                    ref-type="bibr" rid="B25">Sampaio e Hizim (2022)</xref>, que ampliam a discussão
                em várias vertentes, desde usos de metodologias diferenciadas, organização escolar e
                curricular, formação de professores, políticas de financiamento, entre outras formas
                para colaborar na diminuição da demanda da EJA.</p>
            <p><xref ref-type="bibr" rid="B12">Julião, Beiral e Ferrari (2017)</xref> discorrem
                sobre como, a partir da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases
                da Educação Nacional, Lei n.º 9.394/1996, novas leis, documentos e políticas
                públicas foram criadas para o acesso e permanência de jovens e adultos, contudo, é
                possível evidenciar avanços e retrocessos nas ações implementadas.</p>
            <p>Foram conquistados importantes marcos legais que regulamentam a execução de políticas
                públicas, porém, não foram efetivados na prática, de forma que “os avanços legais
                não corresponderam efetivamente a conquistas na consolidação da política de EJA”
                    (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Julião; Beiral; Ferrari, 2017, p. 52</xref>).
                Os autores criticam a criação de “programas que não dialogam entre si” e geram “a
                necessidade de intervenção emergencial para controlar evidentes disfunções dessas
                iniciativas” (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Julião; Beiral; Ferrari, 2017, p.
                    52</xref>), assim como por ações pontuais, deixando a EJA como coadjuvante nas
                políticas públicas educacionais.</p>
            <p>Ainda no campo legislacional, o artigo de <xref ref-type="bibr" rid="B18">Maurício
                    (2020)</xref> traz importantes ponderações sobre as Diretrizes Curriculares
                Nacionais (DCNs) para a EJA e sua relação com o mercado de trabalho. O autor
                apresenta o documento, enfatiza suas funções (reparadora, equalizadora e
                qualificadora) e critica o pensamento econômico neoliberalista da década de 1990 e
                suas reformas educacionais. O texto parte da visão do materialismo
                histórico-dialético.</p>
            <p><xref ref-type="bibr" rid="B15">Longo e Vieira (2021)</xref> estimam a demanda pela
                modalidade EJA no Estado de São Paulo, um estudo que indica que há uma parcela
                importante da população adulta que segue com a educação básica incompleta. Os dados
                apresentados podem colaborar para a formulação de políticas públicas voltadas a essa
                modalidade, fundamentando-se no direito à educação em todas as idades e à formação
                continuada ao longo da vida.</p>
            <p>Em complemento ao artigo anterior, Júnior, Di Pierro e Girotto (2019) analisam a
                oferta da EJA na cidade de São Paulo, que apresenta taxas de analfabetismo
                inferiores à média nacional, porém, em números absolutos apresenta o maior
                contingente de jovens e adultos analfabetos ou com baixa escolaridade, dados que
                demonstram ser um tema prioritário na pauta de políticas públicas. No decorrer do
                artigo, os autores discorrem sobre as dificuldades encontradas apesar das
                estratégias realizadas, ineficácia na mobilização de alunos, inadequação na
                organização e propostas pedagógicas da modalidade, a “juvenilização” da EJA, com um
                número grande de adolescentes e fatores extraeducacionais, como trabalho,
                responsabilidades familiares, entre outros aspectos.</p>
            <p>A “juvenilização” também é um dos aspectos citados na pesquisa de <xref
                    ref-type="bibr" rid="B27">Santos e Almeida (2020)</xref>, que tem como lócus,
                assim como o artigo anterior, a cidade de São Paulo. Os autores levantam a reflexão
                de que um dos motivos para o aumento da matrícula de jovens na EJA seria a evasão
                escolar no ensino fundamental regular, o que os leva a procurar outras maneiras de
                concluir sua escolaridade. O texto enfatiza como cada gestão implementou políticas
                públicas para essa modalidade, ocasionando impactos positivos e negativos,
                destacando-se o Movimento de Alfabetização de Adultos (MOVA) e a criação dos Centros
                Integrados de Educação de Jovens e Adultos (CIEJAs).</p>
            <p>Fica evidente a preocupação do município e estado de São Paulo em realizar produções
                acadêmicas acerca da temática da EJA, mapeando essa modalidade de ensino através de
                dados, como evasão, matrícula, gênero, etnia, necessidades especiais, entre outros
                levantamentos que contribuem para o entendimento das especificidades dessa
                modalidade e colaboram para o embasamento de políticas públicas, um exemplo para as
                demais localidades brasileiras.</p>
            <p><xref ref-type="bibr" rid="B7">Carcaioli (2018)</xref> busca debater sobre um projeto
                de extensão contemplado com o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária
                (PRONERA), uma política pública voltada para os beneficiários da reforma agrária. O
                texto discorre sobre a EJA e a educação no campo em um acampamento e como a chegada
                do PRONERA contribuiu para a evolução da parte organizacional escolar do local, que
                metodologicamente apoiou-se nos ideais de Paulo Freire e círculos de cultura, os
                quais consideram a história de vida dos alunos no processo de ensino-aprendizagem.
