Inimigo Rumor, Cabral, Carlito: Impressões Anacrônicas

George Luiz França

Resumo


Tornou-se moeda corrente, na mais contígua contemporaneidade, falar em crise. No caso particular da literatura, fala-se da exaustão da idéia de vanguarda, da falta de uma produção que seja “linha de frente”, da inexistência de uma poesia que não se restrinja a repetir o passado ou a “fazer volteios” cada vez mais distantes do grande público, esse fetiche. Não é desusado lembrar que poetas hoje tidos como grandes até no senso comum, como Manuel Bandeira, chegaram à Academia Brasileira de Letras sem que houvesse uma grande tiragem de seus livros; o reconhecimento, em geral, vem a posteriori. Há exceções, entretanto: Silviano Santiago, em Carlos Drummond de Andrade, frisa mais de uma vez a palavra “sucesso” ao tratar do poeta modernista, em 1976.


Palavras-chave


Carlito; Cabral; Inimigo Rumor; Anacronismo

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5007/1984-784x.2008v8n12p105

Direitos autorais



Boletim de Pesquisa NELIC, ISSNe 1984-784X, Florianópolis, SC, Brasil.

 

CC-by-NC icon