Produzir antropólogos: algumas reflexões

Autores

  • Simoni Lahud Guedes Universidade Federal Fluminense

Resumo

No debate acerca da orientação no fazer antropológico, gostaria de destacar algumas questões referentes a dois aspectos. O primeiro, dentro da especificidade do processo de orientação/introdução ao trabalho etnográfico (que pode ocorrer tanto na graduação quanto na pós-graduação), refere-se à necessidade de recriação da prática de pesquisa clássica da disciplina. Algumas experiências com bolsistas de Iniciação Cientifica serão destacadas, buscando-se refletir, em conjunto com os outros pesquisadores, sobre o papel do orientador neste processo. Com relação ao segundo aspecto, intrinsecamente ligado ao primeiro, buscarei refletir sobre a política das agências de financiamento e sua relação com o processo de produção de dados na antropologia.

Biografia do Autor

Simoni Lahud Guedes, Universidade Federal Fluminense

Bacharelado (1971) e Licenciatura (1973) em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense, Mestrado (1977) e Doutorado (1992) em Antropologia Social pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora do Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense, atualmente como coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia.

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Publicado

2004-01-01

Como Citar

GUEDES, Simoni Lahud. Produzir antropólogos: algumas reflexões. Ilha Revista de Antropologia, Florianópolis, v. 6, n. 1, 2, p. 185–196, 2004. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ilha/article/view/16609. Acesso em: 24 jun. 2024.

Edição

Seção

Dossiê Orientação