A arquitetura islâmica e a psicologia de C.G.Jung

Autores

  • Rafael Raffaelli UFSC - Florianópolis - SC

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-8951.2008v9n95p96

Palavras-chave:

Arquitetura Islâmica, Mesquita Ahmad Ibn Tulun, Sufismo, Mandala, C. G. Jung

Resumo

Este artigo se propõe a refletir sobre as influências que a arquitetura islâmica exerceu sobre a psicologia de Carl Gustav Jung em geral e sobre as origens do seu conceito de mandala em particular. Utiliza-se o relato autobiográfico de Jung, Memórias, Sonhos e Reflexões, e sua obra Psicologia e Alquimia, para traçar essa origem. Segundo Barbara Hannah, biógrafa de Jung, uma mesquita no Cairo (Egito) foi de importância capital para a formulação desse conceito. Provavelmente esse templo é a Mesquita Ahmad Ibn Tulun. São examinados alguns exemplos de edificações cujo desenho arquitetônico é baseado na composição concêntrica. É também analisada a relação entre a simbologia arquitetônica islâmica inspirada pelo sufismo e as concepções psicológicas de Jung.

Biografia do Autor

Rafael Raffaelli, UFSC - Florianópolis - SC

Graduação em Psicologia pela PUC - SP (1977), mestrado em Psicologia (Psicologia Social) pela PUC - SP (1983) e doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela PUC - SP (1988). É professor titular da UFSC e Coordenador da Área de Concentração Arte: Imaginário Simbólico do Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC.

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Publicado

2008-12-16

Edição

Seção

Ensaios