Uma aproximação à criança e à leitura

Dirce do Amarante

Resumo


No ensaio “A percepção do outro e o diálogo”, publicado em A Prosa do Mundo, de 1969, o filósofo francês Maurice Merleau-Ponty afirmou que “jamais se compreenderá que um outro apareça diante de nós, o que está diante de nós é objeto”1. Isso porque, segundo a sua teoria, só há lugar para outro em “meu campo”, portanto, é preciso que me desdobre e me descentre para viver a experiência do outro, a qual “é sempre a de uma réplica de mim, de uma réplica minha”2. Como réplica, o outro está sempre à margem, já que “é por trás de nós que ele existe, assim como as coisas adquirem sua independência absoluta à margem do nosso campo visual”3.

Palavras-chave


Criança; Leitura

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

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Boletim de Pesquisa NELIC, ISSNe 1984-784X, Florianópolis, SC, Brasil.

 

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