Emergência e vigor de plântulas de Cedrela fissilis L. em função de diferentes posições de profundidades de semeadura

Autores

  • Sueli da Silva Santos EMBRAPA
  • Mácio Farias de Moura EMBRAPA
  • Roberta Sales Guedes EMBRAPA
  • Edilma Pereira Gonçalves EMBRAPA
  • Edna Ursulino Alves EMBRAPA
  • Paulo Alexandre Fernandes Rodrigues de Melo EMBRAPA

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2009v22n4p45

Palavras-chave:

Cedro, Emergência, Ornamental, Semente florestal, Vigor

Resumo

Cedrela fissilis L. é uma Meliaceae, nativa, popularmente conhecida como cedro e, devido as suas qualidades madeireiras vem sendo progressivamente explorada nos locais de ocorrência até a exaustão, estando listada como espécie ameaçada de extinção, fazendo-se necessário a realização de estudos que auxiliem em sua preservação. Objetivou-se verificar o efeito da posição da semente e da profundidade de semeadura na emergência e no vigor de sementes de C. fissilis. Foi realizado um experimento em delineamento inteiramente ao acaso, em quatro repetições de 25 sementes, com diferentes posições das sementes no substrato areia: I – hilo voltado para baixo (HB) e II – hilo voltado para o lado, formando um ângulo de 90° em relação ao eixo imaginário com o substrato (HL). As profundidades de semeadura testadas foram 0, 1, 2, 3, 4, e 5cm. Avaliaram-se a percentagem de emergência e o índice de velocidade de emergência, o comprimento e massa seca das plântulas normais. A profundidade de semeadura de 2,2 cm na posição do hilo voltado para baixo, proporcionou às plântulas melhor resposta para a porcentagem de emergência (66,18%). A profundidade de 2,17 e a posição do hilo voltado para baixo foram responsáveis pelos maiores índices de velocidade de emergência (0,77). As sementes de C. fissilis devem ser semeadas com o hilo para baixo na profundidade de 2,0cm.

Biografia do Autor

Sueli da Silva Santos, EMBRAPA

Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias
Universidade Federal de Paraíba, CEP 58.397-000, Areia – PB, Brasil

Mácio Farias de Moura, EMBRAPA

Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias
Universidade Federal de Paraíba, CEP 58.397-000, Areia – PB, Brasil

Roberta Sales Guedes, EMBRAPA

Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias
Universidade Federal de Paraíba, CEP 58.397-000, Areia – PB, Brasil

Edilma Pereira Gonçalves, EMBRAPA

Universidade Federal Rural de Pernambuco, UAG, Garanhuns – PE, Brasil

Edna Ursulino Alves, EMBRAPA

Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias
Universidade Federal de Paraíba, CEP 58.397-000, Areia – PB, Brasil

Paulo Alexandre Fernandes Rodrigues de Melo, EMBRAPA

Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Agrárias
Universidade Federal de Paraíba, CEP 58.397-000, Areia – PB, Brasil

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Publicado

2009-06-03

Edição

Seção

Artigos