Comportamento materno e paterno em roedores

Mauro Luis Vieira

Resumo


Durante o comportamento reprodutivo, especialmente de mamíferos, constatam-se vários tipos de interações sociais. A geração de novos descendentes, para muitas espécies,  inicialmente, envolve a interação entre machos e fêmeas (cortejamento e acasalamento ). A partir do nascimento da prole surgem outros indivíduos. Mãe, pai e filhotes passam a constituir um sistema dinâmico e interdependente. Os cuidados parentais podem ser diferentes dependendo das condições físicas dos filhotes. Na grande maioria das espécies de roedores, o filhote é bastante dependente, principalmente da mãe, para sobreviver.  O pai também pode participar do cuidado à prole, embora não seja muito comum. Através desse artigo pretende –se apresentar evidencia empíricas e construções  teóricas que caracterizam o sistemas de motivação distintos, mas que podem atuar de forma interdependente.  Embora não possa haver comportamento parental sem filhotes, nem sempre o grau de influencia entre ambos é recíproco, tanto da mãe com o pai como entre os genitores e os  membros da prole. Através da analise comparativa envolvendo espécies com diferentes formas de organização social e, tendo como pano de fundo a Teoria da Evolução, podemos encontrar evidencias empíricas e teóricas que explicam a distinção, interação e conflitos envolvendo mãe, pai e filhotes em roedores.


Palavras-chave


Comportamento parental; Interação social; Reprodução; Roedores; Psicologia comparativa

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Direitos autorais 2003 Mauro Luis Vieira

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Biotemas. UFSC, Florianópolis, SC, Brasil, eISSN 2175-7925

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