A recepção da Teoria Crítica no Brasil: 1968-1978

Autores

  • Sílvio César Camargo Unicamp

DOI:

https://doi.org/10.5007/1980-3532.2012n7p126

Palavras-chave:

Teoria social, teoria crítica, recepção, intelectuais, cultura

Resumo

Nosso propósito nesse artigo é refletir sobre o que consideramos ser a primeira fase do processo de recepção da Teoria Crítica da Escola de Frankfurt no Brasil com ênfase na produção de alguns intelectuais brasileiros que foram pioneiros nesse processo, não apenas como tradutores e divulgadores do pensamento frankfurtiano, mas também como intérpretes da realidade nacional.  Em um período histórico conturbado, marcado pela repressão do regime militar, intelectuais como José G. Merquior, Roberto Schwarz, Gabriel Cohn e Flávio Kothe, em diferenciadas nuanças teóricas, principiaram a recepção da teoria crítica no Brasil, sua imersão nas Ciências Sociais do país e com repercussões quanto à própria forma de compreensão da sociedade brasileira.

Biografia do Autor

Sílvio César Camargo, Unicamp

Professor no Departamento de Sociologia IFCH/Unicamp.

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Publicado

2012-10-25

Edição

Seção

Artigos