Crescimento de Pimelodus maculatus (Actinopterygii, Pimelodidae) estocados em diferentes densidades em tanques-rede

Autores

  • Saula Corrêa Afonso de Almeida
  • Alex Pires de Oliveira Nuñer

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2009v22n3p113

Palavras-chave:

Mandi-amarelo, Crescimento, Cultivo intensivo

Resumo

O estudo teve por objetivo avaliar a influência das densidades 8, 32, 56 e 80 peixes/m3 sobre o crescimento de Pimelodus maculatus (mandi-amarelo) em tanques-rede de 1m3 instalados em viveiro de terra de 0,19ha, sem renovação de água, localizado em uma propriedade particular em Santo Amaro da Imperatriz, Santa Catarina. Os peixes foram alimentados diariamente com ração comercial extrusada contendo 32% de proteína bruta, na proporção de 5% da biomassa estocada. Foram realizadas biometrias mensais de 30% do número de peixes estocados em cada tanque-rede para avaliação do comprimento total, peso total, crescimento específico, fator de condição, sobrevivência e biomassa. Ao final do experimento o comprimento e o peso foram iguais nas densidades 8, 32 e 56 peixes/m3, e superiores aos registrados com 80 peixes/m3. A sobrevivência foi igual nas diferentes densidades, apresentando média de 91,4 ± 5,4%, sendo que as maiores biomassas foram registradas nas densidades 56 e 80 peixes/m3. Os resultados demonstraram a influência das densidades testadas sobre o crescimento dos peixes e indicaram a densidade de 56 peixes/m3 como a ideal para o crescimento de juvenis de P. maculatus. No entanto muitas informações ainda deverão ser produzidas para otimizar a produção de biomassa desta espécie.

Biografia do Autor

Saula Corrêa Afonso de Almeida

Programa de Pós-Graduação em Aqüicultura – UFSC
Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixes de Água Doce, Departamento de Aqüicultura Centro de Ciências Agrárias,  
Universidade Federal de Santa Catarina
Campus Universitário, CEP 88040-900, Florianópolis – SC, Brasil

Alex Pires de Oliveira Nuñer

Laboratório de Biologia e Cultivo de Peixes de Água Doce, Departamento de Aqüicultura Centro de Ciências Agrárias,  
Universidade Federal de Santa Catarina
Campus Universitário, CEP 88040-900, Florianópolis – SC, Brasil

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Publicado

2009-06-20

Edição

Seção

Artigos