Como responder ao momento presente?

Maria Filomena Molder

Resumo


Foi com esta pergunta — já um efeito de um primeiro encontro entre Irene Pimentel e eu própria — que decidimos desafiar colegas, estudantes e funci­onários da nossa Faculdade, FCSH (Faculdade de Ciências Sociais e Huma­nas), de outras Faculdades da Universidade Nova de Lisboa, de outras Uni­versidades e todos os interessados em con­siderar e discutir em comum aquilo que se passava em Portugal e que no anúncio da Jornada de 6 de De­zembro de 2012 se descrevia como um “processo de desmantela­mento social, económico e cultural sem precedentes — pese embora tantas compara­ções, baseadas na premissa da ‘eterna repetição’ — e cujas consequências não param de exceder as previsões dos responsáveis por esse desmantelamento”. Acedendo com todo o empenho e gratidão ao convite que me foi dirigido por Humberto Brito para fazer uma resenha da Jornada a publicar no primeiro número de Forma de Vida (saúdo a revista e o título), decidi-me, no entanto, a pôr de lado a resenha, que sob a forma de “Editorial” será em breve publi­cada no blogue Responder ao Momento Presente, entre­tanto criado, conjuntamente com os textos escritos pelos nossos convidados, com as parti­cipações de pessoas que corresponderam ao nosso apelo e ainda com contri­bui­ções que se alargaram para lá da Jornada; a que se juntará uma gravação em video, também disponível no Youtube.

 

Texto publicado originalmente em Forma de Vida, Lisboa, n.1, fev. 2013. Agrade­cemos à autora por permitir a republicação neste número do Boletim. [N.E.]


Palavras-chave


Política; Momento presente; Crise

Texto completo:

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DOI: https://doi.org/10.5007/1984-784X.2013v13n19p13

Direitos autorais



Boletim de Pesquisa NELIC, ISSNe 1984-784X, Florianópolis, SC, Brasil.

 

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