Tamanho de sementes e fertilizante de liberação controlada na produção de mudas de Schizolobium parahyba [(Vell.) S.F. Blake)]

Autores

  • João Alexandre Lopes Dranski Faculdade Educacional de Medianeira - UDC Medianeira
  • Eduarda Thais Sonda Faculdade Educacional de Medianeira - UDC Medianeira
  • Jeferson Carlos Demarchi Junior Faculdade Educacional de Medianeira - UDC Medianeira

DOI:

https://doi.org/10.5007/2175-7925.2019v32n2p23

Palavras-chave:

Classificação de sementes, Estabelecimento de mudas, Fertilização de mudas, Guapuruvu

Resumo

Este trabalho testou a influência do tamanho da semente e de doses de fertilizante de liberação controlada na emergência e no crescimento de mudas de Schizolobium parahyba. As sementes foram previamente classificadas em três intervalos de classes com base no comprimento da semente: pequenas, médias e grandes. A semeadura ocorreu em tubetes de 120 cm3 preenchidos com substrato comercial e fertilizados com 3, 5 e 8 g.L-1 de fertilizante de liberação controlada. Aos sete e 21 dias da semeadura, determinaram-se a porcentagem de emergência e o vigor das mudas, respectivamente. O tempo de crescimento das mudas foi de 18 semanas após a semeadura. Ao final, foram mensurados os parâmetros de qualidade das mudas. Sementes pequenas tiveram menor velocidade e porcentagem de emergência, enquanto sementes classificadas como médias e grandes não diferiram significativamente entre si. Caso haja classificação de sementes de S. parahyba, a dose de fertilizante deverá ser planejada de acordo com o tamanho da semente, do contrário uma dose de 5 g.L-1 promoverá uma uniformidade no tamanho, com o ônus de perda de potencial de crescimento e de qualidade de mudas oriundas de sementes de maiores dimensões.

Biografia do Autor

João Alexandre Lopes Dranski, Faculdade Educacional de Medianeira - UDC Medianeira

Graduado em Ciências Biológicas com ênfase em Biotecnologia - Universidade Paranaense (UNIPAR). Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Ambiental com habilitação ao Magistério Superior - Faculdade Pe. Bagozzi. Mestrado e Doutorado em Agronomia - Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Atua nas áreas de fisiologia vegetal, tecnologia e fisiologia de sementes florestais e espécies cultivadas, silvicultura e fisiologia da produção mudas florestais.

Eduarda Thais Sonda, Faculdade Educacional de Medianeira - UDC Medianeira

Possui ensino-medio-segundo-grau pelo Centro Estadual de Educação Profissional Manoel Moreira Pena(2015).

Jeferson Carlos Demarchi Junior, Faculdade Educacional de Medianeira - UDC Medianeira

Possui ensino-medio-segundo-grau pelo Centro Estadual de Educação Profissional Manoel Moreira Pena(2015). Tem experiência na área de Agronomia.

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Publicado

2019-06-03

Edição

Seção

Artigos