Avaliação do potencial antioxidante da geleia real ao longo do tempo de armazenamento

Autores

  • Maria Luisa Teles Marques Florencio Alves Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegocios

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n3p257

Palavras-chave:

Ácido Ascórbico, Compostos fenólicos, Umidade

Resumo

A geleia real é uma substância com aspecto de pasta gelatinosa, de cor branca, ligeiramente amarelada, secretada pelas glândulas hipofaringeanas e mandibulares das abelhas operárias. O objetivo desta pesquisa foi avaliar o potencial antioxidante da geleia real, ao longo do tempo de armazenamento. Os parâmetros físico-químicos utilizados foram: umidade, teor de ácido ascórbico e de fenólicos totais. As amostras foram submetidas ao processo de extração dando origem ao extrato alcoólico, que foi aplicado ao teste do 1,1-difenil-2-picrilhidrazil (DPPH) para avaliação da atividade antioxidante in vitro. A geleia real apresentou baixos teores de ácido ascórbico (de 0,75 a 1,31mg/100g base úmida) e de fenólicos totais (de 14,26 a 28,30mg EAG/100g base úmida). As porcentagens de descoloração do DPPH pelo extrato alcoólico das amostras ficaram acima de 50%, exceto aos 90 dias de armazenamento. A partir dos resultados obtidos, considerando-se os reduzidos teores de ácido ascórbico e de fenólicos totais e, ainda, o baixo desempenho do extrato alcoólico das amostras no teste de atividade antioxidante in vitro, conclui-se que a geleia real apresenta potencial antioxidante relativamente baixo. O tempo de armazenamento não foi determinante nas alterações encontradas.



Biografia do Autor

Maria Luisa Teles Marques Florencio Alves, Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegocios

Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Pesquisador cientico da area de apicultura

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Publicado

2012-05-18

Edição

Seção

Artigos