A narrativa de Kafka nas bordas do nonsense

Rosvitha Friesen Blume

Resumo


No presente artigo proponho uma aproximação à obra de Kafka a
partir da teoria do nonsense como metalinguagem. Kafka é mais conhecido como cronista do absurdo, e com certeza sua obra não pode ser considerada nonsense por excelência. Procurarei, entretanto, identificar e discutir possíveis coincidências e discrepâncias de sua narrativa com relação à literatura nonsense, partindo de uma comparação de sua obra com a de Lewis Carroll.

Palavras-chave


Kafka; o absurdo; literatura nonsense; Carroll

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DOI: https://doi.org/10.5007/fragmentos.v26i0.7750

Revista Fragmentos, ISSNe 2175-7992, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.