Alelopatia de Camelina sativa Boiss. (Brassicaceae) sobre a germinação e desenvolvimento inicial de Bidens pilosa (L.) e Glycine max (L.) Merr

Jéssica da Silva, Andréa Maria Teixeira Fortes, Fernanda Melo Gomes, Tassiane Terezinha Pinto, Thaliny Bonamigo, Nayara Parisoto Boiago

Resumo


O presente trabalho buscou avaliar a possível presença de potencial alelopático na camelina, bem como o seu efeito sobre a germinação e o desenvolvimento inicial de plântulas de soja e picão-preto, a fim de verificar a possibilidade do cultivo dela com a soja no sistema de rotação de culturas e de seu uso como herbicida. Os experimentos foram realizados no Laboratório de Fisiologia Vegetal da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Cascavel, Paraná. O delineamento foi inteiramente casualizado e as avaliações realizadas diariamente. Os parâmetros avaliados foram: porcentagem de germinação, tempo e velocidade média de germinação e comprimento médio de raiz. Os dados obtidos foram submetidos ao Teste F e as médias comparadas pelo Teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Os resultados obtidos comprovam a presença de potencial alelopático na camelina. Foi verificado que esta espécie pode ser considerada uma opção para o cultivo com a soja devido à interferência alelopática positiva provocada na cultura e ainda, que ela apresenta capacidade para utilização no controle de plantas invasoras como o picão-preto, já que atuou atrasando o desenvolvimento das plântulas testadas.


Palavras-chave


Glucosinolatos; Extrato aquoso; Ecofisiologia química

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2011v24n4p17

Direitos autorais 2011 Jéssica da Silva, Andréa Maria Teixeira Fortes, Fernanda Melo Gomes, Tassiane Terezinha Pinto, Thaliny Bonamigo, Nayara Parisoto Boiago

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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