Escolitíneos associados a uma população de acácia-negra (Acacia mearnsii De Wild)

Autores

  • Leonardo Mortari Machado Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS
  • Ervandil Corrêa Costa Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS
  • Iris Cristiane Magistrali Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto de Florestas, Departamento de Ciências Ambientais.
  • Jardel Boscardin Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS
  • Dayanna do Nascimento Machado Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS
  • Juliana Garlet Universidade do Oeste de Santa Catarina. Rua Dirceu Giordani, nº 696 Jardim Tarumã

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2014v27n3p57

Palavras-chave:

Broca de madeira, Coleópteros, Pragas florestais

Resumo

A acaciocultura é uma importante fonte de renda no estado do Rio Grande do Sul. Devido à carência de informações referentes à entomofauna nesse tipo de ambiente, este trabalho visa analisar quali-quantitativamente as espécies de escolitídeos associadas a uma população de Acacia mearnsii De Wild, com o intuito de identificar espécies que possam vir a causar danos a essa espécie. Para isso, foram instaladas 36 armadilhas etanólicas de interceptação de voo em um plantio localizado em Santa Maria, Rio Grande do Sul. As espécies Hypothenemus eruditus, Xyleborinus saxeseni, Hypothenemus sp.2, Microcorthylus quadridens e Corthylus pharax foram as mais representativas dentro da população. A tribo Xyleborini foi uma das mais frequentes e, por possuir espécies que causam prejuízos, merece atenção em relação a possíveis surtos. Não houve correlação significativa entre a abundância das principais espécies amostradas e as variáveis climáticas.

Biografia do Autor

Leonardo Mortari Machado, Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS

Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria (2010) e mestrado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria (2013). Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Proteção Florestal.

Ervandil Corrêa Costa, Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS

Graduado Agronomia em 1966 na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Em 1976 defendeu a dissertação de Mestrado em Fitotecnia, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, (UFRGS) e concluiu o doutorado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1986. Em 2006 graduou-se em Direito no Centro Universitário Franciscano (UNIFRA). Em 2009, conclui o Mestrado em Integração Latino-Americana na UFSM. Atualmente é doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del Museo Social Argentino (UMSA). É Professor no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal. É bolsista de Produtividade em Pesquisa - nível 1D do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), onde atua também como consultor ad hoc.

Iris Cristiane Magistrali, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto de Florestas, Departamento de Ciências Ambientais.

Possui graduação em Engenharia Florestal, mestrado em Engenharia Florestal. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, atuando principalmente nos seguintes temas: insetos, pragas florestais, formigas cortadeiras. Atualmente é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Florestais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Jardel Boscardin, Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS

Possui graduação em Engenharia Florestal (2010), licenciatura para Educação Profissional (2014) e mestrado em Engenharia Florestal (2012) pela Universidade Federal de Santa Maria. Atualmente é doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal na mesma instituição, na área de concentração Silvicultura, linha de pesquisa Proteção de Espécies Florestais, com ênfase em Entomologia Florestal.

Dayanna do Nascimento Machado, Universidade Federal de Santa Maria. Departamento de Defesa Fitossanitária – Centro de Ciências Rurais. Campus Santa Maria, RS

Engenheira Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria (2013). Participa de projetos de pesquisa em colaboração com o Laboratório de Entomologia Florestal (UFSM). Foi aluna bolsista de iniciação científica Fapergs e Cnpq e Monitora da Disciplina de Entomologia Florestal. Mestranda pelo Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal da UFSM na categoria de Mestrado. Graduanda pelo Programa Especial de Graduação para a Formação de Professores para a Educação Profissional. Atua na área de Silvicultura, Proteção Florestal, com ênfase em Entomologia Florestal.

Juliana Garlet, Universidade do Oeste de Santa Catarina. Rua Dirceu Giordani, nº 696 Jardim Tarumã

Professora do Curso de Engenharia Florestal da Universidade do Mato Grosso - Campus Alta Floresta. Doutora em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria, Área de concentração em Silvicultura.

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Publicado

2014-06-11

Edição

Seção

Artigos