Estado e populações pobres no Brasil: a espacialização da desigualdade social em Florianópolis - SC (décadas de 1930-1950)

Autores

  • Reinaldo Lindolfo Lohn Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Silvia Maria Fávero Arend Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

DOI:

https://doi.org/10.5007/2177-5230.2013v28n56p33

Resumo

 Este artigo tem o objetivo de discutir as relações entre Estado, camadas populares e usos do espaço urbano em Florianópolis entre as décadas de 1930 e 1950. Ao longo do período ocorreu uma transição na qual a dinâmica socioeconômica de Florianópolis passou das atividades produtivas, comerciais e industriais, para aquelas vinculadas à exploração do mercado imobiliário. As vivências das populações pobres foram afetadas pela introdução de mecanismos de gestão urbana e programas sociais, tanto por agentes governamentais como judiciários. Por meio da variação das escalas de observação, foi construída uma narrativa do processo de espacialização da desigualdade social na cidade

Biografia do Autor

Reinaldo Lindolfo Lohn, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professor da Graduação e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

Silvia Maria Fávero Arend, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Doutora em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professora da Graduação e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

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Publicado

2014-04-15

Edição

Seção

Artigos