Educación permanente del publico objetivo de detección precoce de enmiendas neuromotoras infantiles
DOI:
https://doi.org/10.5007/1807-0221.2018v15n31p79Resumen
Introducción: El proyecto de vigilancia del desarrollo neuromotor se lleva a cabo en un centro de salud de Campinas, SP, en el bienio 2016/2017, con la audiencia: pediatras, enfermeras, técnicos y auxiliares de enfermería y agentes de salud comunitarios. Objetivos: Desarrollar su educación permanente y validar este resultado con los padres o tutores del niño. Método: talleres educativos y técnicos con los profesionales y el uso de niños Motor escala Alberta (objetivos) para evaluar niños con retraso en el seguimiento. Resultados: Producción conjunta de hoja de ruta para la detección temprana del retraso por parte de la audiencia del niño Neuromotor. Empoderamiento y autonomía de los profesionales a identificar factores de riesgo para el desarrollo del niño de retraso neuromotor. Conclusión: se estima que la educación permanente del público produce la conciencia de los padres y los conocimientos necesarios para acompañar el desarrollo neuromotor de los niños y protagonizaren los cambios que amenazan y socavan tal desarrollo.
Citas
AJAREM, J. S., et al. Camellia sinensis previne alterações neurocomportamentais induzidos por nicotina perinatais, lesão tecidual e estresse oxidativo em camundongos machos e fêmeas recém-nascidos. Oxid Med Cell Longev, v. 2017, 2017: 5985219, doi: 10.1155/2017/5985219. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5447281/. Acesso em 30 jun. 2017.
ALMEIDA, O. S. T., et al. Investigação sobre os Fatores de Risco da Prematuridade: uma Revisão Sistemática. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, v. 17, n. 3, p. 301-308, 2013, ISSN 1415-2177. Disponível em: http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/rbcs/article/view/13674/9814 Acessado em 26 out. 2016.
ANNE SHUMWAY-COOK. Controle motor – Teoria e aplicações práticas. Editora: Manole, 3º edição, 2010.
BORBA, L.S.; SACCANI, R.; VALENTINI, N.C. Desenvolvimento neuromotor de crianças nascidas pré-termo e a termo avaliadas com a Escala Motora Infantil de Alberta. Temas sobre Desenvolvimento, 2013; 19(105):130-5. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/258699704_Desenvolvimento_motor_de_criancas_nascidas_pre-termo_e_a_termo_avaliadas_com_a_escala_motora_infantil_de_Alberta Acessado em 21 out. 2016.
BORELLA, P. M.; SACCHELLI, T. Os efeitos da prática de atividades motoras sobre a neuroplasticidade. Revista Neurociência. São Paulo, p. 161-169, 2008. Disponível em: http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2009/RN%2017%2002/14.pdf. Acessado em 03 nov. 2016.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. AIDIPI - Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na infância: curso de capacitação: introdução modulo 1 Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde – 2ª ed. Ver. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002, ISBN 85-334-0605-3. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/AIDPI_modulo_1.pdf. Acessado em 14 out. 2016.
BROOKS-SCOTT, SANDRA. Manual de mobilização para cuidados de crianças com distúrbios neurológicos. Editora: Manole, 2001.
CAMPOS, D.; SANTOS, D. C. C. Controle postural e motricidade apendicular nos primeiros anos de vida. Fisioterapia em Movimento, Curitiba, v. 18, n. 3, p.71-77, set. 2005. Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/0028.pdf. Acessado em 20 out. 2016.
COUTINHO, S. E. et al. Os múltiplos agentes associados à bronquiolite aguda e à gravidade da doença. BolCientPediatr. 2015;04(1):5-9. Disponível em: http://www.sprs.com.br/sprs2013/bancoimg/150915221136bcped_v4_n1_a3.pdf. Acessado em 28 set. 2016.
DORNELAS, F. L.; DUARTE, C. M. N.; MAGALHÂES, L. C. Atraso do desenvolvimento neuropsicomotor: mapa conceitual, definições, usos e limitações do termo. Revista Paulista de Pediatria. Associação de pediatria de São Paulo. Publicado por Elsevier Editora Ltda, p. 88-103, 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rpp/v33n1/pt_0103-0582-rpp-33-01-00088.pdf. Acessado em: 20 set. 2016.
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Manual para vigilância do desenvolvimento infantil no contexto da AIDIPI. Washington, D.C.: OPAS, 2005, Série OPS/FCH/CA/05. 16 P, ISBN 92 75 72606 X. Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/1711.pdf. Acessado em 14 out. 2016.
FLEHMIG.I. Texto e atlas do desenvolvimento normal e seus desvios no lactente: diagnóstico e tratamento precoce do nascimento até o 18º mês. São Paulo: Editora Atheneu, 2002.
FONSECA, L. F.; LIMA, C. L. A. Paralisia Cerebral, 2º edição – Brasil: Medbook, 2008.
