Inimigo Rumor, Cabral, Carlito: Impressões Anacrônicas

Autores

  • George Luiz França Mestrando - UFSC - Florianópolis, SC

DOI:

https://doi.org/10.5007/1984-784x.2008v8n12p105

Palavras-chave:

Carlito, Cabral, Inimigo Rumor, Anacronismo

Resumo

Tornou-se moeda corrente, na mais contígua contemporaneidade, falar em crise. No caso particular da literatura, fala-se da exaustão da idéia de vanguarda, da falta de uma produção que seja “linha de frente”, da inexistência de uma poesia que não se restrinja a repetir o passado ou a “fazer volteios” cada vez mais distantes do grande público, esse fetiche. Não é desusado lembrar que poetas hoje tidos como grandes até no senso comum, como Manuel Bandeira, chegaram à Academia Brasileira de Letras sem que houvesse uma grande tiragem de seus livros; o reconhecimento, em geral, vem a posteriori. Há exceções, entretanto: Silviano Santiago, em Carlos Drummond de Andrade, frisa mais de uma vez a palavra “sucesso” ao tratar do poeta modernista, em 1976.

Biografia do Autor

George Luiz França, Mestrando - UFSC - Florianópolis, SC

Possui Bacharelado em Letras - Língua Portuguesa e Lit. pela Universidade Federal de Santa Catarina (2007) e Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa e Lit. pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). Atualmente é bolsista de Mestrado em Teoria Literária na UFSC. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura, sociedade, crítica literária, modernismo, modernidade e poesia.

Mais informações: Currículo Lattes - CNPq.

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Publicado

2008-10-31