Pontos críticos e poder convergente no processo de orientação: fábulas, casos, palcos e bastidores

R. Parry Scott

Resumo


A relação entre orientador e orientando é uma aliança caracterizada pelo poder convergente, no sentido que ambos estão contribuindo para a construção do saber sobre determinados assuntos por eles valorizados. Esta convergência salutar é realizada um prazo especifico, com regras norteadoras que reforçam a ocorrência de pontos críticos ao longo do processo. Estes pontos críticos testam a força da aliança de poder convergente, ressaltando questões tanto do poder desigual, quanto da intensidade emocional que permeia uma atividade que se reveste de importância para identidades profissionais e pessoais. Apresentam-se algumas fábulas sobre a orientação que ressaltam a relação de poder. Depois examina "pontos críticos" que incluem horas de definições formais (escolha de orientação, defesa de projetos, qualificações e defesas formais de trabalhos — monografias, dissertações e teses), entendidos com sumiços, reaparecimentos e estratégias disciplinares. Discutem-se também o nervosismo, emoções, rompimentos e uniões que abrem um leque de questões sobre as horas mais informais de acertos do caminho.


Palavras-chave


Orientação; Poder convergente; Formação disciplinar; Antropologia; Construção de saber

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DOI: https://doi.org/10.5007/%25x

Ilha R. Antr., Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC,  Florianópolis, SC, Brasil, ISSNe 2175-8034