A genética do câncer de mama e a pluripotência do gênero

Sahra Gibbon

Resumo


A chamada revolução genética, o progresso das ciências do ser vivo e o crescimento da medicina preditiva, estimulou a pesquisa social não penas a examinar as recentes formas de saúde e identidade trazidas à tona por essa conjectura, mas também tem recentemente se envolvido em esforços para examinar a quanto tempo categorias culturais de diferença e identidade, como raça e etnia, podem receber um novo olhar através do desenvolvimento de um novo conhecimento genético e tecnológico. Gênero é analisado como uma categoria de diferença de igual importância, que também é renovado pelos desenvolvimentos dentro da genômica. Nesse artigo analisarei essas questões em relação a essa área específica da ciência genômica e a medicina, focando no domínio conhecido como “genética do câncer de mama”. Os progressos analisados nesse artigo podem ser complementados se examinados sob a noção de pluripotência referindo-se a forma múltipla e dinâmica através das quais o gênero feminino tem se estruturado, sido centro para si mesmo, e as vezes sendo transformado em relação ao campo do conhecimento e tecnologia associados aos genes do Câncer de Mama.


Palavras-chave


Genética; Gênero; Saúde; Câncer de Mama; Identidade

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DOI: https://doi.org/10.5007/1984-8951.2014v15n107p137

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Cad. de Pesq. Interdisc. em Ci-s. Hum-s., Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. ISSN 1984-8951.