Sialólito em Artibeus lituratus (Olfers, 1818) (Chiroptera: Phyllostomidae): relato de caso

Autores

  • Eveline Batista de Almeida Alves Universidade Federal Rural de Pernambuco http://orcid.org/0000-0001-7081-805X
  • Maria Juliana Gomes Arandas Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Francisco Carlos Amanajás de Aguiar Júnior Universidade Federal de Pernambuco Centro Acadêmico de Vitória
  • Katharine Raquel Pereira dos Santos Universidade Federal de Pernambuco Centro Acadêmico de Vitória

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2015v28n4p139

Palavras-chave:

Glândula salivar, Morcego, Sialólitos

Resumo

Sialólitos são estruturas calcificadas que se desenvolvem dentro do sistema ductal salivar, apresentando formato redondo ou oval e, geralmente, são assintomáticos. Resultam da deposição de sais de cálcio ao redor de áreas focais de matéria orgânica e crescem continuamente, podendo provocar obstrução e redução do fluxo salivar. Comumente relatada em humanos, os sialólitos também podem, em menor frequência, acometer glândulas salivares de animais domésticos e silvestres. O trabalho objetivou descrever as características histopatológicas de um sialólito acometendo o ducto excretor de glândula salivar de um espécime adulto, macho, do morcego tropical Artibeus lituratus (Chiroptera: Phyllostomidae). Esse espécime foi coletado na área urbana de Vitória de Santo Antão (PE). Preparados histológicos foram corados com hematoxilina e eosina (HE) e técnicas histoquímicas com ácido periódico de Schiff (PAS) e azul de Alcian (pH 1,0 e 2,5) foram aplicadas para melhor caracterização e descrição do sialólito. Embora a formação de sialólitos seja muito comum em glândulas salivares de mamíferos, sua ocorrência em morcegos ainda não havia sido relatada.

Biografia do Autor

Eveline Batista de Almeida Alves, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Formada em licenciatura em Ciências Biológicas pela UFPE-CAV; Atualmente é mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Ciência Veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco; Extensionista da UFPE-CAV; Tem experiência na área de morfologia animal, trabalhando com histologia do trato digestório de Morcegos, com ênfase nos seguintes temas: morfologia animal, histoquímica e histomorfometria.

Maria Juliana Gomes Arandas, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Possui graduação em Ciências Licenciatura pela Universidade Federal de Pernambuco-Centro Acadêmico de Vitória (2010) e Mestrado em Biociência Animal da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Tem experiência na área da morfologia, atuando nos seguintes temas: reprodução, anatomia e histologia do útero, ovários, glândulas mamárias, epidídimos e testículos em morcegos da família Phyllostomidae.

Francisco Carlos Amanajás de Aguiar Júnior, Universidade Federal de Pernambuco Centro Acadêmico de Vitória

Graduado em Odontologia pela Universidade Estadual Paulista-Araçatuba-UNESP (1998). Mestre em Estomatopatologia - Área de concentração:Patologia, pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP (2003). Doutor em Estomatopatologia - Área de concentração:Estomatologia, pela Universidade Estadual de Campinas- UNICAMP (2006). Atualmente é Prof. Adjunto IV da Universidade Federal de Pernambuco-CAV/UFPE, na área de Biologia Celular, Histologia e Embriologia.Tem experiência na área de Patologia Geral e Bucal, atuando principalmente nos seguintes temas: Biologia Celular e Molecular, Histologia e Embriologia, Oncologia e Imunohistoquímica.

Katharine Raquel Pereira dos Santos, Universidade Federal de Pernambuco Centro Acadêmico de Vitória

Graduação em Ciências Biológicas (Licenciatura) pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2001), mestrado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal da Paraíba (2003) e doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Federal da Paraíba (2007). , atuando principalmente nos seguintes temas: morfologia normal e patológica, biologia comparada, taxonomia e diversidade de mamíferos.

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Publicado

2015-08-12

Edição

Seção

Artigos