Efeitos de pesticidas sobre a fragilidade osmótica de eritrócitos – Uma breve revisão

Autores

  • Humberto Gabriel Rodrigues PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia
  • Maria Thereza Alves Batista PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia
  • Lúbia Cristina Fonseca PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia
  • Tales Alexandre Aversi-Ferreira Universidade Federal de Goiás, Departamento de Enfermagem Laboratório de Bioquímica e Neurociências (LABINE), bloco K

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2009v22n1p7

Palavras-chave:

Praguicidas, Membrana, Fragilidade osmótica

Resumo

Apesar da sua aplicação em outros setores, a agricultura tem sido a maior fonte de contaminação ambiental por praguicidas. Alguns praguicidas e seus metabólitos têm sido encontrados como poluentes no fundo e superfície de águas, no solo, e na atmosfera e são prováveis responsáveis pela perda da biodiversidade e a deterioração de hábitats naturais. Dentre os herbicidas, o Roundup® (Brasil) é o mais comum. Estudos recentes têm demonstrado que o glifosato, o pesticida mais utilizado na agricultura e considerado de baixo risco pelo EPA-US gera fragilidade osmótica de eritrócitos humanos e de ratos dentro das concentrações indicadas pelos fabricantes. As características da intoxicação por esse praguicida podem ser explicadas pela hipóxia causada pela hemólise dos eritrócitos. Os pesticidas podem estar associados com a aquisição de demências, com o aumento da população de idosos no país, o contato tempo-dependente dos indivíduos com substâncias nocivas aumentam e putativamente, o aumento de demências provocadas por fatores exógenos tende a aumentar também, desse modo a contaminação do ambiente por pesticidas e as doenças assim derivadas devem ser consideradas como um problema de saúde pública.

 

Biografia do Autor

Humberto Gabriel Rodrigues, PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia

PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Genética e Bioquímica (INGEB), Uberlândia – MG, Brasil

Maria Thereza Alves Batista, PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia

PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Genética e Bioquímica (INGEB), Uberlândia – MG, Brasil

Lúbia Cristina Fonseca, PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia

PPG em Genética e Bioquímica na Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Genética e Bioquímica (INGEB), Uberlândia – MG, Brasil

Tales Alexandre Aversi-Ferreira, Universidade Federal de Goiás, Departamento de Enfermagem Laboratório de Bioquímica e Neurociências (LABINE), bloco K

Universidade Federal de Goiás, Departamento de Enfermagem Laboratório de Bioquímica e Neurociências (LABINE), bloco K Avenida Dr. Lamartine Pinto de Avelar, 1120, Setor Universitário, Catalão – GO, Brasil

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Publicado

2009-08-31

Edição

Seção

Artigos