Fitossociologia de florestas de mangue plantadas e naturais no estuário do Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brasil

Autores

  • Elaine Bernini UFPB
  • Cristina de Fátima N. R. dos Santos
  • Frederico Lage Pinto
  • Carlos Eduardo Rezende

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2014v27n1p37

Palavras-chave:

Degradação ambiental, Ecossistema estuarino-costeiro, Espécies de mangue, Estrutura de comunidade, Restauração de manguezais

Resumo

A fitossociologia de florestas de mangue plantadas e naturais foi comparada no estuário do Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Brasil. A amostragem da vegetação foi feita pelo método de parcelas, sendo registrado o diâmetro à altura do peito (DAP) e a altura dos indivíduos > 1 m de altura. Os resultados indicaram que a floresta plantada apresenta menores valores de DAP médio e área basal, e maior densidade de troncos em relação à floresta natural. A distribuição de indivíduos por classes de altura e a distribuição de troncos por classes diamétricas mostraram que a floresta plantada é mais jovem. Laguncularia racemosa e Rhizophora mangle ocorreram em ambas as florestas, enquanto Avicennia schaueriana foi registrada apenas na floresta plantada. Laguncularia racemosa apresentou maior dominância e densidade relativa em todos os sítios analisados, provavelmente, por ser característica de locais com menor influência marinha e pelo fato do estuário ter sido alterado por perturbações antrópicas.

 

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Publicado

2013-10-10

Edição

Seção

Artigos