Os espaços de re-etnização religiosa e a construção de uma nova identidade: o baal teshuvá paulistano

Autores

  • Marta Francisca Topel Universidade de São Paulo

Resumo

O texto faz uma incursão no movimento de teshuvá em São Paulo, i.e., no processo que, a partir da década de `90, transformou um número significativo de judeus laicos em judeus ortodoxos. No afã de melhor compreender a tipicidade do fenômeno de teshuvá em São Paulo, se analisam as influências da sociedade e cultura brasileiras, bem como as semelhanças e diferenças dos novos ortodoxos paulistanos vis-à-vis seus pares nos Estados Unidos e Israel. Finalmente, são examinadas as estratégias desenvolvidas pelos rabinos doutrinários para a cooptação de novos membros ao grupo, e seu amplo poder de convocatória entre segmentos da população judaica secular e liberal.

Biografia do Autor

Marta Francisca Topel, Universidade de São Paulo

Possui graduação em Facultad de Sociología - Universidad de Buenos Aires (1985), mestrado em Sociologia e Antropologia Social - The Hebrew University Of Jerusalem (1990) , doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1996) e pós-doutorado - The Hebrew University in Jerusalem (2004-5).Atualmente é ms-5 da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Cultura Judaica, atuando principalmente nos seguintes temas: judaísmo, antropologia, religião, identidade étnica e etnicidade.

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Publicado

2001-01-01

Como Citar

TOPEL, Marta Francisca. Os espaços de re-etnização religiosa e a construção de uma nova identidade: o baal teshuvá paulistano. Ilha Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 3, n. 1, p. 033–049, 2001. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/14943. Acesso em: 24 jun. 2024.

Edição

Seção

Artigos