                De acordo com as narrativas apresentadas, tiveram resultados satisfatórios com a
                comunidade.</p>
            <p>Ainda seguindo a linha de uma política pública específica, os artigos de <xref
                    ref-type="bibr" rid="B9">Fernandes, Lobão e Freitas (2022)</xref>, bem como o de
                    <xref ref-type="bibr" rid="B11">Hickenbick, Ramos e Rosa (2017)</xref>, abordam
                o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica
                (PROEJA) na modalidade Educação de Jovens e Adultos a partir de abordagens
                diferentes. <xref ref-type="bibr" rid="B9">Fernandes, Lobão e Freitas (2022)</xref>
                traçam o histórico social do PROEJA no país e a sua implementação, que teve a
                finalidade de elevar a escolarização e proporcionar a qualificação profissional do
                público jovem e adulto. Os autores enfatizam que, assim como outros programas da
                EJA, também foram apresentadas fragilidades, em grande parte pelo planejamento
                acelerado. Já <xref ref-type="bibr" rid="B11">Hickenbick, Ramos e Rosa (2017)</xref>
                descrevem o PROEJA a partir de uma perspectiva de reconhecimento da cidadania e
                garantia de direitos.</p>
            <p>A EJA sempre teve relação com o trabalho, tanto como necessidade de aperfeiçoamento
                quanto como fator para o abandono da escola. O artigo de <xref ref-type="bibr"
                    rid="B17">Mantovani e Carvalho (2018)</xref> levanta a discussão sobre como a
                população jovem e adulta teve a escolarização comprometida em decorrência do
                trabalho infantil, fato comprovado na pesquisa, porém, não foi o único motivo,
                evidenciando que o acesso e permanência escolar precisam perpassar programas sociais
                que visem minimizar aspectos econômicos e, logo, a continuação dos estudos.</p>
            <p>Ao falar em direito à educação é necessário discorrer sobre políticas públicas, que
                são as ações que irão melhorar o cenário educacional. E ao tratar da EJA, muitas
                adversidades nesse campo podem ser elencadas que comprometeram o desenvolvimento da
                modalidade e os índices de analfabetismo no país. Os artigos tecem importantes
                pontuações, desde marcos legais, programas, a questão da “juvenilização” da EJA,
                assim como a relação com o trabalho, evidenciando a complexidade de elementos que
                precisam ser discutidos para a efetivação do que rege a lei.</p>
        </sec>
        <sec>
            <title>Privação de liberdade/condição de rua</title>
            <p>A Constituição Federal de 1988, no seu art. 205, promulga: “A educação, direito de
                todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração
                da sociedade”. Apesar de estar documentada a educação como direito de todos, a
                educação de jovens e adultos sempre teve que lutar contra as adversidades, em parte
                devido à vulnerabilidade do seu público, historicamente marginalizado, de modo que
                as pessoas em situação de rua e em privação de liberdade são uma parcela desses
                sujeitos.</p>
            <p><xref ref-type="bibr" rid="B30">Souza e Vieira (2021)</xref> relatam que a
                informalidade e o desemprego são fatores que colaboram para o surgimento da
                população em situação de rua, uma situação social, de forma que para esses sujeitos
                é necessário urgentemente a mudança de sua realidade. É preciso pensar em uma
                educação que relacione as competências escolares ao mundo do trabalho e vice-versa,
                porém, é comum a sociedade invisibilizar esses sujeitos.</p>
            <p><xref ref-type="bibr" rid="B21">Onofre, Fernandes e Godinho (2019)</xref>, além de
                    <xref ref-type="bibr" rid="B26">Sant’Anna (2017)</xref>, em seus artigos traçam
