Como os médicos veterinários de Cuiabá, Mato Grosso, encaram a Leishmaniose Visceral Canina?

Autores

  • Emmanuelle Rosa Mutzemberg Médica Veterinária Autônoma
  • Arleana do Bom Parto Ferreira de Almeida UFMT
  • Valeria Regia Franco Sousa UFMT

DOI:

https://doi.org/10.5007/1807-0221.2012v9n13p32

Palavras-chave:

Leishmaniose visceral canina, médicos veterinários, educação continuada

Resumo

 

As pesquisas sobre o conhecimento da população brasileira acerca das leishmanioses em geral é escassa, verificando-se ainda conhecimentos superficiais e reduzidos. Não foram encontrados outros estudos no Brasil que avaliassem o conhecimento da doença pelos médicos veterinários, apenas em profissionais de saúde de forma geral. Este estudo teve por objetivo avaliar o conhecimento e conduta dos clínicos veterinários de pequenos animais perante a leishmaniose visceral canina, através da aplicação de questionário individualizado. As provas sorológicas, ELISA e RIFI, preconizadas pelo Ministério da Saúde são adotadas por 45,45% (25/55) dos médicos veterinários entrevistados, as técnicas parasitológicas por 32,73% (18/55). Ao recomendar o sacrifício, 47,27% (26/55) dos veterinários justificam ser uma orientação ministerial, sendo portanto uma obrigação do clínico, 23,64% (13/55) relacionam a importância para manter a saúde da família, 1,82% (1/55) alegam que é imprescíndivel para o controle da doença, 10,91% (6/55) deram as três justificativas. Conclui-se que os médicos veterinários estão bem informados sobre a leishmaniose visceral canina, podendo ser aliados no controle da doença na região, agindo como propagadores dos métodos de controle conhecidos até o momento.

Biografia do Autor

Arleana do Bom Parto Ferreira de Almeida, UFMT

Departamento de Clínica Médica Veterinária

Valeria Regia Franco Sousa, UFMT

Departamento de Clínica Médica Veterinária

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Publicado

2012-11-21