HALPERN, R. et al. Fatores de risco para suspeita de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor aos 12 meses de vida. Jornal de Pediatria. Porto Alegre, v. 76, n. 6, 2000. Disponível em: https://www.sap.org.ar/docs/publicaciones/archivosarg/2002/61.pdf Acessado em 12 set. 2016.
LUCAS, B. R. et al. Intervenções para melhorar o desempenho motor grosso em crianças com transtornos do neurodesenvolvimento: uma meta-análise. BMC Pediatr, v.16; 2016 Nov, 29. doi: 10.1186/s12887-016-0731-6. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5129231/ Acessado em: 28 jun. 2017.
MAIA, J. M. D. & WILLIAMS, L. C. A. Fatores de risco e fatores de proteção ao desenvolvimento infantil: uma revisão da área. Temas em psicologia, 13 (2): 91-103,2005, ISSN 1413-389X. Disponível em: http://www.laprev.ufscar.br/documentos/arquivos/artigos/2005-maia-e-williams.pdf. Acessado em 17 set. 2016.
MELO, R. T. Escalas de Avaliação do Desenvolvimento e Habilidades Motoras: AIMS, PEDI, GMFM e GMFCS. Fisioterapia em movimento. Capitulo 2, p. 25-37, 2011, ISBN 978-85-64619-01-2. Disponível em: http://omnipax.com.br/livros/2011/FNP/FNP-cap2.pdf. Acessado em 20 out. 2016.
KANG, L. et al. Barreiras ambientais à participação de crianças pré-escolares com e sem deficiência física. Int J Environ Res Public Health. v, 14(5); 2017 May; 14(5): 518. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5451969/ Acessado em 03 jun. 2017.
MORAIS, S. L. R.; CARVALHO, M. A.; MAGALHÃES C. L. O contexto ambiental e o desenvolvimento na primeira infância: estudos brasileiros. J. Phys. Educ. v, 27, e2714, 2016. Disponível em: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/25672/16874
Acessado em 14 out. 2016.
PIPER, M. C.; DARRAH, J. Motor assessment of the developing infant Philadelphia: W. B. Saunders Company, 1994.
ROQUETE, F. F. et al. Multidisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade: em busca de diálogo entre saberes no campo da saúde coletiva. Revisa de enfermagem do centro oeste mineiro, p. 463- 474, 2012. Disponível em: http://www.seer.ufsj.edu.br/index.php/recom/article/viewFile/245/361. Acessado em 26 set. 2016.
SACCANI, R. & VALENTINI, N. C. Reference curves for the Brazilian Alberta Infant Motor Scale: percentiles for clinical description and follow-up over time. Jornal de Pediatria - Vol. 88, N° 1, 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/jped/v88n1/a07v88n01.pdf Acessado em 01 jul. 2016.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 24º Ed. – São Paulo: Cortez, 2016.
SPESSATO, C. B. et al. Educação infantil e intervenção motora: um olhar a partir da teoria bioecológica de Brnfenbrenner. Movimento. Porto Alegre, v. 15, n. 04, p. 147-173, 2009. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/Movimento/article/view/5617/6951 Acessado em 13 set. 2016.
SOUZA, S. E.; MAGALHÂES, C. L. Desenvolvimento neuromotor e funcional em crianças nascidas pré-termo e a termo: influências de fatores de risco biológico e ambiental. P.462-470, 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rpp/v30n4/02.pdf. Acessado em 17 set. 2016.
TECKLIN, J. S. Fisioterapia Pediátrica. 3ª ed. – Porto Alegre: Artmed, 2002.
VELLOSO, P. M. et al. Interdisciplinaridade e formação na área da saúde coletiva. p. 257- 271, 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tes/v14n1/1981-7746-tes-14-01-0257.pdf. Acessado em 20 set. 2016.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Los autores conservan los derechos de autor y los derechos de publicación sobre sus obras, sin restricciones.
Al enviar sus trabajos, los autores conceden a la Revista Extensio el derecho exclusivo de primera publicación, quedando la obra simultáneamente licenciada bajo la Licencia Creative Commons Atribución-No Comercial-Compartir Igual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0). Esta licencia permite que terceros remezclen, adapten y creen a partir del trabajo publicado, siempre que se otorgue el debido crédito a la autoría y a la publicación original en esta revista. No se permite el uso con fines comerciales. En caso de adaptaciones, transformaciones o creaciones derivadas, estas deberán distribuirse bajo la misma licencia.
Los autores también pueden celebrar acuerdos adicionales, de forma separada, para la distribución no exclusiva de la versión publicada del trabajo en esta revista (por ejemplo: depósito en repositorios institucionales, publicación en sitios personales, traducciones o inclusión como capítulo de libro), siempre que se reconozca la autoría y la publicación inicial en la Revista Extensio, conforme a los términos de la Licencia Creative Commons Atribución-No Comercial-Compartir Igual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0).
