Phylogeographic studies of Brazilian “campo-rupestre” species: Wunderlichia mirabilis Riedel ex Baker (Asteraceae)

Autores

  • Fabiola Feres Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil
  • Maria Imaculada Zucchi Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Recursos Genéticos Vegetais Instituto Agronômico de Campinas, Campinas – SP, Brazil
  • Anete Pereira de Souza Departamento de Genética e Evolução, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil Laboratório de Análise Genética e Molecular Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética,Universidade Estadual de Campinas – Campinas, SP, Brazil
  • Maria do Carmo Estanislau do Amaral Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil
  • Volker Bittrich Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2009v22n1p17

Palavras-chave:

Campos rupestres, Filogeografia, Wunderlichia mirabilis, Cadeia do Espinhaço, Serras de Goiás

Resumo

Estudos filogeográficos de espécies brasileiras de “campo rupestre”: Wunderlichia mirabilis Riedel ex Baker (Asteraceae). A espécie Wunderlichia mirabilis Riedel ex Baker, uma árvore dispersa pelo vento, possui um padrão de distribuição geográfico disjunto. Essa espécie ocorre em ambientes de campo rupestre na Cadeia do Espinhaço e nas montanhas de Goiás. A filogeografia de W. mirabilis foi investigada com base na variabilidade genética e na filogenia das regiões dos espaçadores não codificadores nuclear (ITS) e de cloroplasto (trnL). As taxas de fluxo de sementes são maiores do que as de pólen, e não há uma correlação significativa entre variação genética e geográfica. A radiação de W. mirabilis provavelmente ocorreu a partir da Serra do Cabral para outras serras da Cadeia do Espinhaço e do Espírito Santo, em sentido leste, e também para as montanhas de Goiás, Serra da Canastra (Minas Gerais) e São Paulo, em sentido oeste.

Biografia do Autor

Fabiola Feres, Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil

Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil

Rua Dr. João Quirino do Nascimento, 1475, 33, CEP 13091-516, Campinas – SP, Brazil

Maria Imaculada Zucchi, Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Recursos Genéticos Vegetais Instituto Agronômico de Campinas, Campinas – SP, Brazil

Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Recursos Genéticos Vegetais
Instituto Agronômico de Campinas, Campinas – SP, Brazil

Anete Pereira de Souza, Departamento de Genética e Evolução, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil Laboratório de Análise Genética e Molecular Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética,Universidade Estadual de Campinas – Campinas, SP, Brazil

Departamento de Genética e Evolução, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil Laboratório de Análise Genética e Molecular Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética,Universidade Estadual de Campinas – Campinas, SP, Brazil

Maria do Carmo Estanislau do Amaral, Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil

Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil

Volker Bittrich, Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil

Departamento de Botânica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas – Campinas – SP, Brazil

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Publicado

2009-08-31

Edição

Seção

Artigos