<b>Ocurrencia de Cryptosporidium spp. en manatí amazônico (Trichechus inunguis, Natterer, 1883)</b>

Autores

  • João Carlos Gomes Borges Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária, UFRPE
  • Leucio Câmara Alves Laboratório de Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos, UFRPE
  • Danielle dos Santos Lima Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá
  • Fábia de Oliveira Luna Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis – IBAMA
  • Carla Verônica Carrasco Aguilar Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS)
  • Jociery Einhardt Vergara-Parente Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária, UFRPE
  • Maria Aparecida da Glória Faustino Laboratório de Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos, UFRPE
  • Ana Maria Alves Lima Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária, UFRPE
  • Miriam Marmontel Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

Sirênios, Coccídio, Água, Amazônia

Resumo

O protozoário apicomplexa Cryptosporidium infecta vários mamíferos, incluindo espécies terrestres e aquáticas. Na epidemiologia desta parasitose, a ingestão de água e/ou de alimentos contaminados com oocistos consiste no principal mecanismo de transmissão para animais susceptíveis. Entre os Sirênios, a ocorrência de Cryptosporidium spp. foi relatada em dugongos (Dugong dugon) e peixes-boi marinhos (Trichechus manatus manatus). O presente trabalho teve como objetivo verificar a ocorrência de Cryptosporidium spp. em peixes-boi amazônicos. Para isso, foram coletadas amostras fecais provenientes de dez peixes-boi amazônicos nativos, dois espécimes mantidos em cativeiro e 103 amostras fecais sobrenadantes. As amostras foram processadas pelo método de sedimentação em formol-éter e corados pela técnica de Kinyoun para determinar a presença de oocistos de Cryptosporidium spp. Após as análises, as amostras positivas foram submetidas à confirmação pelo Teste de Imunofluorescência Direta. Os resultados mostraram que 4.34% (5/115) das amostras foram positivas. Este é o primeiro relato de Cryptosporidium spp. em peixes-boi amazônicos.

Biografia do Autor

João Carlos Gomes Borges, Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária, UFRPE

Possui Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e Mestrado em Ciência Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. Atualmente é coordenador do Projeto Peixe-Boi Marinho/FMA, conselheiro do Conselho Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco e representante técnico da Fundação Mamíferos Aquáticos na Rede de Encalhes de Mamíferos Aquáticos do Nordeste (REMANE).

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Leucio Câmara Alves, Laboratório de Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos, UFRPE

Possui Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Mestrado em Epidemiologia Experimental Aplicada Às Zoonoses pela Universidade de São Paulo e Doutorado em Ciências Veterinárias pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. É Pós-doutor pela Universidade da Georgia, EUA em Parasitologia e em Biologia Molecular. Atualmente é professor associado da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

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Danielle dos Santos Lima, Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá

Bacharel e licenciada em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e mestre em Biodiversidade Tropical pela Universidade Federal do Amapá. Atualmente é membro do Grupo de Pesquisa em Mamíferos Aquáticos Amazônicos (GPMAA) do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, do Grupo de Especialistas em Lontras da IUCN, pesquisadora do Setor de Mastozoologia do Instituto de Pesquisas Cientiíficas e Tecnológicas do Estado do Amapá, responsável pelo GPMAA - núcleo Amapá e participa da Rede de Encalhe e Informação de Mamíferos Aquáticos do Norte e Centro Oeste do Brasil.

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Fábia de Oliveira Luna, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis – IBAMA

Possui Graduação em Biologia Marinha pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Mestrado em Oceanografia pela Universidade Federal de Pernambuco. Atualmente é doutoranda em Oceanografia Biológica pela UFPE, com apio do USGS/EUA e Universidade da Flórida.

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Jociery Einhardt Vergara-Parente, Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária, UFRPE

Possui Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas, Mestrado em Ciências Veterinárias pela Universidade Estadual do Ceará, Doutorado em Ciência Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e Curso-tecnico-profissionalizante pelo Colégio Santa Margarida. Atualmente é Pesquisador do Fundação Para Preservação e Estudo dos Mamíferos Aquáticos e Pesquisador externo do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.

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Maria Aparecida da Glória Faustino, Laboratório de Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos, UFRPE

Possui Graduação em Medicina Veterinaria pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Mestrado em Medicina Veterinária (Parasitologia Veterinária) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e Doutorado em Medicina Veterinária (Parasitologia Veterinária) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Atualmente é professor associado III da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

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Ana Maria Alves Lima, Programa de Pós-Graduação em Ciência Veterinária, UFRPE

Possui Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Graduação em Licenciatura em Ciências com habilitação em Biologia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, Mestrado em Ciência Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e Doutorado em Ciência Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. Atualmente é Chefe da Clínica veterinária e Farmácia do Centro de Vigilância Ambiental - Secretaria de Saúde Recife.

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Miriam Marmontel, Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá

Possui Graduação em Oceanologia pela Universidade Federal do Rio Grande, Mestrado em Biological Oceanography - University of Miami e Doutorado em Forest Resources and Conservation - University of Florida. Atualmente é pesquisadora titular e coordenadora de pesquisa do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.

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Publicado

2007-01-01

Edição

Seção

Artigos