Modelos neurobiológicos no estudo dos processos de aprendizagem: efeitos de lesões extensas do telencéfalo

Autores

  • Carlos Tomaz Universidade de São Paulo
  • Maria Cristina F. de Faria Universidade de São Paulo
  • Clarice T. Okada Universidade de São Paulo
  • Jorge L. Castreghini Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5007/%25x

Palavras-chave:

Aprendizagem, Ablação do prosencéfalo, Esquiva, Fuga, Ratos

Resumo

Experimentos foram conduzidos para investigar se a aprendizagem de uma resposta de esquisa inibitória e fuga por natação é possível em ratos com lesões telencefálicas do prosencéfalo. Dois experimentos demonstram que aprendizagem de esquisa inibitória (usando a tarefa de esquisa numa tentativa do tipo "up-hill") é ainda possível depois da remoção de todas as estruturas do prosencéfalo com exceção do hipotálamo. Um terceiro estudo usando esta preparação demonstrou que esta resposta de esquisa condicionada poder ser elimada como consequência de sua punição. Adicionalmente, quando a resposta de esquiva condicionada foi estabelecida antes de ablação, a evocação desta resposta subsistiu à lesão. Numa série de experimentod adicionais foi demonstrado que ratos uni ou bilateralmente descorticados, são capazes de aprender uma tarefa de fuga por natação subindo uma plataforma. O mesmo foi observado em ratos unilateralmente destelencefalados. Ratos bilateralmente destelencefalados, entretanto, não demonstraram esta habilidade.

Biografia do Autor

Maria Cristina F. de Faria, Universidade de São Paulo

Possui Graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo. Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Sexualidade: Terapia e Orientação pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Atua em clínica particular como Psicóloga e Orientadora.

Mais informações no Currículo Lattes.

Downloads

Publicado

1988-01-01

Edição

Seção

Artigos