Resíduos agroflorestais utilizados na germinação e desenvolvimento de mudas de angelim-doce

João Ricardo Avelino Leão, Ary Vieira de Paiva, joão Paulo da Cunha Lima

Resumo


Este artigo objetivou definir o tipo de substrato agroflorestal ideal e a profundidade adequada de semeadura de angelim-doce, gerando informações sobre o desenvolvimento das mudas e sobre substratos de baixo custo e de fácil obtenção. Realizou-se um experimento em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado com tratamentos distribuídos em esquema fatorial (5x3), com os fatores substratos agroflorestais e profundidades sendo replicados sete vezes com uma semente em cada recipiente. Foram analisados os seguintes parâmetros: porcentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, peso seco total, número de folhas, altura e diâmetro do coleto das mudas e índice de qualidade de mudas de Dickson. Os resultados mostraram que o substrato mais indicado para a germinação e desenvolvimento desta espécie nativa foi o que continha casca de castanha-do-brasil, casca de amendoim ou semente de açaí e a profundidade ideal para a semeadura e condução das mudas foi na superfície.




Palavras-chave


Análise de sementes; Andira inermis inermis; Espécie florestal nativa; Sementes florestais

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2013v26n1p25

Direitos autorais 2013 João Ricardo Avelino Leão, Ary Vieira de Paiva, joão Paulo da Cunha Lima

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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