: A escrita como água viva

Autores

  • Telma Scherer Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7917.2016v21n2p118

Palavras-chave:

Poesia, Clarice Lispector, Helène Cixous, Hilda Hilst, Sylvia Plath

Resumo

Neste artigo farei uma leitura da novela Água viva, de Clarice Lispector, a partir das considerações de Helène Cixous sobre o processo criativo, presentes no livro Three steps in the ladder of writing. Cixous compõe a imagem de uma escada descendente com três degraus: o da morte, o dos sonhos e o das raízes. Lispector empreende esse caminho em busca do “it”, exercício investigativo que é também uma prática radical com as palavras. A fim de seguir o percurso descendente e investigar o “it” através de leituras comparadas, trarei para a análise poemas de Hilda Hilst, do livro Poemas malditos, gozozos e devotos e também de Sylvia Plath, em Ariel, nomeadamente o poema “Lady Lazarus”.

Biografia do Autor

Telma Scherer, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora em Teoria Literária pela UFSC e integra o LabFLOR – Laboratório Floripa em Composição Transdisciplinar: Arte, Cultura e Política

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Publicado

2016-12-06

Como Citar

SCHERER, T. : A escrita como água viva. Anuário de Literatura, [S. l.], v. 21, n. 2, p. 118-133, 2016. DOI: 10.5007/2175-7917.2016v21n2p118. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/literatura/article/view/2175-7917.2016v21n2p118. Acesso em: 23 set. 2021.

Edição

Seção

Pesquisadores docentes