Dora, Drummond: poesia, tempo, elegia

Sandro Adriano da Silva

Resumo


Dora Ferreira da Silva. Carlos Drummond de Andrade: duas vozes poéticas que reverberam em A porta e A casa do tempo perdido, respectivamente, o embate lírico diante dos temas do tempo, da morte, do luto. Elegíacos, ambos os poemas encenam um olhar metafísico através de uma dicção poética que tensiona a imagem e som como roteiros de silêncio e apelo representados. Pela representação, dá-se a afirmação, pela distância, pelo tempo, da afirmação da vida e da morte em sua plenitude através das relíquias da memória.

Palavras-chave


Poesia brasileira; Dora Ferreira da Silva; Carlos Drummond de Andrade

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DOI: https://doi.org/10.5007/1984-784X.2017v17n28p89

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