Importância das amilases na qualidade fisiológica de sementes de milho

Autores

  • Camila Aparecida Lopes Universidade Federal de Lavras
  • Maria Laene Moreira de Carvalho Universidade Federal de Lavras
  • Heloisa Oliveira dos Santos Universidade Federal de Lavras
  • Dayliane Bernardes de Andrade Universidade Federal de Lavras

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2017v30n3p1

Palavras-chave:

α-amilase, β-amilase, Germinação, Heterose, Marcador molecular

Resumo

A qualidade de sementes está associada à soma dos atributos genéticos, físicos, fisiológicos e sanitários que afetam sua capacidade para realizar as funções vitais, estando relacionada à germinação, ao vigor e à longevidade. A expressão de genes associados à qualidade fisiológica pode ser avaliada por meio de análises de germinação e vigor, e ainda pelas análises de transcritos e de proteínas em sementes. Objetivou-se com este trabalho fazer uma revisão sobre a relevância das enzimas do grupo das amilases relacionadas à qualidade fisiológica de sementes de milho. Dentro do grupo das amilases, a α-amilase (1,4-α-D-glucan-glucanohydrolase E.C 3.2.1.1) é uma enzima importante na hidrólise do amido, sendo responsável por 90% da atividade amilolítica em sementes de milho. Essa enzima, a exemplo da dextrose, causa a conversão de amido em açúcares que são utilizados no crescimento do embrião. Já a β-amilase (1,4-α-glucan maltohydrolase E.C 3.2.1.2) é uma α-1,4-D-glucano maltohidrolise que catalisa a liberação de maltose e dextrinas a partir das extremidades não redutoras do amido. Pesquisas comprovam que as enzimas amilases estão ligadas diretamente à qualidade fisiológica de sementes de milho. A α-amilase e a β-amilase estão envolvidas principalmente no processo de germinação e na heterose das sementes, podendo ser também utilizadas como marcadores moleculares relacionadas à tolerância de secagem das sementes.

 

Biografia do Autor

Camila Aparecida Lopes, Universidade Federal de Lavras

Bacharela em Agronomia e Mestra em Agronomia/Fitotecnia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Agronomia/Fitotecnia na área de concentração Produção e Tecnologia de Sementes, na mesma universidade. Tem experiência na área de Agronomia com ênfase em Produção e tecnologia de sementes e cultura de tecidos vegetais.    

Maria Laene Moreira de Carvalho, Universidade Federal de Lavras

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras (1978), Mestrado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras (1981) e Doutorado em Fitotecnia pela Universidade de São Paulo (1992). Pós-doutorado na Wagenningen University-Holanda em 2007. Atualmente é professora titular da Universidade Federal de Lavras e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia da UFLA. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Produção e Beneficiamento de Sementes, atuando principalmente nos seguintes temas na área de sementes: controle de qualidade, armazenamento, análise de imagem , qualidade de sementes oleaginosas, grandes culturas e florestais.

Heloisa Oliveira dos Santos, Universidade Federal de Lavras

Possui Graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Sergipe (2008), Graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras (2016), Mestrado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Lavras (2010) e Doutorado em Agronomia (Fitotecnia) também pela Universidade Federal de Lavras (2013). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Produção e Beneficiamento de Sementes e em Técnicas Moleculares Aplicadas ao Controle de Qualidade de Sementes. Atualmente é bolsista de pós-doutorado atuando na área de controle genético e expressão de genes relacionados à qualidade de sementes de soja.

Dayliane Bernardes de Andrade, Universidade Federal de Lavras

Possui graduação em Agronomia e mestrado em Fitotecnia, ambos pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Atualmente é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitotecnia - Universidade Federal de Lavras, na área de Produção e Tecnologia de Sementes.

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Publicado

2017-09-05

Edição

Seção

Artigos