Subjetividade, Extimidade

Raúl Antelo

Resumo


O que é ler o argentino-brasileiro no latino-americano? É, segundo me parece, recolher um valor capaz de reconhecer, no absolutamente singular, a contingência de uma leitura cujo gozo está voltado a captar o fora de sentido das construções nacionais. Em "La extimidad del guión" intentei um princípio de resposta a essa questão. Caberia hoje perguntar, além do mais, de que modo o sujeito capta seu gozo irredutível, singular, contingente e fora de sentido em um texto. Como o presente pode rearmar uma história que, apesar de tudo, o constitui? Há uma fórmula, cunhada por Jacques-Alain Miller, em 2007, "medir o verdadeiro com o real", que pode nos ajudar, na medida em que, de fato, busca articular uma dialética do sentido, mas também assinalar a borda de semblante que circunscreve o núcleo de gozo.

 

 


Palavras-chave


Subjetividade; Extimidade

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DOI: https://doi.org/10.5007/1984-784X.2009v9n14p66

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