Depósitos nacionais de patentes em biotecnologia, subclasse C12N, no Brasil de 1998 a 2000

Maria Hercília Paim Fortes, Celso Luiz Salgueiro Lage

Resumo


Apenas 11% das atividades de pesquisa e desenvolvimento no Brasil são realizadas pela iniciativa privada. Em biotecnologia, uma área do conheci mento bem mais próxima da pesquisa básica, espera-se participação ainda maior do setor público. Entre as instituições públicas as universidades foram responsáveis pelo maior número de depósitos no período, chegando a 56%. A participação nacional no número de depósitos no Brasil ficou em média em 2,6% no triênio 1998 a 2000. Entre os países que mais depositam patentes biotecnológicas no Brasil, fica óbvio o predomínio dos Estados Unidos da América com mais 51,5% dos depósitos C12N em 1999, man tendo no triênio a média de 42,3% dos 1057 depósitos. As patentes com classificação C12N 15 predominaram amplamente sobre as outras subclasses da C12N, atingindo 31,5% do total de depósitos do triênio. Este fato mostra o rápido crescimento do número de depósitos em engenharia genética e tecnologia de DNA recombinante. Este resultado é um provável reflexo da corrida genômica que ocorre hoje em escala mundial.

Palavras-chave


Biotecnologia; Patentes; Propriedade industrial

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Direitos autorais 2006 Maria Hercília Paim Fortes, Celso Luiz Salgueiro Lage

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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