                possibilidades para a educação nas prisões. Os primeiros autores apresentam três
                dimensões através das demandas de (re)inserção e de (re)socialização, não restrita
                às escolas, mas em oficinas, cultos, rodas de conversas, entre outras atividades, a
                flexibilização do currículo e o trabalho interdisciplinar, além da valorização do
                trabalho docente. O segundo autor parte da necessidade de atentar aos aspectos
                pedagógicos que envolvem as questões relativas às metodologias, ao material
                didático, aos sistemas de avaliação e às especificidades dos sujeitos na Educação de
                Jovens e Adultos que atuam e estão no sistema penitenciário.</p>
            <p><xref ref-type="bibr" rid="B1">Andrade <italic>et al.</italic> (2019)</xref> abordam
                a temática da privação de liberdade a partir de uma perspectiva humanista, em um
                estudo sociocultural, através da narrativa de um educando, que devido à
                desestruturação da família se afastou dos estudos e se aproximou do mundo do crime,
                levando-o a repensar como serão suas pretensões futuras quanto à educação no
                pós-cárcere, uma vez que frequenta a escola prisional objetivando se reintegrar à
                sociedade. A pesquisa evidencia esses percalços e suscita várias reflexões.</p>
            <p>Os artigos abordados tratam de uma temática que pode ter o seu debate ampliado no
                meio educacional. Pessoas em situação de rua e em privação de liberdade, que muitas
                vezes são invisibilizadas pela sociedade, são um dos públicos da educação de jovens
                e adultos, modalidade que abrange múltiplos espaços educativos e apresenta um
                desafio quanto à efetividade dos seus direitos.</p>
        </sec>
        <sec sec-type="conclusions">
            <title>Considerações finais</title>
            <p>A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade com um vasto campo a ser pesquisado e
                com uma variedade de temáticas abordadas, não restritas somente às práticas
                pedagógicas. O presente trabalho objetivou mapear as produções acadêmicas do período
                de 2017 a 2023 para verificar quais os principais assuntos sobre a modalidade EJA
                que recentemente estão presentes no campo científico das pesquisas em educação e
                ensino, com ênfase na categoria educação como direito fundamental.</p>
            <p>Após a pesquisa pelos descritores já mencionados, iniciou-se a análise dos artigos
                conforme estabelecido, por meio da leitura flutuante. Então, o corpus da pesquisa
                foi organizado em 13 categorias, possibilitando o agrupamento das temáticas por
                afinidade de assuntos, o que favoreceu visualizar as mais predominantes e, a partir
                de então, iniciar as considerações.</p>
            <p>Fica evidente que é uma modalidade de ensino com várias publicações, inclusive no
                período da pandemia, com um grande número de produções em revistas de Qualis A,
                porém, com lacunas nos locais onde foram desenvolvidas as pesquisas: poucos
                trabalhos na Região Norte, sendo nenhum deles no estado do Amazonas, e em
                contraponto temos um número expressivo na Região Sudeste, em destaque para o estado
                de São Paulo, que realizou pesquisas que revelaram o cenário do analfabetismo na sua
                localidade.</p>
            <p>É importante destacar que o primeiro programa de pós-graduação em Educação no Brasil
                teve origem na Região Sudeste, no Rio de Janeiro, em 1965, o que também colabora
                para o número acentuado de produções do Sudeste em relação às demais regiões
                brasileiras.</p>
            <p>Quanto à Região Norte, uma estatística pertinente da Pesquisa Nacional por Amostra de
