A música e seus benefícios para o desenvolvimento saudável na infância

Autores

  • Jeane Barros de Souza Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Ângela Urio Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Simone dos Santos Pereira Barbosa Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Lisiane da Rosa Universidade Comunitária Regional de Chapecó
  • Tatiana Xirello Universidade Federal da Fronteira Sul
  • Angélica Zanettini Universidade de Passo Fundo
  • Emanuelly Luize Martins Universidade Federal da Fronteira Sul

DOI:

https://doi.org/10.5007/1807-0221.2019v16n34p2

Palavras-chave:

Música, Saúde da criança, Promoção da Saúde, Enfermagem

Resumo

Objetivo: compreender a percepção das crianças, participantes do canto coral, sobre a utilização da música como instrumento de promoção da saúde. Método: estudo descritivo, com abordagem qualitativa, realizado com 12 crianças integrantes de um coral, de um projeto de extensão do Curso de Enfermagem, da Universidade Federal da Fronteira Sul, Chapecó-SC. A coleta dos dados foi por meio do grupo focal no ano 2017, utilizando análise de conteúdo para analisar e interpretar os dados. Resultados: As crianças acreditam que a prática do canto coral proporciona diversão, momentos de lazer e cultura, sendo também uma forma de vencer seus medos e a timidez. Para elas, a música proporciona alegria, diversão, saúde, integração, descoberta de novas amizades, sendo um dos motivos que as fazem frequentar as atividades do coral. Conclusão: além dos benefícios terapêuticos, a música é um recurso para promover a saúde, metodologia diferenciada e inclusiva, que gera uma infância saudável.

Biografia do Autor

Jeane Barros de Souza, Universidade Federal da Fronteira Sul

Enfermeira Doutoura, Docente do curso graduação  em Enfermagem pela Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó-SC. Vice coordenadora do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Gestão em Saúde- PPGS.

Ângela Urio, Universidade Federal da Fronteira Sul

Acadêmica da 10ª fase do curso de graduação em enfermagem pela Universida Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó. Integrante do Grupo de Pesquisa  em Políticas Públicas e Gestão em Saúde- PPGS.

Simone dos Santos Pereira Barbosa, Universidade Federal da Fronteira Sul

Acadêmica da 6ª fase do curso de graduação em enfermagem pela Universida Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó. Integrante do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Gestão em Saúde- PPGS.

Lisiane da Rosa, Universidade Comunitária Regional de Chapecó

Enfermeira, Docente do curso de graduação em enfermagem da Universidade Comunitária Regional de Chapecó- Unochapecó

Tatiana Xirello, Universidade Federal da Fronteira Sul

Acadêmica da ª fase do curso de graduação em enfermagem pela Universida Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó. Integrante do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Gestão em Saúde- PPGS.

Angélica Zanettini, Universidade de Passo Fundo

Enfermeira, Residente em Cardiologia pela Universidade de Passo Fundo,RS.

Emanuelly Luize Martins, Universidade Federal da Fronteira Sul

Acadêmica da 8ª fase do curso de graduação em enfermagem pela Universida Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó. Integrante do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas e Gestão em Saúde- PPGS.

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Publicado

2019-12-19