Efeito da temperatura e tratamentos pré-germinativos na germinação e vigor de plântulas de Jatropha curcas L.

Leandro Henrique de Sousa Mota, Rafael Heinz, Marcos Vinicios Garbiate, Silvana de Paula Quintão Scalon, Thais Cremon, Antonio Luiz Viegas Neto

Resumo


Não existem normas oficiais para o teste de germinação do pinhão manso e são poucos os estudos quanto a tentativa de otimizar a germinação. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes temperaturas e tratamentos pré-germinativos sobre a germinação e vigor de plântulas de pinhão manso. Os tratamentos foram dispostos em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial com quatro temperaturas (20, 25, 30 e 20-30°C) x dois tipos de sementes (com e sem tegumento das sementes) x seis períodos de pré-embebição (0, 6, 12, 18, 24 e 30h). A semeadura foi realizada em sistema de rolo, com quatro repetições de 50 sementes para cada tratamento. A porcentagem de germinação foi maior na temperatura de 25°C quando o tegumento das sementes foi mantido. Conforme se aumentou o tempo de pré-embebição, maiores foram as reduções da porcentagem de germinação, do índice de velocidade de germinação e da porcentagem de germinação da primeira contagem. A pré-embebição por até 12h propiciou um maior crescimento do hipocótilo. O potencial máximo de germinação e maior vigor de plântulas de pinhão manso foram obtidos a 25°C em sementes que não foram pré-embebidas e quando o tegumento foi mantido.




Palavras-chave


Pinhão manso; Pré-embebição; Tegumento; Temperatura

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n3p29

Direitos autorais 2012 Leandro Henrique de Sousa Mota, Rafael Heinz, Marcos Vinicios Garbiate, Silvana de Paula Quintão Scalon, Thais Cremon, Antonio Luiz Viegas Neto

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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