Os padrões de distribuição dos peixes de uma laguna costeira aberta no Atlântico oeste subtropical são influenciados pelas variações espaciais e sazonais?

Autores

  • Dafne Borgo Universidade Federal do Paraná
  • André Pereira Cattani Universidade Federal do Paraná
  • Gisela Costa Ribeiro Universidade Federal de Santa Catarina
  • Helen Audrey Pichler Universidade Federal do Paraná
  • Mauricio Hostim-Silva Universidade Federal do Espirito Santo
  • Leandro Clezar Universidade Federal de Santa Catarina
  • Lilyane de Oliveira Santos Universidade Federal do Paraná
  • Henry Louis Spach Universidade Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2015v28n3p93

Palavras-chave:

Ictiofauna, Laguna, Variação espaço-temporal

Resumo

Este estudo teve como objetivo descrever as variações espaço-temporais da ictiofauna em uma laguna costeira aberta. Os peixes foram coletados na Lagoa da Conceição, Florianópolis-SC, totalizando 19 meses de amostragem entre outubro de 1987 e novembro de 1989. Foram realizadas coletas em sete pontos, sendo que em cada um foram empregados lances de tarrafa de diferentes malhas, rede de mão do tipo puçá, rede de arrasto de praia e pesca manual com anzóis. Foram coletados 4.282 indivíduos, classificados em 52 espécies pertencentes a 22 famílias de peixes, totalizando 35.599,13 g. Em relação à permanência na laguna, 48 espécies (80%) foram classificadas como visitantes e as outras 12 eram residentes. Foram observadas diferenças significativas entre as estações (n, biomassa, riqueza de espécies e H’Loge), entre as áreas (n e riqueza de espécies) e nas interações entre os fatores estação e área (n e biomassa). Os dados sobre a ictiofauna reforçam a importância ecológica do ambiente da laguna costeira como área berçário e de alimentação, já que a maioria das espécies encontra-se em fases de recrutamento dentro da Lagoa da Conceição.

Biografia do Autor

Dafne Borgo, Universidade Federal do Paraná

Centro de Estudos do Mar, Pós-graduação em Sistemas Costeiros e Oceânicos, Laboratório de Biologia e Ecologia de Peixes.

André Pereira Cattani, Universidade Federal do Paraná

Centro de Estudos do Mar, Pós-graduação em Sistemas Costeiros e Oceânicos, Laboratório de Biologia e Ecologia de Peixes.

Gisela Costa Ribeiro, Universidade Federal de Santa Catarina

Núcleo de Estudos do Mar, Laboratório de Ictiologia.

Helen Audrey Pichler, Universidade Federal do Paraná

Pós-graduação em Ecologia e Conservação, Laboratório de Biologia e Ecologia de Peixes.

Mauricio Hostim-Silva, Universidade Federal do Espirito Santo

Pós-graduação em Biodiversidade Tropical.

Leandro Clezar, Universidade Federal de Santa Catarina

Núcleo de Estudos do Mar, Laboratório de Ictiologia.

Lilyane de Oliveira Santos, Universidade Federal do Paraná

Centro de Estudos do Mar, Pós-graduação em Sistemas Costeiros e Oceânicos, Laboratório de Biologia e Ecologia de Peixes.

Henry Louis Spach, Universidade Federal do Paraná

Centro de Estudos do Mar, Pós-graduação em Sistemas Costeiros e Oceânicos, Laboratório de Biologia e Ecologia de Peixes.

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Publicado

2015-06-23

Edição

Seção

Artigos