Cinema sem pipoca, mas com debate: reflexões acerca do uso do cinema no ensino e extensão em antropologia

Autores

  • Maria Catarina Zanini UFSM
  • Lucinéia Ines Weber UFSM

DOI:

https://doi.org/10.5007/1807-0221.2010v7n9p87

Palavras-chave:

Cinema, Extensão, Antropologia

Resumo

 

Este artigo tem por objetivo tecer breves reflexões acerca do encontro entre Antropologia e Cinema baseado em caso empírico oriundo da elaboração e execução do projeto de extensão Antropologia e Cinema III, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no ano de 2009. Nosso objetivo ao longo das edições deste projeto tem sido o de, por meio da utilização da linguagem fílmica, provocar o debate e a discussão de algumas noções e questões caras à antropologia, tais como a questão racial, étnica, de classe, de gênero, entre outras. Tem-se observado, até o momento, que a recepção das narrativas fílmicas que apresentam tais temáticas promove o questionamento e também a reflexividade entre os espectadores. Para alguns, conforme narrado, tratava-se de um momento para refletir acerca de temas antes impensados como o racismo, por exemplo. Em suma, trata-se de um projeto que, por meio do debate, pretende ampliar a compreensão acerca das alteridades e das diversidades sociais.

Biografia do Autor

Maria Catarina Zanini, UFSM

Professora Adjunta Depto.Ciências Sociais/UFSM

Lucinéia Ines Weber, UFSM

Bolisista de extensão

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Publicado

2010-07-19