Trabalho produtivo e trabalho improdutivo nas "Teorias da Mais-Valia" de Karl Marx

Autores

  • Artur Bispo dos Santos Neto UFAL - Maceió - AL

DOI:

https://doi.org/10.5007/1980-3532.2012n8p5

Palavras-chave:

Trabalho produtivo, Adam Smith e Karl Marx, Mais-valia

Resumo

O presente texto tem como propósito apresentar a peculiaridade do trabalho produtivo e sua distinção em relação ao trabalho improdutivo, conforme abordado no capítulo IV das Teorias da mais-valia (Livro IV de O capital). Nos manuscritos de 1861-1863, Marx destaca o mérito de Adam Smith tanto perante as posições fisiocratas e mercantilistas acerca da natureza do trabalho produtivo, quanto perante a plêiade de pensadores de menor importância da economia política que, posteriormente, tentaram erigir o trabalho improdutivo à condição de trabalho produtivo. O elogio marxiano ao autor de A riqueza das nações não deve ser confundido com alguma afirmação de unidade absoluta acerca de suas considerações sobre a natureza do trabalho. No decorrer deste artigo, buscar-se-á destacar os aspectos distintivos dos referidos autores acerca da peculiaridade do trabalho produtivo e do trabalho improdutivo e a matriz fundamental da crítica marxiana à economia política.

Biografia do Autor

Artur Bispo dos Santos Neto, UFAL - Maceió - AL

Professor do Programa de Pós-graduação em Serviço Social e do Curso de Filosofia da UFAL. Membro dos grupos de pesquisa Reprodução Social e  Ética e Ensino de Filosofia.

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Publicado

2013-09-27

Edição

Seção

Artigos