Descrição morfológica dos ramos colaterais da aorta abdominal do tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)

Breno Costa Macedo, Ana Rita Lima, Luiza Corrêa Pereira, Érika Branco

Resumo


Tamandua tetradactyla, Xenarthra, é uma espécie nativa da América do Sul que, devido aos poucos estudos acerca de sua biologia, ainda apresenta vários aspectos desconhecidos em sua morfologia. Tendo em vista a importância de dados morfológicos para diversos estudos, objetivou-se elucidar a ramificação da aorta abdominal dessa espécie para subsidiar a realização de futuros estudos. Para tal, foram utilizados quatro espécimes, sendo dois machos e duas fêmeas, todos jovens, provenientes da área de Mina Bauxita - Paragominas-PA, doados após morte por atropelamento ao Laboratório de Pesquisa Morfológica Animal (LaPMA) da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). O sistema arterial foi preenchido com látex contrastado e os animais fixados com solução de formol (10%), sendo posteriormente dissecado, para evidenciar a aorta abdominal e seus ramos colaterais. Os ramos parietais eram constituídos por um par de artérias frênicas caudais, dois pares de artérias intercostais e três pares de artérias lombares. Dentre os ramos viscerais, destacaram-se: artéria celíaca; artéria mesentérica cranial; artérias adrenais; artérias renais; artéria mesentérica caudal; e artérias ilíacas externas, internas e sacral mediana, que se formaram a partir da porção final da aorta abdominal. As artérias testiculares e ováricas tiveram origem nas artérias renais, divergindo daquilo descrito em diversas espécies.

 


Palavras-chave


Anatomia comparada; Aorta abdominal; Estudo vascular; Tamandua tetradactyla

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2013v26n1p173

Direitos autorais 2013 Breno Costa Macedo, Ana Rita Lima, Luiza Corrêa Pereira, Érika Branco

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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