                Domicílios (PNAD) revela que o território possui o segundo pior índice de
                analfabetismo do Brasil, entre pessoas a partir de 15 anos ou mais. O estado do
                Amazonas possui 4,4% de analfabetismo. São dados que colaboram para investigações
                acerca dessa temática na região. Essa carência pode ser explicada pela quantidade de
                programas de pós-graduação em educação e ensino, que ao todo são 32 na Região Norte
                e seis no Amazonas (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Capes, 2023</xref>).</p>
            <p>Nas pesquisas de <xref ref-type="bibr" rid="B22">Pereira e Oliveira (2018)</xref>,
                    <xref ref-type="bibr" rid="B20">Nascimento e Cassab (2021)</xref>, <xref
                    ref-type="bibr" rid="B13">Júnior, Di Pierro e Girotto (2019)</xref> e <xref
                    ref-type="bibr" rid="B27">Santos e Almeida (2020)</xref>, os referidos autores
                utilizam o termo juvenilização, um fenômeno que tem se intensificado em virtude da
                defasagem idade-série na escola regular e, consequentemente, um número maior de
                jovens na EJA, um aspecto que passou a ser muito discutido nessa modalidade nas
                pesquisas mais recentes.</p>
            <p>Ao se falar de EJA é quase que obrigatório citar Paulo Freire, e vários autores
                fizeram referência ao teórico e sua metodologia de alfabetização de adultos, através
                dos círculos de cultura, que ancoravam na tríade da dialogicidade a valorização dos
                diferentes saberes, o desenvolvimento da consciência crítica e da autonomia do(a)
                educando(a). Assim fez <xref ref-type="bibr" rid="B16">Machado (2021)</xref>, <xref
                    ref-type="bibr" rid="B7">Carcaioli (2018)</xref>, <xref ref-type="bibr"
                    rid="B14">Leite (2017)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B30">Souza e Vieira
                    (2021)</xref>, entre outros autores que enfatizaram a educação autônoma e
                libertadora, demonstrando que as concepções de Freire seguem importantes no campo
                educacional.</p>
            <p>Por fim, entendemos que este trabalho tem um papel de destaque para a discussão e
                reflexão sobre as produções acadêmicas da Educação de Jovens e Adultos e,
                consequentemente, a importância que se dá à temática no processo científico. Ao
                enfatizar a importância da EJA, não estamos apenas valorizando suas contribuições
                para o desenvolvimento educacional e social, mas também registrando sua influência
                significativa na formação de políticas públicas e na promoção da igualdade de
                oportunidades de aprendizagem para todos os segmentos da sociedade.</p>
            <p>Este estudo não apenas amplia nosso entendimento sobre a EJA, mas também incentiva
                uma abordagem mais crítica e reflexiva em relação às práticas e políticas
                educacionais externas para esse público, impulsionando, assim, avanços
                significativos no campo da pesquisa e da prática pedagógica.</p>
        </sec>
    </body>
    <back>
        <fn-group>
            <fn fn-type="other" id="fn1">
                <label>1</label>
                <p>Por ser a temática da dissertação desenvolvida neste estado da arte.</p>
            </fn>
            <fn fn-type="other" id="fn2">
                <label>2</label>
                <p>Covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2. A
                    doença é potencialmente grave, altamente transmissível e espalhou-se por todo o
                    mundo a partir do ano de 2019.</p>
            </fn>
        </fn-group>
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                        liberdade: Análise de narrativas de um sujeito-educando</article-title>
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