Antelo com Llansol: Uma genealogia entre arquifilologia e trans-história

Caroline Maria Gurgel D'Ávila

Resumo


Em desdobramentos espaço-temporais muitas vezes distintos ou até mesmo divergentes, Raúl Antelo e Maria Gabriela Llansol partem de histórias da literatura, não à toa, para pensar a possibilidade de uma política que emerge como modo de ação e visibilidade daquilo que chamaremos os restos da história. Entendendo Antelo e Llansol como leitores ativos de uma modernidade porvir, abrimo-nos à percepção, de que seus textos, mesmo sendo produzidos por dentro do tempo da modernidade, não deixam, também, de operar na desconstrução de seus espaços hegemônicos. Ambos, munindo-se de novos referenciais, contrapõem-se aos modelos dilemáticos de modernidade, interessando-se em compor uma espécie de genealogia subversiva.


Palavras-chave


Raúl Antelo; Maria Gabriela Llansol; Genealogia; Arquifilologia; Trans-história

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DOI: https://doi.org/10.5007/1984-784X.2018v18n29p132

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