As mulheres dirigentes do partido dos trabalhadores: perfil e desafios à participação substantiva

Autores

  • Tassia Rabelo de Pinho Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.5007/1806-5023.2016v13n1p65

Palavras-chave:

Partido dos Trabalhadores, Participação Política, Cotas de Gênero, Representação Política, Democracia

Resumo

Este artigo trata-se de um estudo de caso sobre os avanços e limites à participação política das mulheres no interior do Partido dos Trabalhadores, primeiro partido da América Latina a adotar cotas de gênero e a aprovar a paridade na composição das suas direções. A coleta de dados consistiu na aplicação de questionários aos integrantes da Direção Nacional do PT, seguida de pesquisa biográfica[1], e na análise das pesquisas de opinião realizadas pela Fundação Perseu Abramo (FPA). Realizamos ainda pesquisa no acervo Sérgio Buarque de Holanda que nos permitiu levantar a composição das direções nacionais do PT ao longo da sua história, e analisar a trajetória da participação feminina. Por fim, trabalhamos com algumas entrevistas abertas e em profundidade com mulheres dirigentes do partido[2].


[1] A pesquisa foi realizada por meio de informações básicas coletadas na Secretaria Geral do PT, e incrementadas a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral, sites dos políticos e páginas no Facebook.

[2] Essas entrevistas foram realizadas durante a construção da minha dissertação.

Biografia do Autor

Tassia Rabelo de Pinho, Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Publicado

2016-07-09

Edição

Seção

Artigos