Padronização de bioensaios para detecção de compostos alelopáticos e toxicantes ambientais utilizando alface

Mateus Salomão Simões, Rafael Hansen Madail, Sandro Barbosa, Marina de Lima Nogueira

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar diferentes condições experimentais possibilitando a indicação de um protocolo para bioensaios baseado na germinação e crescimento inicial de plântulas utilizando como planta teste a alface (Lactuca sativa L.) cv. Grand Rapids, de forma a fornecer subsídios para padronização de ensaios com substâncias químicas diversas como aleloquímicos ou agentes toxicantes ambientais. Foram realizados os testes: tempo de germinação, temperatura, luminosidade, volume de solução e tamanho da placa de Petri. Para cada teste (exceto tempo de germinação), a influência causada pelas condições averiguadas foi determinada por meio de variáveis de percentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento de raiz, biomassa fresca das plântulas e biomassa seca total. Os resultados encontrados mostraram que variações nas metodologias utilizadas alteram os resultados obtidos. Recomenda-se que os bioensaios utilizando Lactuca sativa cv. Grand Rapids sejam realizados por um período mínimo de quatro dias para as avaliações tanto de germinação quanto de crescimento inicial e as condições experimentais compreendam: temperatura de 20°C, placas iguais ou maiores a 90 mm, 0,1 mL/cipsela de volume de solução, em luz constante ou fotoperíodo de 12 horas.




Palavras-chave


Ensaios vegetais; Fitotoxicidade; Lactuca sativa L.; Padronização

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DOI: https://doi.org/10.5007/2175-7925.2013v26n3p29

Direitos autorais 2013 Mateus Salomão Simões, Rafael Hansen Madail, Sandro Barbosa, Marina de Lima Nogueira

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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