Percepção de agricultores familiares de Ubatuba – SP sobre serviços ecossistêmicos

Autores

  • Vívian Oliveira Kadry Universidade Federal de São Carlos - Campus Araras
  • Fatima Márquez Piña-Rodrigues Universidade Federal de São Carlos - Campus Sorocaba
  • Augusto João Piratelli Departamento de Ciências Ambientais da Universidade Federal de São Carlos, Campus de Sorocaba.

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2017v30n4p101

Palavras-chave:

Agricultura de base ecológica, Agricultura familiar, Comunidades tradicionais, Floresta Atlântica

Resumo

A percepção de serviços ecossistêmicos é uma ferramenta no estabelecimento de ações para conservação de ecossistemas. Em especial em áreas cobertas pela Floresta Atlântica como Ubatuba – SP, onde habitam comunidades que utilizam serviços gerados pela natureza. Este estudo avaliou a percepção sobre serviços ecossistêmicos de 20 agricultores familiares que praticam agriculturas de base ecológica em Ubatuba. Realizaram-se entrevistas semiestruturadas para identificar os serviços percebidos pelos agricultores. As respostas foram classificadas de acordo com as funções de regulação, de habitat, de produção e de informação. A seguir realizou-se o cálculo do Índice de Consolidação da Percepção do Ecossistema (ICPE). De forma geral houve baixa percepção dos serviços ecossistêmicos, sendo regulação e informação as funções que obtiveram ICPE mais elevado. Houve dissociação da relação entre floresta e produção agrícola, pois os serviços gerados pela função de habitat foram percebidos por apenas 30% dos agricultores. Os resultados evidenciaram a necessidade de uma visão integrada de Assistência Técnica e Extensão Rural agregando os órgãos de extensão e de conservação, os quais devem considerar os agricultores protagonistas de qualquer processo a ser implementado. Assim, é possível proteger a cultura local e seu conhecimento tradicional ao mesmo tempo em que se conserva a Floresta Atlântica.

 

Biografia do Autor

Vívian Oliveira Kadry, Universidade Federal de São Carlos - Campus Araras

Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Técnica em agroecologia pelo Centro Paula Souza (ETEC). Mestranda em Agroecologia e Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Fatima Márquez Piña-Rodrigues, Universidade Federal de São Carlos - Campus Sorocaba

Professora Titular da Universidade Federal de São Carlos, campos Sorocaba, com graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1977), mestrado em Engenharia Florestal pela Escola Superior de Agricultura Luis de Queiróz (1982), doutorado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e com pós doutorado em Ecologia Tropical na University of Missouri Saint Louis (UMSL), EUA e em Conservação de Recursos Naturais no Missouri Botanical Garden (MOBOT).

 

Augusto João Piratelli, Departamento de Ciências Ambientais da Universidade Federal de São Carlos, Campus de Sorocaba.

Pós-Doutorado em Ecologia pela University of Missouri - St. Louis, nos Estados Unidos (2005), Doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp - Rio Claro (1999), Mestrado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo - USP - Ribeirão Preto (1986). Atualmente é Professor Associado do Departamento de Ciências Ambientais da Universidade Federal de São Carlos, Campus de Sorocaba. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia e conservação de aves, antropização, perda de espécies de aves e serviços ecossistêmicos.

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Publicado

2017-12-08

Edição

Seção

Artigos